sexta-feira, 28 de novembro de 2008

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Feira das Vontades

Acho que vamos todos esquecer o jornalismo, a enfermagem e a carreira militar (?) e vamo-nos dedicar ao comércio. Isto porque descobrimos que afinal até temos jeito para vender uma série de coisas, andar de um lado para outro a "pedinchar" e a fazer óptimos negócios. Juntando a este espírito de "comerciante", existe uma grande dose de diversão, tagarelice e muita música. Em poucas palavras, numa tarde conseguimos angariar cerca de 150 euros que vão reverter para instituições de crianças desfavorecidas e não só.
A experiência foi óptima, reencontrar o grupo todo do voluntariado (isto é, a senhora que sempre nos acompanhou e poder estar com o grupo de amigos a tarde toda) foi ainda melhor e o resultado final deixou-nos muito felizes! Afinal quando queremos e quando há um objectivo em comum até fazemos com que tudo funcione bem...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

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hmm

eu nem sei o que dizer nem o que escrever (como se tem reparado). está tudo bem? sim. o que se está a passar na minha vida? muita coisa. está tudo a acontecer muito rápido? não sei, talvez. importo-me com isso? claro que sim. mudava alguma coisa? acho que não. então porque é que estou a pensar nisto? não faço a mínima ideia...

para além de monossilábica, ando muito pensativa...
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pois

confesso que ultimamente ando muito monossilábica...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

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(foto: paulo medeiros)

you worship the sun but now can you fall for the rain?

domingo, 23 de novembro de 2008

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(...) Gosto de beijos na testa porque me dá a ideia de protecção (...) de ver um homem chorar de alegria, (...) de fazer surpresas (...) de quando me agarram com as duas mãos na cara (...)

sábado, 22 de novembro de 2008

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Mulheres

Após muitas horas (muitas mesmo!) de conversa, continuo a afirmar que os homens (ok, alguns) não fazem a mínima ideia do que vai na cabeça das mulheres e usam o pretexto de que somos complicadas, só para justificar a falta de capacidade de nos entender...

Não acham, meninas? :)

Hahhahaahah

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

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304!!!!

Ainda há pouco apercebi-me que está a passar tudo muito rápido (e ainda bem). Apercebi-me que faltam ''apenas'' 304 dias para (se tudo correr bem/como quero) estar noutro sítio qualquer, a respirar outro ar qualquer, de certeza rodeada por outras pessoas, a pensar e a sentir outra coisa qualquer (assim espero...) 304!!!!! - can't wait...

Menos que isto, talvez os 132... mas não estou a contar muito com esses...

De qualquer maneira, gostei de me ter apercebido desta realidade (?)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

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Parece-me que a minha vida está prestes a dar uma volta de 180º... e não o quero... nem estou pronta para isso...

...apesar de há uns dias ter dito que era precisamente 'essa' reviravolta que eu desejava/precisava. Hoje vejo como estava redondamente enganada...

sábado, 15 de novembro de 2008

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Um rosto

Apenas uma coisa inteiramente transparente: o céu, e por baixo dele a linha obscura do horizonte nos teus olhos, que pude ver ainda através de pálpebras semicerradas, pestanas húmidas da geada matinal, uma névoa de palavras murmuradas num silêncio de hesitações. Há quanto tempo, tudo isto? Abro o armário onde o tempo antigo se enche de bolor e fungos; limpo os papéis, cartas que talvez nunca tenha lido até ao fim, fotografias cuja cor desaparece, substituindo os corpos por manchas vagas como aparições; e sinto, eu próprio, que uma parte da minha vida se apaga com esses restos.

Nuno Júdice

"Há quanto tempo, tudo isto?" Não sei. Perdi-me entretanto...

Estou triste.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

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Interpreta-me...

Conversa sobre interpretar o que faço/digo consoante vários casos...

Marg: até os testes de matemática são mais compreensíveis que tu

Mar: ainda bem, eu gosto de ser de difícil interpretação

Pois gosto... dá-me um certo gozo, sabem?

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Situações engraçadas

Não é meu hábito estudar num café, mas hoje foi isso mesmo que fiz durante cerca de uma hora e meia. Entretida com o modernismo português, com o crash de Nova Iorque e com o detestável Adolf Hitler, acompanhada por, única e exclusivamente, uma garrafa de água luso paro de escrever pois um senhor com os seus 60 anos, que ia a descer a rua onde eu estava sentada no café, pára e despe com os olhos o que eu estava a fazer. Como me senti observada, parei por momentos os meus resumos e olho para o senhor.

- Desculpe, não a queria assustar, mas só parei para ver a sua caligrafia
- Ah, não assustou, não se preocupe - não sabia o que dizer perante tal afirmação...
- Posso? - diz-me, enquanto levanta a folha que eu estava a tatuar e começa a ler
- Claro... - que haveria eu de dizer?!
- Tem uma caligrafia muito bonita. Hoje em dia não é muito comum encontrar letras bem feitinhas e olhe, uma vez fui com a minha médica e disse-lhe "Parabéns senhora doutora, é a única médica que conheço que tem uma letra legível". Sabe o que é menina, é que hoje em dia mesmo quando vamos à farmácia, os homens ficam aflitos e pedem ajuda uns aos outros porque não conseguem entender o que o médico escreveu...
- Pois, isso é verdade, é raro perceber letra de médico...
- Acredite que sim, mas a sua é pequenina e bonita, continue!
- Obrigada - esboçando sorrisos e sem saber muito mais o que dizer
- Ora essa, parei mesmo para dar uma olhadela à sua caligrafia, mas agora não a interrompo mais. Boa tarde!
- Tudo bem, boa tarde, obrigada!

Passado um segundo...

- Ah, não se esqueça, fique sempre nos grandes, nos melhores, porque os melhores fazem bem uma vez e os piores fazem tudo torto uma, duas, três... muitas vezes! Não se esqueça, fique sempre nos grandes!
- Obrigada e vou fazer por isso!
- Faça faça menina, é sempre a subir! Adeus, boa tarde, foi um prazer!
- Boa tarde, obrigada igualmente

Após esta conversa, comecei a sorrir e a pensar como é engraçado alguém vir falar connosco como se nos conhecesse há tanto tempo, e no fim de tudo dar-nos conselhos e alertar-nos para estarmos sempre no topo... depois disto, acho que até me deu mais gozo continuar a estudar...

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Hoje, ao ir buscar o meu primo de 8 anos ao ténis...
Chego ao Clube e sento-me, esperando que a aula acabe e quando acaba lá vem o ''campeão'' feliz da vida e dá-me um grande abraço
- A que se deve este carinho todo?
- Nada, apeteceu-me
OHHHH que mimooo!!

- Chico, o que é que tens no lábio?
- Ah nada, foi que me magoei à pouco - responde visivelmente atrapalhado...

Estamos a sair do Clube de ténis quando por entre tanta criança, reparo que o meu primo olha para uma rapariguinha que deve ter a idade dele e ficam a olhar um para o outro durante algum tempo e eu sempre...

- Chico, mexe-te, vamos!

E sem obter resposta. Até que reparo bem no que se está a passar à minha frente...
Não é que vejo nada mais nada menos do que um cenário ''romântico''? A miúda olha para ele e sorri, ele olha para ela e baba-se e começo a juntar a minha pergunta, com a resposta dada muito timidamente mais a troca de olhares (talvez a fazer muitos filmes) e foi preciso eu chegar ao pé dele e dizer...
- Aaaaaaahhhh estou a ver a cena toda... mas despede-te lá que temos que ir embora!
Muito embaraçada, a miúda olha para mim e sorri e depois desaparece, e o meu primo sai-se com...

- Não digas nada à mamã, por favor por favor por favor!
- (risos) está descansado, fica o nosso segredo...

Olha que por esta eu não esperava... Um puto com 8 anos vidrado que nem adolescente... Claro que são aqueles namoricos de crianças, mas achei engraçado termos um segredo que, segundo ele, "ninguém pode saber, nem a mana!!!" e o mais giro foi eu dizer como se de uma pessoa da minha idade se tratasse "está descansado, confia em mim puto!"

terça-feira, 11 de novembro de 2008

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Eis o que me faz falta...


... palavras!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

1 comentários

Obrigada!

Hoje recebi vários abraços muito apertados e muitos beijinhos, e fiquei com a certeza de que daqui para a frente tudo ia correr bem. Fiquei com o coração pequenino. E também fiquei com a certeza de que se alguma vez caísse, teria, de novo, os mesmos abraços e os mesmos beijinhos. Emocionei-me. E há muito tempo que não me emocionava com um gesto de carinho desta natureza. Obrigada aos amigos que o fizeram, e eles sabem quem são.

domingo, 9 de novembro de 2008

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...

Se neste momento me pedissem uma palavra para caracterizar o meu estado de espírito, o meu interior, seria: vazio. Sim. Detesto quando a minha imaturidade vem ao de cima. Num dia, tenho tudo na palma das mãos e sinto-me a pessoa mais feliz do mundo. Sentimento efémero porque no dia seguinte estou a lamentar por ter lançado tudo ao vento e a espernear porque os planos foram todos por água abaixo. Muito ambíguo, eu sei. Alguns picos de humor, também concordo. Mas ultimamente nada me satisfaz. Não devia de estar afundada nesta nostalgia, mas parece que quando alguma coisa cai, o resto faz questão de acompanhar essa queda. Uma hora é a desilusão. Pronto, chamemos-lhe ilusão, vá lá. Noutra hora a vida é tão rápida e injusta para alguns e tal rapidez deixam-nos num estado de confusão e de... solidão?! E se não é isto, é o desejo de querer estar sozinha, mas ao mesmo tempo ter medo disso ou então... é o querer Estar acompanhada, rodeada de gente, no verdadeiro sentido do termo. Preferencialmente de "nova gente". É só disso que preciso, agora. É só um pouco de espaço e de tempo que peço. Mas quem me o vai dar? Eu própria? Não me parece. Penso que neste momento não tenho muito para dar a mim mesma. Só queria hibernar por alguns dias, um ano pronto. Só queria que a minha vida desse uma reviravolta daquelas bem positivas, que nos deixam tudo de pernas para o ar! Preciso de me pôr à prova, de uma maneira totalmente diferente. Preciso de testar outros sabores, analisar outros objectos, experimentar outras sensações. Farta de monotonia, estou eu!
Que linda insanidade que por aqui vai... Bah! Time-out, concluo.

sábado, 8 de novembro de 2008

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Love is a battlefield


We are young, heartache to heartache we stand
No promises, no demands
Love is a battlefield
You're beggin me to go, you're makin me stay
Why do you hurt me so bad? It would help me to know
Do I stand in your way, or am I the best thing youve had?
Believe me, believe me, I can't tell you why
But I'm trapped by your love, and I'm chained to your side
We are young, heartache to heartache we stand
No promises, no demands
Love is a battlefield
We are strong, no one can tell us were wrong
Searchin our hearts for so long, both of us knowing
Love is a battlefield

Música original: Pat Benatar
Letra com supressões

Esta versão é da Brooke White (esta miúda vai longe). É a versão de que mais gosto

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

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Um olhar vale mais que mil palavras

Por vezes um olhar basta. E eu sinto falta desse olhar. Parece que tudo me cai das mãos, ultimamente. Estranha sensação de perda! Estranho medo do ridículo! Hoje é um daqueles dias em que apetece conversar a noite toda com alguém que esteja disposto a ouvir tudo o que tenho para contar. E que mesmo que não tenha nada para dizer, que fique ao meu lado, só a me fazer companhia. A me olhar nos olhos e me denunciar o que quer que esteja a pensar sobre a minha insanidade. Porque por vezes um olhar basta. E eu sinto falta desse olhar.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

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...

Em cada momento da vida está a vida toda. Tenho pensado sobre isto nos últimos dias. A vida é tão efémera e há sempre mais por experimentar, para Ser e para Estar. E ainda assim existem aqueles que a derramam num simples abismo ou põem um ponto final nesta viagem num estúpido acidente de carro! Não percebo isto e custa-me a aceitar tal realidade! Desculpa.
Continua a ser para sempre, contudo...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

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YES WE CAN!


Nunca falei de política aqui no blog. Nunca o fiz. Mas hoje será excepção porque o Mundo aguarda, (im)pacientemente pela hora em que o próximo presidente dos EUA, será enunciado.

Segui, ao longo deste tempo, as notícias sobre as presidenciais norte-americanas, reservei sempre a minha opinião e tirei as minhas próprias conclusões. Hoje, afirmo que estou com altas expectativas. Que o "grito do Ipiranga", neste momento, é "YES WE CAN!" e a mudança que o Mundo e a América querem sentir pode começar já hoje, com a eleição de Barack Obama!

A verdade é que, independentemente de quem for eleito, a História já ficou marcada, e isto porque quer seja Obama ou McCain, teremos pela primeira vez ou um negro a governar os Estados Unidos da América, ou o candidato mais velho de sempre juntamente com a primeira mulher a vice-presidente. É de facto algo que nunca pensei que pudesse vir a acontecer.

Mas se queremos ver alguma mudança no Mundo, temos que ser nós a mudança. Be the change you wanna see in the world!!! É a frase que mais ecoa na minha cabeça. Obama dará certamente uma imagem jovem à política norte-americana, é o rosto da esperança! Se for eleito, despirá quase todos os preconceitos que existem sobre o racismo. A América precisa de Obama e o Mundo também!

É hoje, é hoje que se vai fazer sentir o que há muito se espera... "YES WE CAN!!"

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

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Don't tell me the sky is the limit


O céu já deixou de ser o meu limite. Por vezes é o meu ponto de partida

domingo, 2 de novembro de 2008

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Livros...


Sempre gostei de ler. E sempre fui daquelas pessoas que entram numa livraria ou numa biblioteca sem ser por obrigação ou porque ''tem que ser''. Dá-me sempre um certo prazer ler as contracapas, acariciar a capa, folhear uma ou duas folhas e ler as críticas. É algo que me completa e não sei explicar porque razão costumo ler cerca de três livros por mês, ou mesmo ficar acordada até às 4 e tal da manhã só para acabar de ler um livro. A minha mãe ralha comigo para me deitar porque "já é tarde e ainda estás com a cabeça nos livros" e os amigos (quase todos) não compreendem a necessidade de ter uma história (real ou fictícia) a caminhar lado a lado com a minha vida. Para eles é surreal. Para mim é essencial.

Gosto muito pouco de livros espirituais. Por exemplo, O Segredo, apesar de me ter sido recomendado por imensas pessoas não é livro que me chame a atenção, pois pura e simplesmente toda essa ideia da mente e do sei lá o quê, não me fascina... "É pena, acho que é sempre bom ler um livro desta categoria", dizem. Talvez um dia...

Adoro romances! Nicholas Sparks? SIM!! Apesar do que acham do trabalho dele, eu adoro. Histórias que nunca nos passa pela cabeça, provas de amor incríveis que nos fazem sonhar e cada página é um turbilhão de emoções. Acabo sempre os livros dele ou a chorar que nem Maria Madalena, ou revoltada, ou com o desejo de ter continuado ou então feliz por ter acabado da maneira que acabou. Mas em todos os que já li, há sempre uma parte em que me emociono. E gosto disso nos livros. Acho importante haver uma ligação entre o autor-leitor e no meu ponto de vista essa ligação é muito bem conseguida mexendo com as emoções de ambas as partes. Também não resisto a livros históricos, romanceados, de preferência. Aventuras, dramas, acção... sim! Ficção científica... alguns... e quanto a Harry Potter's li-os todos. Todinhos! Derreto-me com livros infantis, especialmente as histórias da Anita que tenho a colecção toda e pretendo continuar, e numerar os meus livros preferidos é complicado. Muitooo complicado! Autores é mais fácil, mas mesmo assim...

No entanto, se há livro que não consigo ler é do Saramago, e dá-me uma dor saber que tenho que o fazer (experimentei ler Ensaio sobre a cegueira e ia morrendo. E quanto ao Memorial do Convento também fiquei sem ar, mas a esse eu não posso mesmo escapar...) e também os da Margarida Rebelo Pinto. Não consigo. Lembro-me de no ano passado ter comprado numa feira em Lisboa um livro dela por 5 euros e foi os 5 euros mais mal gastos em toda a minha vida. Há quem diga que estes dois autores são aqueles que têm um certo tipo de leitores: ou gostam ou não gostam. Não há meio termo. E parece que sim...

Não sou adepta dos livros do tipo Queimada Viva. Aquela ideia ou se calhar preconceito que tenho, de que tudo quem escreve esses livros só tem um objectivo: fazer-se de vítima, irrita-me. (atenção, é só a ideia que eu tenho que até pode vir a se alterar que houverem argumentos suficientemente convincentes)

Não gosto de ler obrigada, mas já fui surpreendida neste aspecto. Este ano lectivo que acabou tive que ler Os Maias e assustei-me um bocado com essa ideia. Comecei a ler, e até fui saltando páginas porque era tão maçador, mas tão maçador que a minha vontade era pôr o livro a arder. Depois, tive mesmo que o reler (ou ler, como queiram), porque tinha que fazer um teste sobre o livro e não sabia nada. Conclusão: li-o em cinco dias e amei-o! Parece mentira, mas não. Amei-o mesmo!

E este post só para comunicar duas coisas: Primeiro, estou a ler Crónica de uma Morte Anunciada (obrigada), e Rio das Flores. Além destes ainda me falta ler uns dois ou três e hoje fui à Bertrand e não resisti em comprar três livros: A vida num sopro, José Rodrigues dos Santos, O Jogo do Anjo, Carlos Ruiz Záfon e... e... e... Um homem com sorte, Nicholas Sparks, claro! Hahahahaha, fiquei feliz da vida! Há muito tempo que não comprava livros e adorei a sensação de sair da livraria com um saco enorme! Segundo, a partir de hoje vou iniciar uma nova categoria relacionada com livros. Por isso, regularmente apresentarei um livro que tenha lido e que tivesse gostado, ou não. Irá funcionar como a categoria do cinema e da música...

E agora, resumindo e baralhando, ler é o meu maior vício e tenho muito orgulho em dizer isto!