segunda-feira, 7 de julho de 2008

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E já se volta a falar de futebol

Apesar de faltar (ainda) algum tempo para o início da Liga 2008/2009, as conversas de café, do autocarro, entre compadres e comadres já envolvem a palavra "bola". É curiosa a forma como pequenos e graúdos deixam-se levar pela emoção do futebol português e como defendem o seu clube com unhas e dentes. A "febre" já dá os primeiros sinais de vida. O entusiasmo já se sente na voz, as expectativas estão altas e as tradicionais desavenças entre adversários já se fazem notar. Tudo isto mostra o quanto o futebol é apreciado e, também, a paixão que as pessoas revelam ter pelo desporto-rei.
Hoje ficou-se a saber quem joga com quem e os três grandes marcarão encontro nas cinco primeiras jornadas (cheira-me que vão haver muitas apostas, muito nervosismo e tudo o que um bom jogo de futebol implica...)
E agora, como não podia deixar de ser, aqui fica um vídeo sobre o GLORIOSO, que aconselho a todos (quer sejam benfiquistas ou não) a ver.


Sem palavras!

domingo, 6 de julho de 2008

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"Geração rasca"? Pfuuuuuu

"Os jovens e a democracia participativa

Os últimos tempos têm sido pródigos em questões de juventude, começando pelas discussões em torno das declarações do Presidente da República sobre a participação da juventude e suas percepções da história, à discussão sobre o código de trabalho.
A juventude actual é, sem dúvida, a mais esclarecida de sempre ou, pelo menos, a que melhor acesso tem à formação e à educação. Não é preciso recorrer a qualquer estudo para verificarmos que esta geração é a que melhores recursos tem ao seu dispôr, a que melhor domina as tecnologias, a que melhor sensibilizada está para as questões ambientais, a que melhor interpreta os direitos humanos, a que melhor está preparada para a convivência intercultural, entre outras coisas.
De facto, não é de todo negligenciável que, apesar de não conhecerem a história (conforme diz o estudo), esta é a geração que melhor e mais desempenho tem na vivência do quotidiano de Abril e na transformação social e política que daí decorreu.
É comummente referenciado o afastamento dos jovens da vida política e da política da vida dos jovens. Este fenómeno, característico do processo da evolução da nossa sociedade, convida-nos a reflectir um pouco sobre o estado da participação, da cidadania e das patologias destes fenómenos.
(...)
A nova geração é a primeira cuja generalizada ida à escola é uma evidência. Os seus pais deixaram de estudar cedo, com clarar repercussões no desenvolvimento da sociedade portuguesa. Hoje, a massificação dos estudos secundários ainda não teve a correspondente adaptação social das famílias portuguesas, sendo de facto a violência gerada pelas alterações complexas da vida laboral, onde se destacam os contratos a prazo, a instabilidade laboral, ciclos longos de desemprego, horários longos, aliado a uma saída precoce da escola.
(...) Por outro lado, há que rever os nossos sistemas de ensino, tem que se trabalhar o sistema para que contextualize os alunos no seu meio social e, só então, conseguiremos desenvolver objectivos profícuos de cidadania activa e de participação.
Para concluir, a iniciativa do senhor Presidente da República é de particular relevância, não só chamando os jovens a participar, mas utilizando o seu magistério para agitar as águas do estado das artes da participação na vida cívica."

Tiago Soares, in Expresso

Aqui tem a resposta, senhor deputado (?) "Cujo-Nome-Não-Deve-Ser-Pronunciado" [que um dia afirmou que "esta nova geração é uma geração rasca"] e todos aqueles que já discutiram este assunto comigo, e que não chegaram a lado nenhum (talvez por não aceitarem os meus argumentos e por eu nunca ter sido levada a sério).

quinta-feira, 3 de julho de 2008

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Life


In three words

I can sump up what I've learned about life


IT GOES ON.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

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As verdadeiras férias

Depois de uma ida à praia, aproveitei o meu bom humor e a minha paciência para pôr a leitura em dia e sentei-me na esplanada com vista para o mar. Boa música tocava enquanto eu bebericava o meu suminho de laranja. O sol ainda tentava beijar-me a cara e o vento roçava os meus cabelos aos caracóis. Era só eu, os jornais, as revistas e o livro que ando a ler. Eu e as letras. Eu e os sentimentos. É sempre assim. Quando passo os olhos pelas leituras que vão ficando acumuladas, vai tudo de uma vez, de uma acentada. Quando dou por mim estou afundada naquelas páginas acinzentadas (que ainda transpiram o cheiro a tinta) e na grande paleta de cores das fotografias, que surgem aqui e acolá. É um momento meu.
A esplanada estava quase deserta e aos poucos e poucos o som do trombone e do piano ia ficando mais audível. Fechei a última página do Expresso e fiquei uns minutos a saborear o azul do imenso mar e a ouvir o canto das gaivotas. Encostei a cabeça à cadeira de madeira, deixei que o vento levasse tudo o que havia à minha volta e suspirei de felicidade. Fechei os olhos e a minha mente voou não sei para onde. Sorri e disse para mim mesma: Martocas, agora sim, estás de férias.

terça-feira, 1 de julho de 2008

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Pois. Resumiste (-me) muito bem: (sou) constantemente inconstante.
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Há quanto tempo...

Há quanto tempo já não gosto de ti. Não morreste, subsististe. Mas o meu tempo já se alterou...