terça-feira, 30 de dezembro de 2008

5

2008


2008...

...começou mal e acaba assim-assim. Houve muitos altos e baixos, muitos sonhos traídos, muita asneira feita, muitas esperanças criadas, alguns obstáculos ultrapassados e, simultaneamente, muitos caminhos traçados. No seu decorrer, encontrei pessoas que marcaram a minha vida e que levo comigo a toda a hora (obrigada a essas pessoas!). Os pontos altos deste ano foram, sem sombra de dúvida, a viagem a Paris, o voluntariado e o melhor Verão de sempre!

Agora as expectativas para o novo ano são infinitas e quero fazer dele o MEU ano, atingindo todos os meus objectivos da melhor maneira possível, sem nunca perder a minha essência. Quero despir alguns mitos que conservo e largar-me de certas amarras. Quero mesmo que 2009 comece e acabe da melhor maneira possível. Que a minha vida dê muitas reviravoltas (preciso mesmo disso e estou a sentir o que escrevo) e que possa disfrutar de todos os momentos e oportunidades que me surgirão. Que tenha a sorte de conhecer ainda mais gente, que me preencha todos os dias e me ajude a crescer. Quero aprender muitas coisas e adquirir novos hábitos. Quero e vou fazer com que, daqui a um ano, possa dizer "este foi o melhor ano da minha vida!". Vou lutar por isso e é esse o meu maior desejo.

Finalizo o último post de 2008 desejando a todos vocês um FELIZ 2009. Um ano onde os sonhos se tornam realidade e onde os sorrisos são sempre mais fortes que qualquer lágrima. Obrigada a todos por tudo o que me deram durante 366 dias de um looonngoooo ano que muita marca deixou.


M: Qual é a música que ponho?
S: Sunrise da Norah Jones. É e será sempre a tua música. Aquela que quando toca faz com que nos lembremos de ti...

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

6

E como dizia a avó...

mãos frias, coração quente

sábado, 27 de dezembro de 2008

3

*

Acabaram de chegar [os primos] e já prevejo muita ffiieesstta, muitas gargalhadas e milhentas coisas para fazer. (À parte fica o facto de eu ter que ficar sem o meu quarto durante uma semana e tal, mas se até nos dermos bem -como me parece-, mantém-se a paz)
2

300

300 post's sem muito que se lhe diga. bons, maus, lógicos, ilógicos, cómicos, deprimentes, pensativos, cinema, livros, histórias, constatações, comentários, músicas, sonhos, medos, ilusões, amores, amigos, ''desamores'', altos e baixos... um pouco de tudo.
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Spider's Web



If a black man is racist, is it okay
If it's the white man's racism that made him that way
'cause the bully is the victim they say
By some sense they're all the same

'cause the line between
Wrong and right
Is the width of a thread from a spider's web
The piano keys are black and white
But they sound like a million colours in your mind

I could tell you to go to war
Or I could march for peace and fighting no more
How do I know which is right
And I hope he does when he sends you to fight

'cause the line between wrong and right
Is the width of a thread from a spider's web
The piano keys are black and white
But they sound like a million colours in your mind

Should we act on our blame
Or should we chase the moments away
Should we live
Should we give
Remember forever the guns and the feathers in time

'cause the line between wrong and right
Is the width of a thread from a spider's web
The piano keys are black and white
But they sound like a million colours in your mind

The piano keys are black and white
But they sound like a million colours in your mind

They sound like a million colours in your mind


Katie Melua
3

Amnésia?

Giro giro é ver o filme Paris je t'aime durante a noite, lembrar-me de tudo e logo a seguir ver o concerto da Katie Melua mas não ter a certeza se vi até ao fim. Ficar acordada até perto das cinco, saber que o telemóvel tocou por volta das quatro e não me recordar se atendi ou não e de manhã verificar as chamadas e constatar que de facto cliquei na tecla verde, contudo sem me lembrar de falar com a outra pessoa. (Falei?) Não me lembrar do telemóvel ter tocado, de novo, por volta das nove mas ter recebido uma mensagem a dizer: "já tinha saudades de falar contigo." Estou confusa... Hmm.. será amnésia? Ou terei entrado num estado de hibernação?
3

j

acabou-se. it's over. c'est finit.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

11

S(into)entido

Falta-me qualquer coisa. Talvez sejas tu... Vais sendo, aos poucos, substituído por um vazio que surge com o compasso do relógio. Todos acham, e fingem ter a certeza disso, que também eu, devagarinho, vou-me libertando das (tuas) amarras do passado. Eu não sei. Não sei nada. E provavelmente nunca venha a saber. O dia nasce, a noite cai, o dia volta a nascer e a noite volta a cair. Verdades absolutas e indiscutíveis. Um dia. O dia. Ciclo vicioso, igual a si próprio. E eu continuo a sentir a falta. De qualquer coisa. A tua. (Tretas!)
Hoje precisei de ti. Mas tu cá não estavas. Estava sim, um lugar que ia escurecendo sem a tua presença. O silêncio acomoda-se e ensurdece. E eu deixo-me ficar, no meu canto. A única luz, ainda que ténue, vem da lua. Companheira dos momentos em que sou fiel às estrelas e à noite. Contemplo-as frequentemente. E ainda que as palavras sejam caladas, as conversas são sempre longas e profundas.
Viro-me para o outro lado. Um suspiro. E a tentativa (falhada) de um beijo - sentido - há muito não dado.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

6

FELIZ NATAL


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

4

Noite do mercado

Natal que se preze (?) tem que ter sempre uma grande noite do mercado. Este ano com os amigos. Por isso, hoje à noite há ffffiiiieeeesssstttttaaaaaaa!!!!
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Um dia...

... hei-de transformar os dias que antecedem o Natal (23 e 24) numa verdadeira festa. E quanto ao dia 25, passarei apenas com os elementos que são essenciais na minha vida. Sem meios termos no que toca a troca de afectos, sem ''guardanapos na boca'' e com um sentimento comum: paz. E felicidade, claro. Um dia poderei dizer "Este foi o melhor Natal da minha vida" e sentir, cá dentro, as minhas palavras. Sem intenções de agradar aos outros. Apenas com o objectivo de ser fiel a mim mesma. E de ter presente em mim a verdadeira magia desta época. Um dia, quem sabe, tudo será verdadeiro e... feliz!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

4

:)

Imagination is more important than knowledge
Einstein
1 comentários

Lição de Tango, Sveva Casati Modignani

O retrato inesquecível de duas mulheres que o destino juntou numa aventura comum.
Giovanna e Matilde não parecem ter nada em comum, excepto o facto de morarem no mesmo bairro de Milão e de às vezes se cruzarem na rua. A primeira é uma encantadora antiquária, casada e com uma filha adolescente; a outra é uma pobre idosa que vive sozinha numas águas-furtadas das quais obstinadamente não se deixa despejar. Uma série de circunstâncias dramáticas aproxima as duas mulheres, que aprendem a conhecer-se e a travar uma profunda amizade. Matilde ajudará a jovem a encontrar a serenidade e o amor, enquanto Giovanna acompanhará Matilde ao longo da sua caminhada final. Uma história dominada pela paixão, que nos retrata, com o talento habitual de Sveva Casati Modignani, duas inesquecíveis figuras femininas.


É um bom livro. Pessoalmente, é um dos que mais gosto desta autora.
2

Blindness


Não sei a perspectiva do livro, mas a do filme é muito boa. Excelente realização, muito bons actores e uma grande mensagem.


domingo, 21 de dezembro de 2008

3

I'm touched

Mike, obrigada por aqueles minutinhos completamente inesperados que me deixaram a sorrir durante imenso tempo. Apesar do ''ups, cheguei tarde'' deu ainda para ouvir um pouquinho da música embora não me tenha dado tempo para identificar. Obrigada por me dizeres ''começou a dar Norah Jones e lembrei-me de ti'', obrigada pela mensagem, que inicialmente fiquei sem saber muito bem o que ia sair dali, pelo telefonema atendido com o meu ''Allô'' (hahaha) e pelos dois dedinhos de conversa, em que do meu lado havia mistura de sotaque madeirense, cansaço e o problema de ter que falar baixo (percebeste alguma coisa do que disse?) e do teu as palmas! Foi um momento bastante querido e simpático, um verdadeiro mimo da tua parte em que eu só pensava que nada acontecia por acaso. Para além disso tinha um sorriso gigante estampado na cara! Fiquei sem palavras, como pudeste ver, apesar de querer dizer muita coisa!

Na verdade, foi como se tivéssemos mesmo saído juntos, certo? :)


Obrigada mais uma vez! Vou guardar este teu gesto que para mim significou muito*

sábado, 20 de dezembro de 2008

17

ainda numa conversa com a L. (ao telefone) - parte III

continuação das gargalhadas anteriores:

início: 22h50
fim: 22h53

mais uma vez sem razão aparente e sem pausas
3

ainda numa conversa com a L. (ao telefone) - parte II

início das gargalhadas: 22h39
fim das gargalhadas: 22h43

sem razão aparente (pensamos nós) e sem pausas - como sempre
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Saudade

Sabe sempre a amargo.

Todos temos saudade de algo ou de alguém. Nem que seja do beijo dado na bochecha, repenicado e demorado. Nem que seja do dia em que o nosso olhar se cruzou pela primeira vez.
2

o histerismo da mãe é notório quando...

...há imensa coisa para fazer, à filha não lhe apetece decorar a casa porque lhe falta o espírito natalício (mas mesmo assim ainda mete uma bola aqui e outra acolá) e ainda tem que ouvir "não contes comigo à tarde para continuar as decorações de natal porque tenho que ir às compras para o fim do ano''.


Numa palavra: d.e.s.e.s.p.e.r.o.
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??? (parte II)

um novo template por uns dias (ou umas horas, que é o mais certo). os amigos, o arquivo, o sobre mim, o dizer-me e os seguidores mudaram-se lá para baixo. removi as categorias (talvez voltem daqui a pouco) e a música.

beijo na testa

ps: só consigo colocar a imagem desta forma...
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???

desesperadamente...

...adolescente (sem-mais-nada-para-fazer-num-sábado-de-manhã)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

0

Numa conversa com a L. descobrimos que...

futilidade hoje, futilidade sempre


ps: nada de grandes polémicas
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Supercaliifragilisticexpialidocious

A mudança que a blogosfera precisava está aqui:


E mais não digo

Ponto.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

2

Gosto quando...

... já estou mergulhada num sono profundo e sou acordada pelo toque (não tão estridente) do telemóvel e do outro lado da linha está uma voz doce a me dar os bons dias ou as boas tardes (ou mesmo as boas noites!) - sem ironias*
2

Nunca são as coisas mais simples

Nunca são as coisas mais simples que aparecem quando as esperamos. O que é mais simples, como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se encontra no curso previsível da vida. Porém, se nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos nos empurrou para fora do caminho habitual, então as coisas são outras. Nada do que se espera transforma o que somos se não for isso: um desvio no olhar; ou a mão que se demora no teu ombro, forçando uma aproximação dos lábios.

Nuno Júdice
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palavras

"Há palavras que nos salvam, (...) que nos tocam, que nos embalam (...). Há que dizê-las baixinho, há que senti-las na voz. "
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Está escuro lá fora. Aqui dentro, no enroscar de uma manta quente e vermelha, assiste-se a um cinema mudo. Um constante (ir)romper de slides saídos dos recantos da memória. Sem intervalo. Cada imagem uma história. Cada história...
A única luz presente é a de um pequeno candeeiro que já conta alguns anos. Projecta sombras nas paredes de um (possível) abismo fingido. Num imaginário que por vezes parece demasiado real. O silêncio deixa de existir, quando os suspiros se soltam. E mais uma vez me afundo nas futilidades de um era uma vez eterno.

Mais uma noite longa. Mais uma. Igual a tantas outras. E eu sempre embrulhada na mesma incerteza que me consumiu uma vez e não mais me largou.

Está escuro lá fora. E a única luz presente nesta sala vai, aos poucos, perdendo a vontade de (sobre)viver...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

5

férias


f.é.r.i.a.s

@sleep all day long

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

2

Just Breathe

Está tudo a se tornar cada vez mais estranho e eu cada vez com menos palavras para dizer...

(Anna Nalick - Breathe)

domingo, 14 de dezembro de 2008

6

Está tudo maluco...

Já ninguém diz coisa com coisa. Já ninguém FAZ alguma coisa com decência (exagerando...). Ora, ainda são 13h e 19 minutos (supostamente ainda devia de estar a dormir) e eu já estou aqui no pc, há algum tempo por duas razões em especial:

1. Ligam-me (melhor, ''acordam-me'') para jogar ao quem quer ser milionário por telefone - e não só. (mas não me queixo)

2. O meu amado vizinho (dou-me muito bem com ele......) está a ouvir músicas de Natal AOS BERROS!!!!!!! Digamos que o pobre coitado tem umas certas pancas que nunca vou conseguir compreender... De vez em quando dá-lhe na real gana se "pendurar" na varanda e começar a ter uma conversa com os cães da vizinhança. Outra vezes, finge que esquece (sim, porque isto é sucessivo...) da chave de casa dentro de casa e depois vem bater à porta, especialmente em horas impróprias (entenda-se por horas impróprias 11 e tal da noite ou relativamente cedo como 8 da manhã), para pedir "Com licença, mas posso saltar a sua varanda? Ou então podia-me emprestar uma escada para saltar da sua varanda para a minha? Deixei a chave dentro de casa mas tenho a vidraça da sala aberta..." Que rica coincidência! E que remédio tenho eu (sim, porque geralmente sou eu que levo com isto) se não deixar o homem entrar e lá se armar em tarzan...

Depois também tem uma rica pontaria para a bilhardice como eu nunca vi. Por vezes, quando estou descansadinha da vida a apanhar sol (no verão, claro) ou então quando estou ao telefone na varanda, sua excelência entende de perguntar se está tudo bem e como vão as aulas. É professor de matemática, mas apesar de já saber que eu não tenho matemática (graças a Deus) e também de já saber que não suporto os números, arma-se sempre em espertinho e finge que não sabe de nada. Resultado? Leva alguns cortes (temos pena, sou especialista nisso hehehe). Outras vezes mete o nariz onde não é chamado. Por exemplo, não tem muito tempo tive um jantar cá em casa e o pessoal estava todo na rua a conversar e o vizinho, muito oportunamente (*notar ironia*), debruça-se no quintal dele e estende um patê qualquer e diz "É para barrarem nas tapas!".... Bem... o pessoal só não se desmanchou a rir para não parecer mal educado, mas como é que ele sabe que havia tapas?? E qual foi a intenção de oferecer um patê feito pelo próprio, atenção, e ainda se deixar ficar a ouvir as conversas? Hhhhhmmmmm... Não é ter alguma coisa contra o homem (não!...) mas ele passa um bocadinho os limites da habitual cusquice e não tem consciência disso.

Mas o que gosto mais nele, é quando de repente começo a ouvir a típica pimbalhice. Isto é, mesmo com as janelas e as portas todas fechadas, (o mesmo na casa dele), oiço claramente o seu género musical preferido. E é muito ecléctico (se é que o podemos chamar assim...). Para além da Ágata e sua sobrinha Romana, mais as ''estrelas'' Carreira, também não perde uma da Ronalda. Nunca pedi para baixar o volume, porque felizmente isto não acontece todos os fins de semana, mas eu também não me ponho a ouvir a minha música AOS ALTOS BERROS e a CANTAR para toda a neighbourhood "sentir o espírito". BAH!!!

Neste preciso momento estou a ouvir músicas de Natal e a pensar que o mundo está perdido. Completamente perdido!!! Mas enquanto ele se mantiver no espírito natalício e não passar às suas músicas preferidas, estamos bem. Não deixo de dizer que é demais! Imagino o ambiente em casa dele... melhor... imagino o ambiente romântico que vai na casa ao lado. "Romântico", relembro. E só penso que ainda podia estar a dormir, não fosse o chinfrim que por aqui vai!!! S.O.S!

PS: não me digam que o vizinho é simpático, porque se conhecessem esta rica peça não teriam essa opinião, acreditem! (e não estou pura e simplesmente a embirrar...)

PS2: vou entrar na onda dele e colocar uma música de natal...

sábado, 13 de dezembro de 2008

3

Esquerda

Bem que podia ser esquerdina. Curiosamente, faço muito pouca coisa com a mão direita. Para além de escrever, lavar os dentes, pegar nos talheres (na faca e colher) e mais uma ou outra coisa, não uso a mão direita para mais nada. Falta de jeito? Talvez. Nunca percebi esta dicotomia (nem se pode chamar assim mas enfim...). Acontece que uso a mão esquerda em muitas situações. E a mais improvável (?) ou inimaginável de todas é no que toca à fruta, especialmente à maçã. Se é coisa que não consigo fazer, é comer maçã com a mão direita. É completamente impossível, para mim, fazê-lo. Parece que não sei dar um trinca. Tem mesmo que ser com a mão esquerda. Também não consigo escrever mensagens com a mão direita, e quando falo ao telefone é sempre no lado esquerdo, com a mão esquerda. A mala fica sempre no ombro esquerdo porque no direito tenho a sensação de que me vai cair. Quando pego num copo faço-o com a esquerda e escovo o cabelo também com a mão esquerda. O mesmo acontece com os livros, ou seja, os livros que habitualmente levo nos braços ficam sempre (mas sempre) apoiados no lado esquerdo. Amarro o cabelo, pego num livro e folheio o jornal com a mão que pega no garfo. Para mim não há confusão nenhuma em pintar as unhas da mão direita. E agora estou a escrever este post com a mão esquerda e uso a direita muito poucas vezes. Estranho? Não sei. Mas para mim, tudo o que consigo fazer com a esquerda raramente (ou nunca) faço com a direita. Até acho que se me dedicasse a escrever com a esquerda (santa paciência), conseguia me "converter" numa esquerdina...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

1 comentários

Leituras Soltas


Um beijinho de agradecimento à Joaninha! Sábado será mais uma oportunidade para brilhares, mais um passo nesta tua ainda pequena carreira! Estou muito orgulhosa de ti!

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100!!


PARABÉNS AO MESTRE!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

2
Telefonemas, hormonas, fotografias, risos e mais risos, fotografias, um euro e meio, teimosia, hormonas outra vez, bilhardices, montes de fotografias, telefonemas, descodificações, compras, gelados, gargalhadas, "c'o terror!", surpresas, email, + hormonas e... já disse fotografias? S. & B. & L.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

1 comentários

...

"(...) quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não te metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo e, sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te e vai para onde ele te levar."

(desconheço autor)
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Sunrise


Sunrise Sunrise
Looks like morning in your eyes
But the clock's held 9:15 for hours
Sunrise Sunrise
Couldn't tempt us if it tried
Cuz the afternoon's already come and gone
And I said
Hooo, hooo, hooo
To you
Surprise Surprise
Couldn't find it in your eyes
But I'm sure it's written all over my face
Surprise Surprise
Never something I could hide
When I see we made it through another day
Then I say
Hooo, hooo, hooo
To you
And now the night
Will throw its cover down, ooo, on me again
Ooh, and if I'm right
It's the only way to bring me back
Hooo, hooo, hooo
To you
Hooo, yeah, hooo, hooo
To you

Norah Jones, claro
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Outra

"Parece-me que esta noite vai ser longa". E foi. A leitura da última página do livro "Felizmente há Luar" por volta da uma e tal, a sede quando o relógio marcava as duas e meia, a contagem dos cd's que tenho no quarto não sei a que horas, a mensagem da L. às cinco e não sei quantas... e o despertador às 7 da matina. Outra noite (semi) em branco...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

4

dormir ou não dormir

mais um dia passado embrulhada nos lençóis, a ouvir norah jones, com muitas fotografias à volta e a tentar não adormecer (caso falhado... ainda dormi umas horinhas). gosto destes dias de pasmaceira, em que se fala do que nos vem à cabeça, mesmo que não saibamos do que se trata e fitamos o tecto enquanto pensamos no abstracto (ou não).

domingo, 7 de dezembro de 2008

5

Hotel Rwanda


Merecedor de todos os prémios atribuídos e de todas as críticas feitas

sábado, 6 de dezembro de 2008

4

Frio

Tenho as mãos e os pés gelados. A ponta do nariz também. Nem embrulhada nos lençóis e cobertores, como estou agora, me aqueço. Espero ansiosamente por uma caneca de chocolate quente. E de muita conversa fiada que preencha o vazio que trago dentro de mim. Tenho frio. E não é só físico...

2

Histórias entrelaçadas

Até que ponto, duas pessoas completamente diferentes e com experiências de vida bastante distintas, conseguem unir as suas palavras e criar algo ímpar e indestrutível?

Lua Mar Estrelas Areia Momentos Paz Cumplicidade Felicidade Lágrimas Abraços Paixão Memórias Sentir Segredos Sonhos Partilha Essência Ternura Eternidade Amizade Amo-te Admiro-te

Marta e Sandra

Sequência criada há pouco mais de meia hora, enquanto estávamos ao telefone. As histórias estão separadas por cores, mas de certo forma podem fazer parte de um todo...
3

Parabéns

Há três pessoas com quem estou em falta:

1º - JOÃO, pelos 17 anos! Que todos os teus aniversários sejam sempre passados da forma como o fizemos (ou melhor). Que todas as surpresas tenham o mesmo significado que esta. E que todas as tardes sejam recheadas como esta. O melhor presente que alguma vez dei, dei-o a ti. Foi mais que gratificante ver e sentir a tua emoção! E é mais que uma honra poder estar ao teu lado, todos os dias!

2º - XANA, pelos 18 anos! Mesmo que não falemos todos os dias é sempre bom o teu abraço carinhoso quando estou contigo. É sempre bom os dedinhos de conversa e de fiestaaaa! É sempre bom ter-te por perto. Estou sempre contigo 'niiii*

3º - MUNDO AO CONTRÁRIO e respectivo autor: KOKAS pelos dois anos de blogue! Dois anos com muitas histórias contadas. Muitos momentos (bons e maus) mas sempre com um q de equilíbrio e o que eu chamo de inteligência emocional (penso que sabes porque é que digo isto...). Tenho o privilégio de o seguir e dá-me imenso prazer ler-te diariamente, acredita.

AOS TRÊS (e não necessariamente por esta ordem) OS MEUS SINCEROS PARABÉNS!
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Sem

O melhor é deixar andar e andar e andar e andar. Um dia esta roda viva de sentimentos e emoções terá o seu fim...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

5

Finito

Pela primeira vez desde que a "saga" começou, afirmo que: não quero saber de mais pormenores nem 'pormaiores' nem nada. Pontinhos muito bem colocados, barreiras ultrapassadas e um objectivo comum... Que seja feita a sua (nossa) vontade! Ámen (?)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

6

Gostei de saber

Gostei de saber que afinal o que disseste tinha sido sincero. Gostei de me sentir assim. Gostei de ter esta conversa contigo, nas duas situações. Gostei de te olhar nos olhos e sentir no coração as tuas palavras. Gostei disto. Gostei dos momentos após a conversa. Gostei de te ouvir falar. E da tua gargalhada que também me pôs a rir. Gostei que te sentisses assim e o quisesses partilhar comigo. "Continuo a te admirar", disseste. Gostei das barreiras que ultrapassámos. Gostei do abraço. Gostei, muito. E gostei de saber que o caminho é para a frente, sem ressentimentos nem outras coisas que tais.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

5

Tudo foi memorável...

- Tenho os pés a doer

- Não estou de ressaca (bebi muito pouca coisa, e sempre com juízo, claro)

- O cabelo já está aos caracóis, outra vez

- Cheguei a casa por volta das 6 da manhã e acordei ao meio dia (estou inteira, sim)

- A missa foi uma seca

- A meio do desfile ia ficando sem sapatos

- Chegou a uma altura que disse "Estou farta de fotos", mas continuava a tirar

- Tenho montes de cartões dos fotógrafos para ir levantar fotografias

- O jantar correu muitíssimo bem (superou as minhas expectativas, devo dizer)

- A chegada ao Funchal por volta das 11 da noite e o bailarico no cais com música pimba foi do melhor

- A conversa com estudantes da universidade que estavam mais para lá do que para cá, deu para gozarmos um bocado

- As fotografias tiradas quando chegámos à escola são imensas e espero que estejam decentes (apesar de já não aguentar com tanta pose)

- Estávamos todos muito janotas

- As Delicious estragaram o baile e só a partir das quatro da manhã é que a coisa animou mais

- Já disse que tenho os pés a doer?

- Os telefonemas para a B., logo as 11 da manhã, enquanto nos vestíamos

- As chamadas às sete e meia da manhã, as oito, as mensagens, o stress para o cabeleireiro e a maquilhagem

- As conversas no Dolce Vita com o L.

- A poncha tomada com o L. antes do jantar (divinal! heheeh)

- A preocupação com os bilhetes

- Os risos e a mensagem do P. a dizer "ou tu estás muito diferente ou então andaste desaparecida"

- A confirmação da viagem de finalistas... melhor, a nossa viagem de finalistas (do grupo) - YES!!!

- As bilhardices e as risadas

- As gargalhadas no cabeleireiro e as aventuras do homem...

- Os sapatinhos altos e o romper das meias ao sair da igreja e o stress de chegar a casa e substituir por umas novas (lol...)

- O táxi como meio de transporte (eu rezei a todos os santos...)

- O tapete vermelho e os flashes

- As bebedeiras alheias (desgraça) e as mensagens a meio da noite

- O cheiro a cachorros quentes e a hamburguers às três e tal da manhã

- Os pés continuam a doer

- A música comercial e as danças

- As conversas com x, y e z...

- Etc etc etc etc etc

Para quem não sabe, aqui na Madeira os alunos do 12º fazem a Benção das Capas. Ou seja, encontram-se todos na escola depois desfilam da escola até à Igreja da Sé, dá-se a missa, onde se ''benze'' as capas (jogam água, pronto), e depois à noite há o baile organizado pela Lista vencedora. Ah, o traje é formal. Para as raparigas: saia preta, casaco preto, blusa branca, gravata preta, sapatos pretos, e fitinha da cor do curso ou agrupamento (a minha é azul escura). Para os rapazes: fato preto, laçarote preto, camisa branca, sapato preto, fitinha da cor do curso ou agrupamento.

Tudo foi memorável, até a...

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

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Feira das Vontades

Acho que vamos todos esquecer o jornalismo, a enfermagem e a carreira militar (?) e vamo-nos dedicar ao comércio. Isto porque descobrimos que afinal até temos jeito para vender uma série de coisas, andar de um lado para outro a "pedinchar" e a fazer óptimos negócios. Juntando a este espírito de "comerciante", existe uma grande dose de diversão, tagarelice e muita música. Em poucas palavras, numa tarde conseguimos angariar cerca de 150 euros que vão reverter para instituições de crianças desfavorecidas e não só.
A experiência foi óptima, reencontrar o grupo todo do voluntariado (isto é, a senhora que sempre nos acompanhou e poder estar com o grupo de amigos a tarde toda) foi ainda melhor e o resultado final deixou-nos muito felizes! Afinal quando queremos e quando há um objectivo em comum até fazemos com que tudo funcione bem...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

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hmm

eu nem sei o que dizer nem o que escrever (como se tem reparado). está tudo bem? sim. o que se está a passar na minha vida? muita coisa. está tudo a acontecer muito rápido? não sei, talvez. importo-me com isso? claro que sim. mudava alguma coisa? acho que não. então porque é que estou a pensar nisto? não faço a mínima ideia...

para além de monossilábica, ando muito pensativa...
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pois

confesso que ultimamente ando muito monossilábica...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

4
(foto: paulo medeiros)

you worship the sun but now can you fall for the rain?

domingo, 23 de novembro de 2008

4
(...) Gosto de beijos na testa porque me dá a ideia de protecção (...) de ver um homem chorar de alegria, (...) de fazer surpresas (...) de quando me agarram com as duas mãos na cara (...)

sábado, 22 de novembro de 2008

10

Mulheres

Após muitas horas (muitas mesmo!) de conversa, continuo a afirmar que os homens (ok, alguns) não fazem a mínima ideia do que vai na cabeça das mulheres e usam o pretexto de que somos complicadas, só para justificar a falta de capacidade de nos entender...

Não acham, meninas? :)

Hahhahaahah

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

5

304!!!!

Ainda há pouco apercebi-me que está a passar tudo muito rápido (e ainda bem). Apercebi-me que faltam ''apenas'' 304 dias para (se tudo correr bem/como quero) estar noutro sítio qualquer, a respirar outro ar qualquer, de certeza rodeada por outras pessoas, a pensar e a sentir outra coisa qualquer (assim espero...) 304!!!!! - can't wait...

Menos que isto, talvez os 132... mas não estou a contar muito com esses...

De qualquer maneira, gostei de me ter apercebido desta realidade (?)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

8
Parece-me que a minha vida está prestes a dar uma volta de 180º... e não o quero... nem estou pronta para isso...

...apesar de há uns dias ter dito que era precisamente 'essa' reviravolta que eu desejava/precisava. Hoje vejo como estava redondamente enganada...

sábado, 15 de novembro de 2008

2

Um rosto

Apenas uma coisa inteiramente transparente: o céu, e por baixo dele a linha obscura do horizonte nos teus olhos, que pude ver ainda através de pálpebras semicerradas, pestanas húmidas da geada matinal, uma névoa de palavras murmuradas num silêncio de hesitações. Há quanto tempo, tudo isto? Abro o armário onde o tempo antigo se enche de bolor e fungos; limpo os papéis, cartas que talvez nunca tenha lido até ao fim, fotografias cuja cor desaparece, substituindo os corpos por manchas vagas como aparições; e sinto, eu próprio, que uma parte da minha vida se apaga com esses restos.

Nuno Júdice

"Há quanto tempo, tudo isto?" Não sei. Perdi-me entretanto...

Estou triste.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

6

Interpreta-me...

Conversa sobre interpretar o que faço/digo consoante vários casos...

Marg: até os testes de matemática são mais compreensíveis que tu

Mar: ainda bem, eu gosto de ser de difícil interpretação

Pois gosto... dá-me um certo gozo, sabem?

6

Situações engraçadas

Não é meu hábito estudar num café, mas hoje foi isso mesmo que fiz durante cerca de uma hora e meia. Entretida com o modernismo português, com o crash de Nova Iorque e com o detestável Adolf Hitler, acompanhada por, única e exclusivamente, uma garrafa de água luso paro de escrever pois um senhor com os seus 60 anos, que ia a descer a rua onde eu estava sentada no café, pára e despe com os olhos o que eu estava a fazer. Como me senti observada, parei por momentos os meus resumos e olho para o senhor.

- Desculpe, não a queria assustar, mas só parei para ver a sua caligrafia
- Ah, não assustou, não se preocupe - não sabia o que dizer perante tal afirmação...
- Posso? - diz-me, enquanto levanta a folha que eu estava a tatuar e começa a ler
- Claro... - que haveria eu de dizer?!
- Tem uma caligrafia muito bonita. Hoje em dia não é muito comum encontrar letras bem feitinhas e olhe, uma vez fui com a minha médica e disse-lhe "Parabéns senhora doutora, é a única médica que conheço que tem uma letra legível". Sabe o que é menina, é que hoje em dia mesmo quando vamos à farmácia, os homens ficam aflitos e pedem ajuda uns aos outros porque não conseguem entender o que o médico escreveu...
- Pois, isso é verdade, é raro perceber letra de médico...
- Acredite que sim, mas a sua é pequenina e bonita, continue!
- Obrigada - esboçando sorrisos e sem saber muito mais o que dizer
- Ora essa, parei mesmo para dar uma olhadela à sua caligrafia, mas agora não a interrompo mais. Boa tarde!
- Tudo bem, boa tarde, obrigada!

Passado um segundo...

- Ah, não se esqueça, fique sempre nos grandes, nos melhores, porque os melhores fazem bem uma vez e os piores fazem tudo torto uma, duas, três... muitas vezes! Não se esqueça, fique sempre nos grandes!
- Obrigada e vou fazer por isso!
- Faça faça menina, é sempre a subir! Adeus, boa tarde, foi um prazer!
- Boa tarde, obrigada igualmente

Após esta conversa, comecei a sorrir e a pensar como é engraçado alguém vir falar connosco como se nos conhecesse há tanto tempo, e no fim de tudo dar-nos conselhos e alertar-nos para estarmos sempre no topo... depois disto, acho que até me deu mais gozo continuar a estudar...

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Hoje, ao ir buscar o meu primo de 8 anos ao ténis...
Chego ao Clube e sento-me, esperando que a aula acabe e quando acaba lá vem o ''campeão'' feliz da vida e dá-me um grande abraço
- A que se deve este carinho todo?
- Nada, apeteceu-me
OHHHH que mimooo!!

- Chico, o que é que tens no lábio?
- Ah nada, foi que me magoei à pouco - responde visivelmente atrapalhado...

Estamos a sair do Clube de ténis quando por entre tanta criança, reparo que o meu primo olha para uma rapariguinha que deve ter a idade dele e ficam a olhar um para o outro durante algum tempo e eu sempre...

- Chico, mexe-te, vamos!

E sem obter resposta. Até que reparo bem no que se está a passar à minha frente...
Não é que vejo nada mais nada menos do que um cenário ''romântico''? A miúda olha para ele e sorri, ele olha para ela e baba-se e começo a juntar a minha pergunta, com a resposta dada muito timidamente mais a troca de olhares (talvez a fazer muitos filmes) e foi preciso eu chegar ao pé dele e dizer...
- Aaaaaaahhhh estou a ver a cena toda... mas despede-te lá que temos que ir embora!
Muito embaraçada, a miúda olha para mim e sorri e depois desaparece, e o meu primo sai-se com...

- Não digas nada à mamã, por favor por favor por favor!
- (risos) está descansado, fica o nosso segredo...

Olha que por esta eu não esperava... Um puto com 8 anos vidrado que nem adolescente... Claro que são aqueles namoricos de crianças, mas achei engraçado termos um segredo que, segundo ele, "ninguém pode saber, nem a mana!!!" e o mais giro foi eu dizer como se de uma pessoa da minha idade se tratasse "está descansado, confia em mim puto!"

terça-feira, 11 de novembro de 2008

4

Eis o que me faz falta...


... palavras!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

1 comentários

Obrigada!

Hoje recebi vários abraços muito apertados e muitos beijinhos, e fiquei com a certeza de que daqui para a frente tudo ia correr bem. Fiquei com o coração pequenino. E também fiquei com a certeza de que se alguma vez caísse, teria, de novo, os mesmos abraços e os mesmos beijinhos. Emocionei-me. E há muito tempo que não me emocionava com um gesto de carinho desta natureza. Obrigada aos amigos que o fizeram, e eles sabem quem são.

domingo, 9 de novembro de 2008

2

...

Se neste momento me pedissem uma palavra para caracterizar o meu estado de espírito, o meu interior, seria: vazio. Sim. Detesto quando a minha imaturidade vem ao de cima. Num dia, tenho tudo na palma das mãos e sinto-me a pessoa mais feliz do mundo. Sentimento efémero porque no dia seguinte estou a lamentar por ter lançado tudo ao vento e a espernear porque os planos foram todos por água abaixo. Muito ambíguo, eu sei. Alguns picos de humor, também concordo. Mas ultimamente nada me satisfaz. Não devia de estar afundada nesta nostalgia, mas parece que quando alguma coisa cai, o resto faz questão de acompanhar essa queda. Uma hora é a desilusão. Pronto, chamemos-lhe ilusão, vá lá. Noutra hora a vida é tão rápida e injusta para alguns e tal rapidez deixam-nos num estado de confusão e de... solidão?! E se não é isto, é o desejo de querer estar sozinha, mas ao mesmo tempo ter medo disso ou então... é o querer Estar acompanhada, rodeada de gente, no verdadeiro sentido do termo. Preferencialmente de "nova gente". É só disso que preciso, agora. É só um pouco de espaço e de tempo que peço. Mas quem me o vai dar? Eu própria? Não me parece. Penso que neste momento não tenho muito para dar a mim mesma. Só queria hibernar por alguns dias, um ano pronto. Só queria que a minha vida desse uma reviravolta daquelas bem positivas, que nos deixam tudo de pernas para o ar! Preciso de me pôr à prova, de uma maneira totalmente diferente. Preciso de testar outros sabores, analisar outros objectos, experimentar outras sensações. Farta de monotonia, estou eu!
Que linda insanidade que por aqui vai... Bah! Time-out, concluo.

sábado, 8 de novembro de 2008

2

Love is a battlefield


We are young, heartache to heartache we stand
No promises, no demands
Love is a battlefield
You're beggin me to go, you're makin me stay
Why do you hurt me so bad? It would help me to know
Do I stand in your way, or am I the best thing youve had?
Believe me, believe me, I can't tell you why
But I'm trapped by your love, and I'm chained to your side
We are young, heartache to heartache we stand
No promises, no demands
Love is a battlefield
We are strong, no one can tell us were wrong
Searchin our hearts for so long, both of us knowing
Love is a battlefield

Música original: Pat Benatar
Letra com supressões

Esta versão é da Brooke White (esta miúda vai longe). É a versão de que mais gosto

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

4

Um olhar vale mais que mil palavras

Por vezes um olhar basta. E eu sinto falta desse olhar. Parece que tudo me cai das mãos, ultimamente. Estranha sensação de perda! Estranho medo do ridículo! Hoje é um daqueles dias em que apetece conversar a noite toda com alguém que esteja disposto a ouvir tudo o que tenho para contar. E que mesmo que não tenha nada para dizer, que fique ao meu lado, só a me fazer companhia. A me olhar nos olhos e me denunciar o que quer que esteja a pensar sobre a minha insanidade. Porque por vezes um olhar basta. E eu sinto falta desse olhar.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

3

...

Em cada momento da vida está a vida toda. Tenho pensado sobre isto nos últimos dias. A vida é tão efémera e há sempre mais por experimentar, para Ser e para Estar. E ainda assim existem aqueles que a derramam num simples abismo ou põem um ponto final nesta viagem num estúpido acidente de carro! Não percebo isto e custa-me a aceitar tal realidade! Desculpa.
Continua a ser para sempre, contudo...

terça-feira, 4 de novembro de 2008

6

YES WE CAN!


Nunca falei de política aqui no blog. Nunca o fiz. Mas hoje será excepção porque o Mundo aguarda, (im)pacientemente pela hora em que o próximo presidente dos EUA, será enunciado.

Segui, ao longo deste tempo, as notícias sobre as presidenciais norte-americanas, reservei sempre a minha opinião e tirei as minhas próprias conclusões. Hoje, afirmo que estou com altas expectativas. Que o "grito do Ipiranga", neste momento, é "YES WE CAN!" e a mudança que o Mundo e a América querem sentir pode começar já hoje, com a eleição de Barack Obama!

A verdade é que, independentemente de quem for eleito, a História já ficou marcada, e isto porque quer seja Obama ou McCain, teremos pela primeira vez ou um negro a governar os Estados Unidos da América, ou o candidato mais velho de sempre juntamente com a primeira mulher a vice-presidente. É de facto algo que nunca pensei que pudesse vir a acontecer.

Mas se queremos ver alguma mudança no Mundo, temos que ser nós a mudança. Be the change you wanna see in the world!!! É a frase que mais ecoa na minha cabeça. Obama dará certamente uma imagem jovem à política norte-americana, é o rosto da esperança! Se for eleito, despirá quase todos os preconceitos que existem sobre o racismo. A América precisa de Obama e o Mundo também!

É hoje, é hoje que se vai fazer sentir o que há muito se espera... "YES WE CAN!!"

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

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Don't tell me the sky is the limit


O céu já deixou de ser o meu limite. Por vezes é o meu ponto de partida

domingo, 2 de novembro de 2008

6

Livros...


Sempre gostei de ler. E sempre fui daquelas pessoas que entram numa livraria ou numa biblioteca sem ser por obrigação ou porque ''tem que ser''. Dá-me sempre um certo prazer ler as contracapas, acariciar a capa, folhear uma ou duas folhas e ler as críticas. É algo que me completa e não sei explicar porque razão costumo ler cerca de três livros por mês, ou mesmo ficar acordada até às 4 e tal da manhã só para acabar de ler um livro. A minha mãe ralha comigo para me deitar porque "já é tarde e ainda estás com a cabeça nos livros" e os amigos (quase todos) não compreendem a necessidade de ter uma história (real ou fictícia) a caminhar lado a lado com a minha vida. Para eles é surreal. Para mim é essencial.

Gosto muito pouco de livros espirituais. Por exemplo, O Segredo, apesar de me ter sido recomendado por imensas pessoas não é livro que me chame a atenção, pois pura e simplesmente toda essa ideia da mente e do sei lá o quê, não me fascina... "É pena, acho que é sempre bom ler um livro desta categoria", dizem. Talvez um dia...

Adoro romances! Nicholas Sparks? SIM!! Apesar do que acham do trabalho dele, eu adoro. Histórias que nunca nos passa pela cabeça, provas de amor incríveis que nos fazem sonhar e cada página é um turbilhão de emoções. Acabo sempre os livros dele ou a chorar que nem Maria Madalena, ou revoltada, ou com o desejo de ter continuado ou então feliz por ter acabado da maneira que acabou. Mas em todos os que já li, há sempre uma parte em que me emociono. E gosto disso nos livros. Acho importante haver uma ligação entre o autor-leitor e no meu ponto de vista essa ligação é muito bem conseguida mexendo com as emoções de ambas as partes. Também não resisto a livros históricos, romanceados, de preferência. Aventuras, dramas, acção... sim! Ficção científica... alguns... e quanto a Harry Potter's li-os todos. Todinhos! Derreto-me com livros infantis, especialmente as histórias da Anita que tenho a colecção toda e pretendo continuar, e numerar os meus livros preferidos é complicado. Muitooo complicado! Autores é mais fácil, mas mesmo assim...

No entanto, se há livro que não consigo ler é do Saramago, e dá-me uma dor saber que tenho que o fazer (experimentei ler Ensaio sobre a cegueira e ia morrendo. E quanto ao Memorial do Convento também fiquei sem ar, mas a esse eu não posso mesmo escapar...) e também os da Margarida Rebelo Pinto. Não consigo. Lembro-me de no ano passado ter comprado numa feira em Lisboa um livro dela por 5 euros e foi os 5 euros mais mal gastos em toda a minha vida. Há quem diga que estes dois autores são aqueles que têm um certo tipo de leitores: ou gostam ou não gostam. Não há meio termo. E parece que sim...

Não sou adepta dos livros do tipo Queimada Viva. Aquela ideia ou se calhar preconceito que tenho, de que tudo quem escreve esses livros só tem um objectivo: fazer-se de vítima, irrita-me. (atenção, é só a ideia que eu tenho que até pode vir a se alterar que houverem argumentos suficientemente convincentes)

Não gosto de ler obrigada, mas já fui surpreendida neste aspecto. Este ano lectivo que acabou tive que ler Os Maias e assustei-me um bocado com essa ideia. Comecei a ler, e até fui saltando páginas porque era tão maçador, mas tão maçador que a minha vontade era pôr o livro a arder. Depois, tive mesmo que o reler (ou ler, como queiram), porque tinha que fazer um teste sobre o livro e não sabia nada. Conclusão: li-o em cinco dias e amei-o! Parece mentira, mas não. Amei-o mesmo!

E este post só para comunicar duas coisas: Primeiro, estou a ler Crónica de uma Morte Anunciada (obrigada), e Rio das Flores. Além destes ainda me falta ler uns dois ou três e hoje fui à Bertrand e não resisti em comprar três livros: A vida num sopro, José Rodrigues dos Santos, O Jogo do Anjo, Carlos Ruiz Záfon e... e... e... Um homem com sorte, Nicholas Sparks, claro! Hahahahaha, fiquei feliz da vida! Há muito tempo que não comprava livros e adorei a sensação de sair da livraria com um saco enorme! Segundo, a partir de hoje vou iniciar uma nova categoria relacionada com livros. Por isso, regularmente apresentarei um livro que tenha lido e que tivesse gostado, ou não. Irá funcionar como a categoria do cinema e da música...

E agora, resumindo e baralhando, ler é o meu maior vício e tenho muito orgulho em dizer isto!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

2

Hããã???!!!!!!!

O que é que se pensa quando vamos a uma farmácia pedir anti-gripine e o farmacêutico coloca em cima do balcão uma caixa de preservativos???!!!!!! Sim!!! Preservativos!!!!
A minha reacção - ficar chocada alguns segundos, rir e de forma educada repetir cuidadosamente: ''a-n-t-i-g-r-i-p-i-n-e-!''
A reacção do farmacêutico - "Ah, peço desculpa!"
A minha reacção - permanecer no modo risonho e dizer ''tudo bem''
A reacção final (minha claro) - ainda rir mais (de forma controlada e baixinho) e pensar que anda tudo maluco (para além de constatar que eu não tenho cara de quem precisa de preservativos!!!! Por favor poupem-me!!!! LOL!)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

1 comentários

My Blueberry Nights II


How do you say goodbye to someone you can’t imagine living without? I didn’t say goodbye. I didn’t say anything. I just walked away.
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My Blueberry Nights


Só vendo. É um bom filme. Hoje quis revê-lo, mas visto que já não é possível, fico-me pelas frases e pelas músicas.


terça-feira, 28 de outubro de 2008

3

... é demasiado para os meus queridos 17 aninhos!!!!!!!!

Quando a cabeça não tem juízo... Melhor! Quando na cabeça já não entra mais nada sobre as primeiras décadas do século XX, e como ainda estou ''assim-assim'' como diz a Maria, e quero aliviar o stress... eis que estas fotografias assaltam o meu computador e eu fico... pronto... encantada...

tão lindooo!!!

bingo... o meio sorriso derrete-me!!!

ai se o olhar matasse...



... deixei de respirar por alguns minutos...

Já suspirei imensas vezes nos últimos minutos... Acontece que pronto... fico sem palavras!!

E foi desta que o meu blog perdeu toda a dignidade (pfuu) e toda a sensatez (hãã?) e toda a seriedade (q.b) que lhe possam ter atribuído... Mas, é importante realçar que eu não passo de uma adolescente (a-d-o-l-e-s-c-e-n-t-e) normalíssima e como todos os adolescentes (a-d-o-l-e-s-c-e-n-t-e-s), tenho que viver estes momentos assim... simbólicos... hmm não simbólicos não... importantes, pronto, essenciais! que nos são proporcionados... ok, a idade da parva já lá foi mas ainda me derreto com deuses como este lindo pãozinho que só encontro na televisão ou no cinema, percebem? (ainda por cima, já me repararam nas mãos?!! e no sinal que tem ao pé do lábio??!!) Hmmm... é demasiado coiso! Aii já nem sei o que digo. É que... raios, já me viram bem istoo???!!!!! Até troco as palavras!! Ok... descambou tudo... agora mesmo!!!! Hahahahahaha

Go Out - Storm Newton

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

4

La même histoire

Tenho saudades tuas. Das nossas conversas. Das nossas vivências. Dos nossos medos. De quando falámos e ríamos como se não houvesse amanhã. Dos olhares. Dos meios sorrisos. Até dos silêncios. De quando agarravas as minhas mãos e murmuravas, docemente "tudo se vai resolver". Davas-me o mundo...

Agora, um sentimento de perda asfixia-me. Nada posso fazer, eu sei. É deixar partir. É querer voltar, simultaneamente. É continuar escrava da minha inconstância e me afundar nas memórias que, de dia para dia, se arrumam mais fundo e mais fundo e mais fundo até desaparecerem, numa data qualquer. Até lá, bebo um pouco de esperança. Esperança de que nada seja esquecido. Porque "Nada vai mudar, mi. Tu não te vais despedir de mim já na próxima esquina. E eu não vou desaparecer da tua vida. Há muito mais para viver! Em poucas palavras: há a eternidade!". Lembras-te?

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

6

"Smile smile and the world smiles with you!"


Se há coisa que tenho que aprender a controlar é, sem dúvida, o meu riso. Digamos que não tenho um pingo de vergonha na cara e riu-me em todo o lado, à frente de qualquer pessoa e... alto! Riu-me por tudo e por nada. E depois, hoje, foi ''detectado'' três coisas que faço enquanto riu...

  1. inclino-me para a frente
  2. bato palmas (esta é a pior de todas) -entenda-se, dar uma palma e depois rir e rir e rir e depois dar outra... não é seguido.. aii não sei explicar!
  3. tenho que parar para poder rir à vontade

Acontece que estas três coisas eu não consigo explicar, especialmente o ponto 2, mas é algo que faço de forma inconsciente. Quanto ao ponto 1, já aconteceu haver cabeçadas por a pessoa que está à minha frente se inclinar para trás quando ri... e quanto 3... não consigo rir enquanto ando. É inexplicável, pronto!

O pior mesmo são os meus ataques de riso, longos, infindáveis, podendo provocar algumas vezes dores de cabeça (em mim e nos outros - desculpem-me por isso!). Um episódio muito engraçado aconteceu este Verão, na praia, em que durante 5 minutos (e sem exagero), o meu riso se pareceu com soluços porque eu estava a comer uma sandes e não podia fazer o meu "HAHAHAAHAHAHHAHAAH" então, de boca fechada, foi fazendo sons que eram como os soluços. Isto só provocou mais risada que acabava por ser contagiante e ninguém se calava! E não conseguia engolir. Lembro-me que fiquei com dores de cabeça, após esse momento.

Outro episódio (ou será melhor dizer, outros episódios uma vez que acontecessem todos os dias, ou quase todos?) é quando estou a jantar com os meus pais (por exemplo), está tudo sério e de repente eu lembro-me de alguma coisa e ''escangalho-me'' toda e nunca mais me calo. A minha mãe só abana a cabeça como quem diz ''parece impossível!'' e o meu pai recusa-se a se manifestar! Pareço uma louca acabadinha de sair do manicómio... é um bocado assustador, confesso, até para mim mesma. AH! Também me riu de mim mesma, de alguma asneira que disse, ou fiz, ou simplesmente porque sei que estou a ser palhaça... Também já aconteceu eu acordar e começar a rir (sem motivo). Parece mentira mas é bem verídico!

Também é mesmo mau quando vamos falar com alguma pessoa, por sinal desconhecida (especialmente se formos pedir indicações/informações), e há alguma coisa, ou a voz, ou uma palavra, sei lá, qualquer coisa que essa pessoa diz e que estamos desejando de rir, mas por razões de educação não o fazemos. Mas quando é inevitável, aconselho a mexer no sapato, como se algo tivesse preso... não pára totalmente o riso, mas ajuda a acalmar! É portanto, o que geralmente faço. (Eis a situação que preciso mesmo de controlar: não rir à frente de desconhecidos, num momento em que é suposto estarmos sérios...)

Mas, e penso que isto acontecesse com qualquer um, quando não (NÃO!) podemos mesmo rir, é quando a vontade é ainda maior. Por exemplo, nas aulas, numa biblioteca, num café assim com um ambiente calmo, num teatro, numa conferência etc etc etc etc. Pois. Para mim, esses são os piores de aguentar. Começo então a mordiscar o lábio e a contar até 10 como forma de relaxar e de me manter calada... Em vão, como é óbvio.

Sou apologista de que rir é a melhor terapia que existe e um dia sem dar uma boa gargalhada, não é dia! E o mais engraçado (segundo muita gente) é que quando me apresento a alguém digo sempre (mas sempre) "Gosto muito de rir, e riu-me por tudo e por nada. Pior, riu-me consideravelmente alto..." Mas esta é uma das minhas características: sou muito risonha e tenho um sentido de humor bastante elevado. Sou de riso fácil, como se pode ver, e mesmo quando falo, riu, ou pelo menos, sorriu. E aqueles jogos de ''Vamos ver quanto tempo aguentas sem rir" ou "Vou tentar fazer-te rir" ou algo assim, a outra pessoa ganha sempre, porque eu não aguento e é como uma explosão!

Resumindo: Hoje apeteceu-me escrever sobre o riso porque rir é sinónimo de liberdade, de vida, de felicidade, e mesmo que cause rugas (segundo dizem) eu quero lá saber!! A verdade é que (e fazendo um balanço de tudo o que quis dizer - e disse - e de tudo o que não consegui...) gosto de me rir das piadas, das parvoíces, de coisas sem sentido, até de coisas sérias (de vez em quando, claro. Quando é para falar a sério, é para falar a sério!). Gosto de me rir só de lembrar coisas que aconteceram, gosto dos risos que nunca são esquecidos (especialmente aqueles histéricos e todos malucos). Gosto de ouvir as pessoas a rir, gosto de ver as pessoas rir, gosto de risos espontâneos e mesmo daqueles um bocado parvos mas que mesmo assim têm piada. Gosto de fazer as pessoas rir, gosto que me façam rir. Gosto de rir sozinha com uma estupidez qualquer, gosto de me rir em grupo, gosto daquela sensação que parece que vamos morrer de tanto rir e além diz: "Sabes que podes morrer por tanto rir? É o que as pessoas chamam uma morte feliz!". Gosto de me engasgar de tanto rir (já aconteceu várias vezes), e também gosto de rir sem razão nenhuma.

E adoro quando dizem: "Podes-te calar? Só ris!!!" e a resposta é... "HAHAHAHAHAHAA!" Divinal!!!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

9

La Vita è Bella


Vencedor de vários Óscares da Academia, entre eles, melhor actor principal, melhor argumento, melhor banda sonora, melhor director, melhor filme estrangeiro. Um verdadeiro carrossel de emoções e um hino à vida como eu nunca vi! Não é preciso dizer mais nada. O filme fala por si.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

6

Constatação

Felizes aqueles que sabem rir de si próprios
4

Apontamento

É perfeita. A letra é perfeita. A melodia é perfeita. O título é perfeito. O local do clip ainda mais perfeito. Tudo isto é perfeito excepto o que eu quero mesmo que seja...


A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada, descuidada.
Caiu, e eu fiz-me em mais pedaços do que havia loiça no vaso.

Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
E os deuses que há debruçam-se da escada.
Para ver o que a criada fez de mim
Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.

Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.

A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
E os deuses que há debruçam-se da escada
E sorriem à criada
Não se zanguem com ela.
São tolerantes...

A minha alma partiu-se como um vaso vazio
Caíu, partiu-se, caíu
A minha alma partiu-se como um vaso vazio
Caíu, partiu-se, caíu

O que era eu, o que era eu?
Um vaso vazio
O que era eu, o que era eu?

Alastra a escadaria atapetada de estrelas.
Ao fundo um caco brilha entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
E os deuses olham-o por não saber por que ficou ali.

Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.

O que era eu, o que era eu?
Um vaso vazio
O que era eu, o que era eu?
Ai, o que era eu, o que era eu?
Um vaso vazio
O que era eu, o que era eu?

Margarida Pinto

terça-feira, 21 de outubro de 2008

3

O melhor é deixar partir...


O melhor é deixar partir. Não quero ficar de pernas para o ar outra vez. É preferível soprar o que me vai na alma. Abandonar as armas num canto indistinto, sacudir as emoções e seguir em frente. Fechar a porta que ainda está semi-aberta. Há janelas por aí, dizem. Nem que seja por detrás da fina cortina do tempo...

O melhor é mesmo deixar partir…

domingo, 19 de outubro de 2008

0

Plano

Trabalho o poema sobre uma hipótese: o amor
que se despeja no copo da vida, até meio, como se
o pudéssemos beber de um trago. No fundo,
como o vinho turvo, deixa um gosto amargo na
boca. Pergunto onde está a transparência do
vidro, a pureza do líquido inicial, a energia
de quem procura esvaziar a garrafa; e a resposta
são estes cacos que nos cortam as mãos, a mesa
da alma suja de restos, palavras espalhadas
num cansaço de sentidos. Volto, então, à primeira
hipótese. O amor. Mas sem o gastar de uma vez,
esperando que o tempo encha o copo até cima,
para que o possa erguer à luz do teu corpo
e veja, através dele, o teu rosto inteiro.

Nuno Júdice

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

7

Ídolos...

No dia 11 de Janeiro de 2007 o mundo caiu-me em cima. Após as fabulosas férias de Natal com os tios e primos do estrangeiro e muitos passeios pela ilha, o novo ano tinha começado, mas tinha começado mal... Nesse mesmo dia, não te conseguias levantar da cama e respirar doía. Não soube disso. Fui para as aulas, descansada, achando que estava tudo bem. Mais tarde, por volta das três da tarde, a mãe mandou-me uma mensagem a dizer para ir ter ao hospital depois das aulas, pois a ambulância tinha ido a casa buscar-te. Fiquei sem reacção possível... Liguei a perguntar por pormenores e fiquei ainda mais pálida, depois de ela me dizer que estavas em coma. Tentei manter a calma, e consegui. Na altura, tinha comigo uma amiga e colega de turma e contei-lhe o sucedido. Não contei a mais ninguém. Só saía das aulas às seis e um quarto e não faltei às aulas. Sabia que tinha que estar entretida e pensar noutras coisas, apesar de a minha mente viajar única e exclusivamente para aquele edifício horrível que tresanda a remédios. Viajar única e exclusivamente para ti e para todos os momentos que tínhamos passado. Não verti uma única lágrima depois de saber da notícia. Mais uma vez, a capacidade que tenho de me manter calma nos piores momentos fez com que eu até gerisse a situação melhor do que eu e a minha amiga achávamos. Mas lá no fundo, mesmo no fundo, estava em pânico e tinha medo de qualquer telefonema, de qualquer coisa que acontecesse, até a mais banal como os tios me ligarem para saberem como eu estava...

Tocou para a saída. Peguei nas minhas coisas e fui para o hospital. Lembro-me de ter ido a pé, pois queria estar a sós uns momentos, queria reflectir e digerir muito bem o que estava a acontecer. Ninguém sabia como estava. Ninguém sabia o que se tinha passado. Preferi assim. Quis deixar as coisas correrem naturalmente e não quis as atenções viradas para mim mesma. Há quem chame egoísmo, eu apenas digo que é para não preocupar ninguém e para eu própria aprender a lidar com a situação. Cheguei ao hospital algum tempo depois mas não consegui entrar. Não estavas nas urgências, como é óbvio, mas mesmo assim não me deixaram te ver. A mãe perguntava aos médicos como é que estavas e nenhum dava respostas. As análises ainda não estavam prontas e contava-se os segundos e os minutos e as horas a passarem, tal era o stress. Desliguei o telemóvel. Lembro-me de o fazer. No hospital, senti-me fraca. Quis muito que tudo passasse depressa, mas nada. Nenhuma reacção tua, nenhuma resposta dos médicos. Não passei lá a noite. Voltei para casa, porém voltei com o tio. A mãe, ficou no hospital com a tia. Nem aos avós avisámos, pois o avô tem problemas de coração e não se pode preocupar e a avó... ia reagir muito mal. Preferimos esperar pelo dia seguinte para dar a notícia.
A noite passou-se e tu em coma continuaste...

Regressei às aulas, sexta-feira dia 12, e contei aos meus amigos tudo o que tinha acontecido na véspera. Mas as lágrimas pareciam que tinham secado... nem uma! Houve quem me chamasse de insensível... não faziam mesmo ideia como ardia por dentro! No entanto, esse foi o pior dia. Foi nesse dia que os avós souberam o que se tinha passado e não reagiram nada bem à notícia, foi nesse dia que o resultado das análises tinha saído e indicava que tinhas tido um ataque de diabetes (estavam em 600 e tal...) e que... ainda estavas em coma e não havia sinais de melhoras em lado nenhum...

Mais quatro longos e difíceis dias passaram. Dias monótonos, e sem grande esperança. E finalmente, acordaste do coma! Os diabetes ainda estavam altos, mas muito mais fáceis de controlar. Foi aí, nesse mesmo dia, 17 de Janeiro, que eu chorei. É estranho ter sido tanto tempo depois, mas foi nesse mesmo dia que me apercebi que o pior tinha passado, que agora tudo o que acontecesse ia fazer com que melhorasses. E assim foi. Passaste ainda, uns dias nos cuidados intensivos só para uma questão de controlo, e depois para os quartos. Só aí, cerca de uma semana e meia depois é que te vi. Branco, magro. Alimentado a soro e nada mais. Na hora das visitas, permanecia no hospital imenso tempo, mesmo quando estavas a dormir. Muitas vezes estudava lá, só para estar contigo.
Nesse mesmo mês, a filha do D., com 21 anos, também teve que ser operada de urgência ao coração, mas a operação correu mal e ficou em coma durante dois meses. Foi outro mundo a nos cair na cabeça. Simultaneamente visitávamos a M., e dávamos força à família. Tentávamos consolar a mãe, o pai e a irmã. Era um completo um por todos e todos por um... Felizmente, ela agora está bem, e apesar de todas as lesões mentais que sofreu (e não só), está a conseguir normalizar a sua vida e continua com a mesma força de sempre e o mesmo sorriso...

Quanto a ti, só saíste do hospital no dia 5 de Fevereiro e duas vezes por semana ias ao médico para ver como estavam os diabetes. Tiveste que injectar insulina durante muito tempo mas aos poucos e poucos, tal deixou de ser preciso porque a alimentação também teve que ser controlada. Tudo ia, aos poucos, normalizando... O pesadelo tinha acabado. Estava tudo a regressar ao normal. Enquanto estiveste no hospital perdeste mais de 20 quilos, mas como foram perdidos de uma forma repentina, foi preciso recuperar alguns de forma equilibrada. Começaste a ter consultas de nutricionista e a fazer exercício físico regularmente. Os diabetes, estabilizaram, e até hoje, 16 de Outubro de 2008 tem sido mantido debaixo de olho. Por vezes, tens uma recaída, no entanto consegues recuperar bem e seguir com a tua vida! E eu estou feliz por isso! Muito mesmo! Pois eu nunca, mas nunca, pensei que te ias safar disto. Nunca mesmo!

Tudo isto que estou a partilhar convosco, foi recontado, ontem, ao jantar, aqui em casa, em primeira pessoa do plural, e digo desta forma porque os meus pais recontaram tudo isto e porque... houve uma enorme surpresa para mim... O D. veio cá com a mulher e claro com a M., que está linda, que está numa pérola! e cheia de vida! Ainda me emocionei durante a narrativa. As lágrimas foram de tristeza ao relembrar tudo isto, que me marcou imenso e que mudaram a minha maneira de lidar com a vida, mas foram muito mais de alegria por ver que tu, Pai, conseguiste dar a volta por cima e que estás bem, estás cheio de energia, cheio de vida e que a M., está entre nós e que de dia para dia, ganha mais um trunfo! Ela teve que aprender a ler outra vez, a escrever, a falar, a andar... tudo! Teve que aprender a fazer tudo de novo! E eu estou muito orgulhosa por ver que força de vontade é o que não falta, e que já consegue dar continuidade a uma conversa e liderar muito bem os seus movimentos!

São depois de momentos como estes que eu digo que os meus ídolos não são os cantores, nem actores, nem celebridades... são sim pessoas como vocês que conseguiram sair de uma situação muito complicada, que deram outro sentido à forma como lidam com a vida e que ensinaram, a mim, também a vê-la com outros olhos!
E agora, não é preciso dizer mais nada, mas sim ouvir...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

14

Uma massagem please!

Sabem do que preciso mesmo? De uma massagem nas costas e de uma grande taça de fruta! LOL! É preciso ter lata, eu sei... mas passo a explicar:

Estou com as costas completamente moídas. Isto de andar sempre a pular e a ajudar a distribuir coisas para as listas (a propósito, Vota B!), mais aos lindos alongamentos na aula de ed. física que fazem com que eu sinta algo a se quebrar e a mania de andar com uma mala onde enfio tudo lá dentro e depois tenho o peso todo num só ombro e ando de lado, mais a forma como me sento nesta mesma cadeira onde estou agora e tudo isso, fazem que a meio do dia não aguente das minhas costas! E o que me apetecia mesmo era estar estendida para aí, comendo uma grande taça de melancia e melão e papaia (LOL!), ouvir uma boa musiquinha como esta que está a tocar, apreciando uma bela vista enquanto relaxo com a massagem! Mas o que acontece é que nem estou a comer a taça de frutas que tanto me apetecia - mas estou sim a saborear um chupa chupa de morango (mais um) oferecido pelas listas (hehehe), - nem vou levar a massagem, porque pura e simplesmente ninguém a vai dar e se eu pedir ainda oiço "Ahhh, temos pena, também quero!" Hahahaha que amores... É nesta altura que faz falta um irmão... porque assim fazia chantagem... "Ou dás a massagem ou não te dou nenhum chupa!" Hahahaha que maldade... mas tenho a certeza que alinhava logo.

A vontade é tão grande que até imagino aquela cena do Mamma Mia em que a Meryl Streep está num belo cruzeiro a levar uma grande massagem... até tenho alucinações!!!! Hahahahaha

terça-feira, 14 de outubro de 2008

2

Para ti...


Cabeça para cima, ar nos pulmões, olhar no horizonte e sorriso nos lábios. Estou contigo amigo...

Um beijinho muito grande e claro, uma rosa branca
4

"Toma juízo Marta!!"

Estou há horas a dizer isto para mim mesma! Só numa de precaução. Não quero fazer alguma coisa que me arrependa e que não possa voltar atrás. Além de que não quero por em causa muitos dos meus princípios (?)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

6

Sempre sempre sempre!

Se te disser que te conheço há mais de 11 anos, não é novidade nenhuma. Se te disser que já são muitos anos juntos também não é novidade nenhuma. Se te disser que és importante para mim não é novidade nenhuma. Se te disser que és como se fosses meu irmão de sangue não é novidade nenhuma. Se te disser que és um dos melhores amigos também não é novidade nenhuma. Se te disser que basta um pequeno chamamento e estou ao teu lado para te ouvir e aconselhar, não é novidade nenhuma. Mas eu digo, e não me importo de o dizer milhões de vezes!

I love you just the way you are

domingo, 12 de outubro de 2008

10

Mar Adentro


Um filme sobre a eutanásia e a luta de um homem que faz de tudo para alcançá-la. Até onde vai a amizade e o amor? Até onde vai a dignidade?
São filmes como este que nos põem em cheque. São filmes como este que nos deixam ficar com todas as incertezas em relação a este assunto, denominado ''morte sem dor''. Se antes tinha uma opinião formada, hoje sei que prefiro ficar com as minhas próprias interpretações. E isto porque ninguém tem o direito de roubar a vida a um ser humano, mas também ninguém deve ser tão egoísta ao ponto de ver outra pessoa a sofrer...


Um grande filme, uma grande história, o auge de emoções, um grande actor e claro, um dos melhores filmes europeus!