segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
2
Bom diaa
Só para dar sinal de vida e dizer que este blog ainda continua activo! Nunca me vou desfazer dele, por razões bastante óbvias.
Mas, aceitam-se opiniões para novos post's, visto que agora o outro blog tem um carácter um pouco diferente deste e as minhas ideias estão a ficar escassas.
Obrigada
Cumprimentos
sábado, 3 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
11
Lisboa Lisboa...
A vida em Lisboa está a decorrer bem. (por muito desmotivada que estivesse por vir para aqui, devo dizer que a partir de ontem à tarde* passei a achar a ideia muito mais interessante.)
Ora bem, nestes dois dias que cá estou tenho apenas tratado das coisas da faculdade. Só hoje é que tive algum tempinho para dar um saltinho às lojas e ao meu adorado clube Sport Lisboa e Benfica.
Digamos que ontem, após a aterragem fiquei um bocadinho com o coração nas mãos. Para além de estar completamente de directa, de estar com um espírito de bastante optimismo e de ter como companhia a minha Lu, tive a noção (a verdadeira noção) que uma vez em Lisboa, Lisboa para sempre (''para sempre'' é como quem diz... mas pelo menos por uns 4 anos). Quem me conhece sabe que adoro esta cidade e que há muito queria vir para cá, mas nunca tinha idealizado as coisas sem os meus amigos todos aqui, sem a minha família, os meus pais e todos aqueles sítios que faziam parte da minha rotina na Madeira. Custa e custa ainda mais não estar verdadeiramente em casa. Mas nada que não se consiga suportar.
*A ida à faculdade foi fantástica. Foi amor à primeira vista e fiquei com aquele sentimento de concretização. Esperei horas (e digo mesmo horas) nas filas das matrículas, mas no meio disso tudo, conheci alguns veteranos do meu curso que me deixaram completamente à vontade e me fizeram sentir como se estivesse no liceu, na ilhota. Foi, simultaneamente, uma sensação de alívio e de ansiedade. Alívio por ter conhecido algumas pessoas muito porreiras, extremamente simpáticas, com muitos gostos em comum, como foi possível constatar, e ansiedade para ter mais oportunidades deste tipo. (mal posso esperar por segunda!!!).
E hoje, meus amigos, fiz a grande boa acção (para mim mesma...) de me fazer sócia do Benfica. Uma palavra: finalmenteeeeee!!!!
Estou entusiasmada com tudo isto e a adrenalina está a correr-me nas veias que é uma coisa séria!!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
2
To a stranger
Passing stranger! you do not know how longingly I look upon you,
You must be he I was seeking, or she I was seeking, (it comes to me as of a dream,)
I have somewhere surely lived a life of joy with you,
All is recall'd as we flit by each other, fluid, affectionate, chaste, matured,
You grew up with me, were a boy with me or a girl with me,
I ate with you and slept with you, your body has become not yours only nor left my body mine only,
You give me the pleasure of your eyes, face, flesh, as we pass, you take of my beard, breast, hands, in return,
I am not to speak to you, I am to think of you when I sit alone or wake at night alone,
I am to wait, I do not doubt I am to meet you again,
I am to see to it that I do not lose you.
You must be he I was seeking, or she I was seeking, (it comes to me as of a dream,)
I have somewhere surely lived a life of joy with you,
All is recall'd as we flit by each other, fluid, affectionate, chaste, matured,
You grew up with me, were a boy with me or a girl with me,
I ate with you and slept with you, your body has become not yours only nor left my body mine only,
You give me the pleasure of your eyes, face, flesh, as we pass, you take of my beard, breast, hands, in return,
I am not to speak to you, I am to think of you when I sit alone or wake at night alone,
I am to wait, I do not doubt I am to meet you again,
I am to see to it that I do not lose you.
Walt Whitman
sábado, 12 de setembro de 2009
10
:D
LLLLLLLLIIIIIIIIIIIIIIIISSSSSSSSSSSSSSSBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
5
Das
Tenho medo. É essa a minha mais recente constatação. Costumava acreditar em coisas extremamente puras. Costumava reger-me consoante as regras que nós mesmos impúnhamos. Costumava admirar as pessoas mais improváveis. Costumava perder-me a todas as horas e encontrar-me no minuto a seguir. Gostava disso. Ou pelo menos achava que gostava… ou queria gostar. Queria gostar desse deambular frenético, desse desequilíbrio entre o sonho e a realidade, desse carrossel que me deixava tocar no céu e, no minuto seguinte, ter os pés bem assentes na terra. Talvez por isso me levar a crer que a melhor maneira que eu tinha de sobreviver a toda esta anarquia era remar contra a maré e «não me juntar a eles».
Não sei muito bem se me orgulhava disso, mas sentia-me bem. Não sei muito bem se esses eram os meus princípios. Na verdade desconheço-os, por completo. Não os procuro, na verdade. Não os quero, por agora. Porque ainda existe nas minhas entranhas uma força qualquer que me puxa para um remoinho de emoções que nem eu própria sei descrever. Por mais que tente, por mais que esqueça, por mais que se repita. Há qualquer coisa de misterioso por detrás de cada gesto teu… e nosso. Há qualquer coisa que teme em não se revelar ao som de cada nota tocada, ao ritmo de cada palavra dita. É como aquela sensação de estarmos numa casa assombrada.
Imaginemos. Cada pequeno passo que damos faz com que a madeira ranja, com que toda a estrutura da casa estremeça e com que o nosso coração bata muito mais rápido e fortemente. Estamos alagados, da cabeça aos pés. Os nossos olhos esbugalham-se cada vez mais e sentimo-nos suspensos num ar inclassificável. Depois, quando a única coisa que se ouve é a nossa respiração bastante acelerada e estamos prestes a gritar, uma mão suficientemente forte para calar um grito de um inocente, abafa a nossa voz e soltam-se pequenos guinchos que se escapam por entre os dedos daquele que nos impediu de expressar os nossos sentimentos. O que fazemos? Desistimos. Saímos da casa o mais rápido que conseguimos e não queremos nunca mais lá pôr os pés. Ignoramos, portanto, as marcas que ficaram no nosso interior e declaramos ao mundo que «estamos prontos para outra». Asneira. Não estamos nem nunca estaremos. Existe um fio invisível que nos liga ao que ainda está preso a nós por outro fio invisível. No fundo estão interligados por algo suficientemente resistente e que nós, por mais que tentemos, não conseguimos desfazer.
Pergunto-me se queremos. Tenho dúvidas. Por mais que digam que «querer é poder», existem momentos da nossa vida em que a única coisa em que acreditamos é no que sentimos relativamente a determinada situação e tudo o resto é isso mesmo, resto. Mesmo que não saibamos muito bem do que falamos (como é o meu caso). Apenas sabemos que está lá e que nos perturba. Que nos desacredita a todo o instante e nos consome num ápice. Não sabemos muito bem o que haveremos de fazer.
Por isso estagnamos. Pensamos que um dia teremos a resposta a todas as nossas perguntas ou ansiamos que alguém perceba as nossas entrelinhas que estão em todo o lado. Numa troca de olhares. Num gesto feito propositadamente. Até nos que não planeamos. Num jogo de palavras. Num sorriso. Numa lágrima. Num texto mal escrito e pontuado. Numa gargalhada. Num suspiro. Esperamos sempre que surja quem nos olhe nos olhos e desbobine tudo aquilo que não queremos ouvir. Mas que precisamos. Porque nesse momento ganharemos coragem para aceitar a realidade tal e qual como ela é. Mesmo que isso implique mais um erro em breve. Mesmo que o carrossel ainda funcione. Mesmo que voltemos a admirar as pessoas mais imprevisíveis. Mesmo que nos percamos a todas as horas e nos encontremos nos instantes seguintes. Mesmo assim.
Há coisas que não sabemos explicar muito menos compreender.
Tenho medo. Continuo a ter medo. Tenho medo que o nós construímos seja como um castelo feito de cartas. Já chegámos ao topo? Não sei. Não costumo colocar um topo naquilo que faço, mas não te conheço nesse aspecto. Provavelmente já passei os limites que tínhamos imposto inicialmente. Provavelmente estou perto e o melhor é começar a descer, devagarinho, para a queda não se fazer sentir tanto. Mas faz-se sentir! Porra. Na melhor das hipóteses, tudo isto funciona como as estações do ano e neste momento encontro-me na transição. Estúpida transição pela qual passamos apenas porque queremos. Sim, porque queremos. Ninguém nos obriga a isso. São outra vez as regras que impusemos que bem que podiam ser apagadas. Não teria piada assim, dizes tu. A mim pouco me importa o humor da questão. Não tenho esse espírito agora.
Tenho sim medo, mais uma vez. E terei sempre, enquanto tudo funcionar assim. Enquanto olhar para o espelho e não conseguir decifrar o que estou a ver. Enquanto as recordações se forem esbatendo, pouco e pouco e cada vez mais depressa. Nada pode parar isso. Ou pode? Serás tu? Serei eu? Seremos apenas nós? Um nós invencível, como classificámos desde o início. Desde o primeiro momento em que te cruzaste comigo.
E foste entrando na minha vida, sem sequer pedires. E eu, sem me importar.
Tenho medo. Tenho medo do que está para vir. Penso que te conheço. Sei que não. Acho que ainda espero pelo dia em tudo ficará claro como a água e consigamos ver o nosso reflexo para onde quer que olhemos. Poderá ser tudo utópico. É provável que seja. (Já acreditei menos...). Mas penso que sei lidar com isso. Aliás, penso que sei tudo. Uma mania. Ou se calhar até sei e não quero aceitar. É mais provável. Ainda estremeço de cada vez que alguma coisa que me lembre x situação se pareça com outra x situação que me fez sentir de x maneira. Juntemos tudo numa equação. Ou talvez não. Deixemos assim: solto. Como sempre quisemos. Não condeno ninguém por isso. Sabes muito bem. Sabes demais até. Saberás sempre. Orgulho-me. Acho que é por isso que ainda continuo a mesma pessoa de há uns anos.
Alguma vez mudarei? Há uma parte em mim que desconhece o que quer que seja. Ou seja, que desconhece-me por completo. Não sou a melhor pessoa para me definir, na verdade. Nem a mim nem aos outros. Por isso limito-me a não me pronunciar. Ou então escrevo. Sobre mim, ou o que eu aspiro a ser. Sobre ti, ou o que significas para mim. Mesmo que à primeira vista não o/te reconheças. Bem, as coisas funcionam mais ou menos assim comigo. Um misto de interrogações e exclamações. Vírgulas. Muitas vírgulas. E hesitações também...
De qualquer maneira lembro-me de te escrever, secretamente, estes versos:
Recordarei em ti
O silêncio das palavras
Que outrora navegaram
Nos mares do tempo
E agora desmaiam na praia.
O silêncio das palavras
Que outrora navegaram
Nos mares do tempo
E agora desmaiam na praia.
Muito romântico. Nada o meu estilo. Actualmente. Não importa. Aliás, nada importa. Porquê? Porque cada dia que passa, sei que os momentos podem enveredar por dois caminhos: ou são como os sopros e esvaem-se num abrir e fechar de olhos, ou permanecem para sempre. Melhor, eternamente. (Só porque me parece mais longínquo).
Sempre gostei de rodeios. Pelo menos de os contar e por vezes de os ouvir. É como se juntássemos o possível e o impossível numa pequena taça de vidro e misturássemos tudo com uma pequeníssima colher de pau e no fim obtinhamos uma papa esquisita, à primeira vista, deliciosa após a primeira tentativa. Penso que gosto disso, visto que nunca sei do que gosto. Ou pelo menos devia de gostar. Ou querer gostar.
Enfim.
Tenho medo. Ainda estou com medo.
Desculpa.
Desculpa.
10
algures num hi5
Morremos.
OOOOIIII??????!!!!!!!!!!!
«Miuda...és e seras sempre aqela base!
MULHER!...Com um "M" muito maior qe grande... maravilhosa!!
Ela está feliz...bem qe merece!
existiram coisas no passado qe...maguaram-te e eu sei disso, entraram sem pedir licença e permaneceram, deixando uma marca...
Por vezes aqela qe fica nem sempr é a qe desejamos qe ficasse, e ela saiu com a merda das lagrimas, fez ferida nao fez?!
Eu sei qe fez, eu vi... mas... a verdade foi qe ouve qem nao aproveitasse...e nem é hoje...nem amanha qe irá dar o valor e sentir realmenre a falta...
Irá duer no coraçao tal como dueu aqi no teu...mas o jogo nao para...bola para a frente... o passado passa para o banco de supelentes e tu passas a avançada...
Nao te vais a baixo...nao nao vais porque nós (todos) nao deixamos iremus estar sempre aqi do teu lado para o qe der e vier...isto xeira a muita lamexisse yah eu sei ...ms dixem qem dix a verdade nao merece crime...
Por seres qem és é qe nunca iras estar so!
Iras verte au espelho e sorrir pensares qe és superior a tudo e tds...nunca iras ver te au espelho sozinha iras ter sempre alguem do teu lado!!...
E agora mais qe nunca mereçes tar feliz como tas ...
Xegou alguem qe finalmente conseguiu puxar te do fundo do poço e reactivar esse sorriso qe todos tinham saudades de voltar a ver!
E ainda bem! Precisamus de ti assim com força e vontade para enfentar um mundo de obstaculos!
O qe vem de baixo nao te atinge nada nem ngm alguma vez ira ser capaz de xegar seker au teu xulé!»
MULHER!...Com um "M" muito maior qe grande... maravilhosa!!
Ela está feliz...bem qe merece!
existiram coisas no passado qe...maguaram-te e eu sei disso, entraram sem pedir licença e permaneceram, deixando uma marca...
Por vezes aqela qe fica nem sempr é a qe desejamos qe ficasse, e ela saiu com a merda das lagrimas, fez ferida nao fez?!
Eu sei qe fez, eu vi... mas... a verdade foi qe ouve qem nao aproveitasse...e nem é hoje...nem amanha qe irá dar o valor e sentir realmenre a falta...
Irá duer no coraçao tal como dueu aqi no teu...mas o jogo nao para...bola para a frente... o passado passa para o banco de supelentes e tu passas a avançada...
Nao te vais a baixo...nao nao vais porque nós (todos) nao deixamos iremus estar sempre aqi do teu lado para o qe der e vier...isto xeira a muita lamexisse yah eu sei ...ms dixem qem dix a verdade nao merece crime...
Por seres qem és é qe nunca iras estar so!
Iras verte au espelho e sorrir pensares qe és superior a tudo e tds...nunca iras ver te au espelho sozinha iras ter sempre alguem do teu lado!!...
E agora mais qe nunca mereçes tar feliz como tas ...
Xegou alguem qe finalmente conseguiu puxar te do fundo do poço e reactivar esse sorriso qe todos tinham saudades de voltar a ver!
E ainda bem! Precisamus de ti assim com força e vontade para enfentar um mundo de obstaculos!
O qe vem de baixo nao te atinge nada nem ngm alguma vez ira ser capaz de xegar seker au teu xulé!»
algures num hi5
Morremos.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
1 comentários
When I at last awake
I bring an unaccustomed wine
To lips long parching, next to mine,
And summon them to drink.
Crackling with fever, they essay;
I turn my brimming eyes away,
And come next hour to look.
Emily Dickinson
To lips long parching, next to mine,
And summon them to drink.
Crackling with fever, they essay;
I turn my brimming eyes away,
And come next hour to look.
Emily Dickinson
domingo, 23 de agosto de 2009
2
Ainda continuo a ser tua «little girl»?
Tenho saudades tuas.
Tenho muitas saudades tuas.
Tenho mesmo muitas saudades tuas.
Tenho muitas saudades tuas.
Tenho mesmo muitas saudades tuas.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
4
Mais uma, do meu adorado
É completamente inacreditável que Sua Excelência Primeiro Ministro José Sócrates, aproveite tudo para somar alguns pontinhos, visto que estamos em campanha eleitoral. É completamente inacreditável que este senhor, aproveite o acidente na praia do Algarve e vá falar com as famílias das vítimas, com a maior cara de pau de sempre. Ele, que nunca pôs os pés num único acidente, achou por bem fazer o papel de bom samaritano. Tristeza. Não haja dúvida que em campanha eleitoral tudo vale. É preciso ter muita lata!
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Movimento Perpétuo Associativo
Quando surgiram não achei piada. Não conseguia estabelecer nenhuma ligação entre este género de música e a minha maneira de ser. Nem mesmo depois de ter falado com o M. acerca disto, de ele me ter dito que é fantástico e que eu devia de aprofundar a minha cultura musical ouvindo esta banda. Mas, como a vida dá muitas voltas e como uma pesquisa minimamente profunda ajuda-nos a aclarar as ideias, digo, sinceramente, que estou a gostar destas músicas. A verdade é que ficam no ouvido, isso ninguém pode negar e até têm um ritmo interessante. Dou a mão à palmatória, obviamente...
2

Pois bem, para mim tudo o que envolva Johnny Deep é digno de se ver. Contudo, este filme, apesar de ter gostado da ideia e de ter acção (sim, tem acção), soube-me a pouco. Estava à espera de algo um pouco mais espantoso e não enfadonho como achei mais ou menos a meio do filme. Mas, está nomeado para melhor filme e melhor actor (este último, parece-me justo)
Public Enemies

Pois bem, para mim tudo o que envolva Johnny Deep é digno de se ver. Contudo, este filme, apesar de ter gostado da ideia e de ter acção (sim, tem acção), soube-me a pouco. Estava à espera de algo um pouco mais espantoso e não enfadonho como achei mais ou menos a meio do filme. Mas, está nomeado para melhor filme e melhor actor (este último, parece-me justo)
1 comentários
La vie en rose
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
4
Parte I
Ele.
Pode dizer-se que não prima muito pela beleza e que os seus olhos são tão pequenos que, contrariamente ao que é suposto, sobressaem na sua face ligeiramente oval. Não consigo definir muito bem a sua cor... há quem diga que são castanhos esverdeados assumindo realmente o verde quando está perto do mar. - que coisa estranha!- Há ainda quem afirme que a cor de chocolate não engana ninguém, excepto quando, por vezes, «puxa o preto». Ao certo, ninguém conhece. Não é que a cor dos seus olhos pequenos realmente interesse, mas para pessoas que gostam de um olhar bonito, brilhante e até profundo, como eu, este ponto é determinante em muita coisa. Mas passemos à boca. Dizem que são os lábios que vão desenhar o sorriso; que tornam a expressão facial de uma pessoa muito mais bonita. Só me lembro do pobre DaVinci aquando da procura do sorriso perfeito para a sua Lisa. (e aqui entre nós, não podia ter arranjado um mais estranho!) Contudo, lamento em discordar, é verdade que os lábios dão o ar-de-sua-graça mas não é aí que está a ''essência''. - Atenção, não discutirei isso agora. - Os lábios deste homem não são carnudos, nem finíssimos. Digamos que tem uns lábios normais, ou pelo menos assim considerados por muito boa gente. Mas numa coisa essa normalidade é logo esquecida: quando sorri, o formato da sua boca é estonteamente apaixonante. Não sei bem porquê, mas há qualquer coisa naquele desenho completado pelo tamanho dos seus dentes brancos que fascinam qualquer alminha. Céus! Deve ser por isso que muitas mulherzinhas dizem que ele é um autêntico «pão-de-casa» (que expressão tão impertinente!). Nem falam no nariz pontiagudo!, sim eu própria discrimino esse pormenor, nem nas sardas que se acumulam nas bochechas e por cima do nariz especialmente quando é Verão. Do enigma da cor dos olhos, passam logo para o sorriso. Pois, percebo-as. Acho que é neste ponto que encontramos a beleza deste homem. Nesta mistura estranha de invulgaridade com misticismo. Ah não, não lhe falemos do cabelo porque esse, nunca ninguém o viu. Está sempre escondido por baixo de um chapéu de palha que combina rigorosamente com a camisa axadrezada que usa de cada vez que sai de casa.
É um homem reservado, bem podem apostar. O meu pai dizia-me que as marcas da Grande Guerra são bem visíveis no carácter deste bom homem. As próprias rugas denunciam-no. Quando voltou da guerra, voltou mais curvado fisicamente e psicologicamente. Ou seja, não lhe falem de metafísicas nem de grandes cuscuvilhices, muito menos de matérias que exijam alguma sabedoria para além daquela que a vida nos ensina porque se o fazem, não conseguirão manter um fio de conversa minimamente decente. Resumindo, falem-lhe apenas quando for essencial e ponham de parte todos os floreados. Se o virem todos os dias na taberna a um canto, bebericando o seu copinho de vinho, não o tomem por bêbedo. É apenas o que ainda o mantém de pé. Segundo resmunga «dêem-me este copinho todos os dias e ficarei vivo por muito mais tempo». Pois. Que seja feita a sua vontade, então.
Da sua vida todos desconhecem. Para além de o encontrarmos na missa aos domingos, às terças e quintas no largo da vila e todos os dias, à noite, na taberna, não sabemos de mais nada. Mesmo que quisséssemos. O homem fecha-se sempre em copas, e penso que será sempre assim. Um dia, quem sabe, abrirá todas as portas que estão por abrir. Um dia.
sábado, 15 de agosto de 2009
4
Finalmente!!!
Já tinha saudades da euforia dos jogos de futebol.
Amanhã será em grande e hoje apenas servirá para abrir o apetite.
Amanhã será em grande e hoje apenas servirá para abrir o apetite.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
4
Qual é a probabilidade de...
...estarmos numa aula de condução e, ao realizarmos uma marcha atrás numa curva e numa contracurva, depararmo-nos com outro carro de instrução a fazer exactamente o mesmo e termos um possível acidente? Teve a sua piada, para ser sincera...
terça-feira, 11 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
4
«I've been searching for my place»
I watch the shadows walk the street
Nothing was enough now I'm closer to complete
Nothing was enough now I'm closer to complete
...e depois a vida trata de virar tudo de pernas para o ar e não tenho outra solução a não ser começar do zero. Tem sido assim. Ou melhor, sempre foi assim. Confesso que estou cansada deste carrossel que tem sempre forças para rodar. Até quando?
sábado, 8 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
2
Chamemos-lhe um bom título
A minha homepage é o site do Expresso, jornal que muito prezo e que leio com bastante frequência. O propósito disto é não comprar sempre o jornal, pois desta forma dou uma vista de olhos naquilo que é mais importante. Acontece que hoje, antes de vaguear pelos blogs, deparo-me com uma secção que consta no que podemos considerar o canto superior direito da página, denominada de «Top Mais». Pois bem, quase que os meus olhos saltavam das órbitas e o meu coração da boca quando reparo que uma das notícias do top é sobre o rei da pop, Michael Jackson (falecido no mês de Junho), cujo título (bastante sugestivo, diga-se de passagem) é: «Arrepio total: Michael Jackson reaparece...» Por momentos pensei que teria havido uma daquelas histórias em que certas pessoas dizem que viram (ou julgam ver...) outra já falecida (e grande coincidência, o MJackson). Mas, se caso isso acontecesse não me estava a parecer que iria ser motivo de notícia porque isso é o pão nosso de cada dia. (contudo não ponho as mãos no fogo nisso pois hoje em dia a diferença entre importante, desinteressante e supérfluo é nula!) Anyway, quando cliquei no link e acedi à notícia, verifiquei que o que tinha pregado sustos a uns, despertado curiosidade a outros e inquietação a mais uns quantos, fora a notícia de que em Outubro, Michael Jackson aparecerá num filme produzido pela Columbia Pictures e com o consentimento (realce-se o «consentimento») da família do cantor. Sinceramente, não sei porquê, nem para quê, muito menos vejo isto como alguma espécie de homenagem ao mesmo ou uma oportunidade de os fãs relembrarem o seu ídolo. Avaliando tudo o que aconteceu desde a morte de Jackson, muitas conclusões (não precipitadas!) poderemos tirar de tudo isto. Percebem o que quero dizer?
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
2
Isto põe-me fora do sério
Pois bem. Irrita-me. Repito, irrita-me, que tenha que ouvir, a esta hora do dia (12h36) a belíííssima voz do Mr. Tony Carreira e sua comitiva toda. Irrita-me ainda mais o facto de o vizinho não conhecer o conceito de «música baixa» ou «não fazer poluição sonora». Irrita-me verdadeiramente o facto de ele ir à varanda e me dar os bons dias com a maior cara de pau de sempre. Irrita-me ter que ser minimamente simpática para ele e não dever reclamar do seu gosto musical. Irrita-me. E hoje estou especialmente resmungona.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
3
A nossa vida está prestes a mudar...
Agora só se fala de universidade, universidade, universidade, lisboa, lisboa, lisboa e lisboa.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
4

Com a finalização deste, a minha lista reduz-se a cinco livros (nada mau...). A história baseia-se num casal de apaixonados que vive sob as amarras da censura, da mentalidade, do regime autoritário português, dos segredos, digamos... de amores traídos. Confesso que inicialmente estava a devorá-lo, mas achei-o um pouco desinteressante, lá para o meio, o que fez com que o pusesse um pouco de lado. Contudo, ao ler o livro todo apercebi-me que não era assim tão mau e que a história até era bastante emocionante (siiim, chorei rios). É um bom livro. Para reler não sei, mas para fazer parte da colecção, sem dúvida alguma.
A vida num sopro
Com a finalização deste, a minha lista reduz-se a cinco livros (nada mau...). A história baseia-se num casal de apaixonados que vive sob as amarras da censura, da mentalidade, do regime autoritário português, dos segredos, digamos... de amores traídos. Confesso que inicialmente estava a devorá-lo, mas achei-o um pouco desinteressante, lá para o meio, o que fez com que o pusesse um pouco de lado. Contudo, ao ler o livro todo apercebi-me que não era assim tão mau e que a história até era bastante emocionante (siiim, chorei rios). É um bom livro. Para reler não sei, mas para fazer parte da colecção, sem dúvida alguma.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
1 comentários
Após tantos anos é bom ainda sentir o conforto que o melhor amigo nos dá, a ternura com que nos fala, os planos que ainda faz connosco, os sonhos e medos que partilha, os segredos que nos confidencia, as ideias vagas, as críticas e os beijos de boa noite que insiste em mandar, quando fisicamente é impossível dá-los.
Estou orgulhosa, man! :D
quarta-feira, 29 de julho de 2009
9
Uppppsss!!!
Acabo de constatar, ao observar o arquivo do ano passado, que este blog fez dois anos no dia 20 de Julho. Esta data passou-me completamente ao lado e não era suposto porque digamos que este blog contém uma grande parte de mim. Para todos os efeitos, mais vale tarde que nunca, por isso, obrigada a todos os que ainda me continuam a ler e contribuem, em todos os posts, para o enriquecimento do Apontamentos.
Obrigada!
terça-feira, 28 de julho de 2009
5
D
Buongiorno. Tenho boas notícias.
Dia 10 de Outubro, Diana Krall, em Lisboa. Acho que é desta que finalmente vou ver uma das minhas cantoras preferidas ao vivo. Isto ignorando que já perdi a oportunidade de ver a Norah Jones, mas sobre isso prefiro nem comentar.
Alguém quer se juntar?
Dia 10 de Outubro, Diana Krall, em Lisboa. Acho que é desta que finalmente vou ver uma das minhas cantoras preferidas ao vivo. Isto ignorando que já perdi a oportunidade de ver a Norah Jones, mas sobre isso prefiro nem comentar.
Alguém quer se juntar?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
5
Livros
Alguém me consegue explicar porque raio é que estou a ler seis livros ao mesmo tempo e não consigo achar piada a nenhum deles?
6
Life goes on
De repente, descobri o quão rápido a vida está a passar por mim, o quanto quero ficar e ir, o quanto quero me manter no grupo de amigos de sempre, no quanto desejo conhecer pessoas novas, no quanto quero e não quero, no quanto preciso de uma nova reviravolta na minha vida(tenho que ter cuidado com isto), no quanto quero experimentar novas sensações, no quanto tenho saudades de determinadas coisas e no pouco tempo que me resta para fazer outras tantas.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
3
A nós ou para nós
Entre nós nunca foram precisos floreados para falar do que quer que fosse. Nunca foi preciso perguntar se podíamos, se devíamos, se nos importávamos. Fazíamos e pronto. O nosso lema sempre foi esse. Fazer o que realmente queríamos apenas tendo como elo de ligação as coisas que nos unem e que intensificam a nossa amizade. Nunca duvidámos dos sonhos, das desilusões, das vitórias... de nós! Éramos a personificação do «se tu vais, eu também vou». E funcionámos assim durante muitos anos.
Agora, quase que perguntamos se podemos, se devemos, se nos importamos. Algo mudou. E eu não me sinto bem por isso. Não. Não quero ir por aí, porque da última vez que o fizeram, não acabou bem. E sabes do que falo. Melhor que ninguém, aliás. E isso não poderá ser posto em causa porque ambos sabemos que me lês de uma forma que mais ninguém o faz. O mesmo posso dizer de mim. O mais importante e o que mais prezo é que não importa o que acontecer, por ti sentirei sempre orgulho, carinho e amizade. Como sempre senti. Que ninguém menospreze isso. Ninguém! Nem mesmo tu. Nem mesmo na altura em que demos uns bolachões nas trombas para acordarmos para a vida. Nem quando ficámos imenso tempo sem sabermos um do outro. Nem quando batemos com a cabeça e deixámos ir o que mais queríamos que ficasse. Nem isso foi suficientemente forte para deitar abaixo o que já construímos.
De certo não será isto que fará a diferença. Nada, repito, nada muda o que um dia conquistaste.
E isso é tudo o que importa para mim.
sábado, 11 de julho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
2
Quelqu'un m'a dit
On me dit que nos vies ne valent pas grand chose
Elles passent en un instant comme fanent les roses.
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos chagrins il s'en fait des manteaux
Pourtant quelqu'un m'a dit...
Que tu m'aimais encore
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serait-ce possible alors ?
domingo, 14 de junho de 2009
7
Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames. Exames.. E-X-A-M-E-S-!
- estou a criar uma certa aversão aos livros...
- estou a criar uma certa aversão aos livros...
quinta-feira, 11 de junho de 2009
6
Lisie
Ainda estou arrepiada. Ainda estou em choque.
Nunca falei com ela, mas conhecia-a de vista e tudo isto ainda me faz confusão.
Aos amigos e familiares, um beijinho de muita força, e a Ela, espero que agora esteja num lugar melhor.
domingo, 7 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
1 comentários
És das melhores pessoas que conheço!
Na queda de um anjo...
PARABÉNS SANDIIIIIIIIIII!!!!!
És das melhores pessoas que conheço!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
10
Anjos e Demónios
Primeiro que tudo, peço imensa desculpa a todos os que amaram o filme mas eu não achei piada nenhuma. Acontece que o livro foi dos melhores que alguma vez li. Escrita detalhada e bastante compreensível, atractiva, chama a atenção logo na primeira página. Li-o de uma assentada. Quanto ao filme, talvez um dos mais esperados por mim. Tinha altas expectativas, mas... esqueçam! Não gostei. E não gostei porque o filme não é fiel ao livro. Logo no início, reparamos que algo está bastante diferente, quando supostamente deveria de haver um telefonema do CERN para os EUA e esse telefonema, não existe de maneira nenhuma. Depois, também era suposto ouvirmos falar da anti-matéria não no início, como foi retratado no filme, e quem sabia da existência de tal coisa eram apenas duas pessoas (Leonardo e Vittoria Vetra - ''pai e filha'' no livro; Silvano ou Silvino - já nem sei - e Vittoria Vetra - colegas, no filme). No entanto, no filme várias sujeitos conheciam a criação destes dois cientistas como também conheciam o seu poder. No livro, Robert Landgon, recebe um fax com uma fotografia do cientista assassinado, onde no peito estava marcado uma marca Illuminatti, com o mesmo nome. No filme, isso não acontece. Como também Landgon não vai ao CERN nem contacta com o director do mesmo (que nem existe no filme). A entrada no laboratório de Vittoria e de Leonardo ou Silvano/Silvino - como preferirem - é como um exame de retina e, segundo Dan Brown, quando o cientista é assassinado, quem encontra o dito olho é o director do CERN, Robert e Vittoria, não apenas Vittoria como no filme. Vittoria só aparece quanto o livro já tem algumas páginas, e vem com uma vestimenta menos própria para quem tem que ir ao Vaticano, mas o realizador achou por bem vestir a personagem como se fosse para uma festa e então, está adequada para entrar onde quer que seja sem ter que haver algumas divergências quanto ao seu vestuário. (contudo, ela só sabe desta viagem quando chega ao CERN). Robert não viaja no dito avião esquisito, nem conhece a ''colega'' ou ''filha'' do cientista no CERN, mas sim na Guarda Suíça, o que é muito esquisito. Ambos conhecem o camareiro do papa sem as maiores dificuldades, o que é estranho. O camareiro, no livro chama-se Carlo, no filme chama-se Patrick. Após ter ido aos arquivos do Vaticano e possuindo um documento original de Galileu, quem supostamente deveria perguntar-lhe onde arranjou aquele tesouro, seria um guia que estava sempre atrás dele no Panteão e não o Olivetti, no carro. Quando Robert afirma que precisa de ir aos arquivos do Vaticano pela segunda vez, vai sozinho! (segundo Dan Brown). O Olivetti não correponde à descrição do autor, nem pouco mais ou menos. No primeiro assassinato, apenas Robert e Vittoria estão no local e não o pessoal todo da Guarda Suiça, como também tem que existir um jornalista britânico que espera pelos seus minutos de fama e, através do qual, todas as pessoas que estão na Praça de S. Pedro, sabem o que se passa dentro do Vaticano, já no final do filme. Esse mesmo jornalista decide seguir Landong e a Vittoria para também tentar descobrir os assassinatos e ser o ''pioneiro'' em relação aos outros jornalistas. No terceiro assassinato, Vittoria deveria de ter sido raptada, mas no filme ela está dentro do Vaticano (não sei porque carga de água!) e o realizador faz de Robert uma espécie de assassino, o que não acontece. Também este deveria de estar desmaiado e o seu relógio do rato Mickey é que era a sua salvação, mas não. No filme, não perde a consciência uma única vez que seja! No quarto assassinato (para mim o mais escandaloso*), ninguém ajuda o Robert a (tentar) salvar o preferitti, porque não há ninguém na praça e o assassino e americano travam uma pequena luta, acabada por o primeiro achar que Landong se tinha mesmo afogado na fonte. Mas, também não sei porquê, a praça tem um número considerável de pessoas, o assassino não tem luta nenhuma com Landong, e - pasmem-se - o preferitti salva-se. (E-s-c-a-n-d-a-l-o-s-o-!) Adiante. A maneira que o realizador arranjou de surgir uma gravação onde se via realmente que o camareiro é que era o culpado pela morte dos preferitti e de tudo o resto é deveras interessante. Sim, no livro era o director do CERN que ia ao Vaticano falar com ele e gravava um vídeo que, na hora da sua morte, entregava a Robert. No filme, é outra personagem que o faz. Também o camareiro não sabe que é filho do Papa, o que é estranho pois mais uma vez, era suposto. Na parte do helicópetro e já com a anti-matéria, o camareiro não vai sozinho! Segundo Dan Brown, Robert Landong vai com ele e quando a anti-matéria explode, não causa danos nenhuns na cidade do Vaticano como vemos no filme. E.. para mim o pior de tudo, a maior falha *o papa eleito não é o quarto preferitti porque no livro este morre afogado! (qual é a nóiaaa???!!!!)
Ok, eu sei que não se pode pôr tudo num filme, mas o que se faz convém, repito convém, volto a repetir, convém mesmo que seja bem feito. Fiel, diria. Verdadeiramente fiel. Estou bastante decepcionada com o filme. Quem não leu o livro, gosta do filme como é óbvio. Mas tendencialmente, quem leu e amou o livro tem que comparar com o filme porque o que esperamos que aconteça, infelizmente não acontece e notamos, logo, uma enorme diferença, falhas inadmissíveis, coisas surgidas sabe-se lá de onde (como é o caso do carro a explodir após o quarto 'suposto' assassinato. Oi???!!!), mudança do nome das personagens e ''desaparecimento'' de outras consideradas fundamentais no fio da narrativa/história. Não gostei, e sinceramente não recomendo a ninguém. Saí do cinema revoltada. Leiam o livro que está bem melhor!
De qualquer maneira, fica aqui o trailler - onde mal se notam as falhas (espertos...)
ps: a morte do assassino também é um tanto ou quanto estúpida! pffff
sábado, 23 de maio de 2009
3
CSI Funchal II
Inacreditável!!
E nós temos qualquer coisa que faz com que também participemos no espectáculo (falo, obviamente, das nossas gargalhadas! «a peça durou mais 20 minutos por causa destes dois!» muahahahaha)
Voltava a ver, voltava a rir do mesmo! Coisas destas não cansa! :D
quarta-feira, 20 de maio de 2009
4
CSI Funchal
quinta-feira, 14 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
7
II
Um dia escrevo um livro. «O teu lado de sonhadora tem que vir sempre ao de cima, não é?», diz a minha mãe. Secretamente faço um sorriso ténue e pisco-lhe o olho. Um dia...
5
I
E só me lembro da reacção que tive quando estávamos no Starbucks e pedimos, cada, um caramelo macchiato com um aspecto divinal e com um nome ainda mais sublime; e a senhora com um sorriso de orelha a orelha, com uns olhos um bocadinho arregalados e feliz da vida por estar a vender esta delícia a quatro madeirenses, que não passam despercebidos onde quer que estejam, ainda mais satisfeita por ter escrito os nossos nomes dos recipientes do dito café e responde alegremente: «sim, são mesmo 3,10€ cada». Nesse preciso momento acho que os meus olhos perderam o pouco de amendoados que têm e se pareceram aos olhos da Dóris, amiga do pai do Nemo, e devo ter ficado um bocadinho branca ou quiçá amarela... não sei definir muito bem a cor da minha face. Irónico tudo isto, portanto, porque agora preciso mesmo de outro macchiato (não me importando com o preço). E também seria bom parar de usar perífrases e metáforas só para expressar de forma um tanto ou quanto arrojada (ou talvez não) que quero um café minimamente decente e cujo efeito da cafeína seja imediato - já é inato, suponho. Tenho dito.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
6
«Pois não é o jazz uma formidável gargalhada?!» (Paulo Guinote)
Ella Fitzgerald & Louis Armstrong - Cheek To Cheek
terça-feira, 5 de maio de 2009
6
Sejamos realistas
Os homens também choram!
(E deixem-se lá de qualquer-coisa-parecida-com-o-machismo ou lá o que quiserem chamar, se faz favor)
(E deixem-se lá de qualquer-coisa-parecida-com-o-machismo ou lá o que quiserem chamar, se faz favor)
segunda-feira, 4 de maio de 2009
5
Viena
Hoje estou naqueles dias em que apetece desligar tudo o que deriva de novas tecnologias, pegar numa mochila - não muito grande -, enfiar umas quantas tralhas (sem esquecer a máquina fotográfica) lá para dentro, deixar um bilhete em casa a dizer «Estou fora, não sei quando volto», só numa de não preocupar excelentíssima senhora dona mãe, armar-me numa adolescente-na-fase-da-rebeldia e passar uns dias, não importa quantos, em Viena. Fora de grandes stresses, sem compromissos e com uma vontade gigante (!) de começar algo novo. Tranquilo, inspirador e bastante positivo. E para tudo ser ainda mais anormal, ou o que queiram chamar, conversar com a primeira pessoa que me aparecer à frente... tal como o Jesse e a Celine, no Before Sunrise.
(mas voltando à realidade, o melhor será pegar nos livros...)
domingo, 3 de maio de 2009
1 comentários
~
"Que presença jamais pode cumprir
O impulso que há em nós, interminável,
De tudo ser e em cada flor florir?"
Sophia de Mello Breyner
Sophia de Mello Breyner
sexta-feira, 1 de maio de 2009
11
dramas II
Alguém me consegue explicar porque é ou como é que este homem ganhou um Nobel, Não que me esteja a fazer muita confusão mas devido à sua escrita perfeitamente compreensível pensei que a resposta seria um bocadinho mais óbvia
(pontuação precisa-se!)
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dramas
Acordo mais ou menos à hora de sempre, talvez hoje um bocadinho mais alargada do que o normal por, provalvelmente, ser feriado - um tanto ou quanto insignificante, a meu ver, mas que dá sempre jeito para pelo menos tentar aliviar um bocadinho o stress acumulado durante uma longa semana que não dava mostras de acabar rápido. Primeiro instinto após o pequeno-almoço de sempre (uma taça de cereais, quando não é substituída por uma peça de fruta e algo mais, decidido no momento consoante o meu... estado de espírito?), pegar no livro que ando a ler para não sofrer «já» com a tonelada de matéria, praticamente idêntica entre duas disciplinas mas com perspectivas diferentes, que tenho para estudar. Desisto após uma página e mais umas quantas linhinhas. Música que toca, um cd antigo da Sara Tavares que sempre gostei de ouvir nos dias em que tenho muito que fazer, mas que não me apetece mesmo nada (contudo não posso escapar - totalmente), por outras palavras, nos dias em que tenho que me sentir inspirada para alguma coisa. Resultado: nulo. Volto a me estender na cama e a olhar para o tecto, sempre com remorsos por ainda não ter dado forma ao meu dever de estudante aplicada (tem dias), mas suficientemente preguiçosa para sequer pegar no que quer que seja e começar a fazer alguma coisa de útil. Metade da manhã, esqueçam, passada sem algo produtivo que se veja. Alguns minutos após uma longa reflexão sobre nada em concreto na minha janela que dá para o mar, disponho o chão do meu quarto de uma maneira um bocado estranha, contudo minimamente acolhedora para me instalar por lá e começar a trabalhar à séria. Passo a explicar, coloquei um tapete pequeno, rectangular e às riscas, um bocadinho feio, e almofadas em toda a volta onde, em cima de cada uma delas, havia algum objecto, fosse ele livros, cadernos, telemóvel, garrafa de água ou um mero lápis com a ponta partida. Não importa, adiante. O cd já estava na última música quando me dediquei mais ou menos a sério ao que eu chamo «estudo-relativamente-exaustivo». Aspecto positivo, as coisas começam a ganhar uma certa lógica. Boa, gosto quando isso acontece. (saltando «descrições» aborrecidas...). A tarde acabou com um cinema que não é nada de extraordinário, mas até tem a sua piada. Resumindo, não sei porque é que estou aqui, mas não me apetece nada voltar ao estudo (ou recomeçar, depende da perspectiva), muito menos esquematizar seja o que for, e estou a ver que vou acabar a noite a ver outro filme qualquer... O melhor é nem idealizar isso...
Vou fazer um chá.
sábado, 25 de abril de 2009
6
«Mankind is no island»
A crueldade que reside nas esquinas da cidade. Os segredos que deixam de o ser, pois à nossa volta tudo nos é revelado de uma maneira ímpar: fria e crua. Os preconceitos que se ganham; as irrelevâncias que cada um assume como indiscutíveis chegando a banalizá-las; a venda invisível que cobre os olhos de todos; a indiferença instalada. A cidade. As pessoas da cidade. E novamente, a realidade que nos escapa por entre os dedos!
quarta-feira, 22 de abril de 2009
4
Pinturas
6
«Não vás por aí sozinho. Quero ir contigo.»
«Não vás por aí sozinho. Quero ir contigo»
Quando se fala nos tempos de infância, falamos, inevitavelmente, de algo que ainda está em nós e que queremos conservar até ao fim. Falamos, forçosamente das nossas brincadeiras de miúdos reguilhas e de todas as vezes que os adultos nos ponham de castigo (merecido - agora, injusto - outrora). Falamos indirectamente de saudades. Do que queríamos recuperar mas não o fazemos porque «já somos demasiado crescidos para voltar a fazer as mesmas coisas», no entanto não «demasiado crescidos» para fazer outras adequadas à nossa idade. De quando corríamos pelos jardins daquela casa de bonecas e acábavamos sempre no chão, todos arranhados e com a roupa num belo trapo, de quando fazíamos competições para ver quem é que acabava de beber o sumo de laranja - ao lanche - primeiro, de quando riscávamos o chão com giz para jogar à macaca ou mesmo quando pegávamos num lençol e amarrávamos às duas árvores que se encontram à entrada da casa e, mal nos sentávamos, o lençol ia bater ao chão ficando apenas uma ponta semi-presa. Falamos das nossas «exposições» (com bilhetes e hora marcada!), e dos jogos da forca ou das nossas tardes dormidas no sofá, enquanto eu apoiava a minha cabeça no teu ombro e tu pousavas a tua na minha. Bonito quadro, bonita manifestação de amizade e carinho.
É impossível recuar uns nove ou dez anos sem referir os momentos em que nos deitávamos no jardim e começávamos o nosso e tão nosso «Era uma vez...» ou simplesmente queixávamo-nos das injustiças de que éramos vítimas, ou - e o melhor de tudo - quando partilhávamos segredos de crianças, puramente inocentes, apaixonantemente ingénuos e simultaneamente especiais para ficar dentro das «quatro paredes da nossa amizade.»
Hoje podemos dizer que não perdemos, de todo, esta cumplicidade que nos unia, muito menos o carinho que ainda sentimos um pelo outro, mas será que ainda podemos recuperar um pouco da nossa inocência e marcar, desta vez sem espaços, os caminhos que prometemos traçar juntos?
«Não vás por aí sozinho. Quero ir contigo.»
sexta-feira, 17 de abril de 2009
2
http://www.youtube.com/watch?v=iFSqD3BVxSA
- peço desculpa, mas o embed não está activo
Elaine Paige 2?
Esta é uma das minhas músicas preferidas e ainda estou completamente arrepiada com este vídeo! (Há coisas fantásticas, não há?)
http://www.youtube.com/watch?v=iFSqD3BVxSA
- peço desculpa, mas o embed não está activo
3
*
«É o poema de quem rasga os versos
porque os sentiu demais para os dizer
e os ouve nas ondas tão dispersos
como os sonhos que teve e viu morrer.»
(António Patrício)
porque os sentiu demais para os dizer
e os ouve nas ondas tão dispersos
como os sonhos que teve e viu morrer.»
(António Patrício)
quarta-feira, 15 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
6
a Lisboa
Lisboa.
«Primeiro estranha-se, depois entrenha-se»
Lisboa não muda. Nós é que mudamos.
«Todos os caminhos vão dar ao Tejo»
«Primeiro estranha-se, depois entrenha-se»
Lisboa não muda. Nós é que mudamos.
«Todos os caminhos vão dar ao Tejo»
segunda-feira, 30 de março de 2009
7
(fotografia tirada pela sandra)
I miss you already
(fotografia tirada pela sandra)Existem infinitas maneiras de ser feliz. Onde o mar se funde com o céu, há qualquer coisa de mágico que reflecte, no nosso olhar, o que não conseguimos explicar por palavras, talvez por nem sabermos muito bem o que é. Na verdade, «something always brings me back to you» e todos os momentos que ficaram calados pelo tempo, agora são preenchidos por inúmeras formas, que de dia para dia ganham contornos bem definidos. Assumem um certo traço, por vezes ao de leve, um tanto ou quanto irregular e simultaneamente certo. Como se soubéssemos o que estamos a agarrar com as nossas duas mãos. (saberemos?)
Existem infinitas maneiras de ser feliz e uma delas é experimentar a imprevisibilidade com que me presenteias em tudo o que fazes. É deixar me ficar numa espécie de rede que balança ao sabor da inconstância que é tão nossa e tão essencial para nós. Não funcionamos sem ela, apesar de nos incomodar de vez em quando. Mas se esta arte é assim, assinemos então por baixo, com uma caneta preta de ponta bem fina, o que queremos traçar ou o que nos une... até que um dia alguma força suficientemente atroz ouse apagar o que já tatuámos.
Existem infinitas maneiras de ser feliz. E penso que eu e tu, sabemos isso melhor que ninguém.
domingo, 29 de março de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
4
Dúvida «existencial» (?)
Quando dizemos «não sei», estamos mesmo na ignorância ou uma parte de nós sabe-o-que-quer-que-seja?
2
Isto anda muito mais parado do que era suposto, mas como sempre aqui a je tem que se confrontar com o eterno dilema sobre o assunto de cada post, sendo que alguns são completamente inesperados (mesmo para mim), outros sem pés nem cabeça e outros que enfim, nem sei que características (?) lhes atribuir. Por isso, a crise continua. As palavras estão minimamente gastas (minimamente!), ou seja, estou sem paciência para tudo o que seja escrever e por mais ideias que tenha ficam-se mesmo por aí.
Vou tentar voltar à (minha) normalidade...*
domingo, 22 de março de 2009
6
Imagina apenas que possuis o que se pode chamar de pêndulo. Não. Melhor, imagina que contigo há sempre uma espécie de relógio do tempo e que só tu o podes parar. Podes voltar a fazer as mesmas coisas, ou não, podes mudar o que se chama «destino», podes até recomeçar tudo de novo. Imagina que nas tuas bonitas e grandes mãos assenta uma pequena caneta que, ao pousares a sua leve ponta numa folha de papel branca, começa a escrever de forma estranha, da direita para a esquerda apagando tudo o que fora tatuado antes. Não consegues controlar isso. Imagina que ao teres entrado no café do costume naquele dia tinhas feito com a que a tua presença se fizesse sentir de maneira diferente. Mais discreta. Ou então teria sido impossível não reparar em ti. Imagina os olhares, as conversas, os silêncios e as gargalhadas. Noutro contexto. Noutro espaço. Com outra pessoa qualquer.
«It is written»
Imagina apenas que possuis o que se pode chamar de pêndulo. Não. Melhor, imagina que contigo há sempre uma espécie de relógio do tempo e que só tu o podes parar. Podes voltar a fazer as mesmas coisas, ou não, podes mudar o que se chama «destino», podes até recomeçar tudo de novo. Imagina que nas tuas bonitas e grandes mãos assenta uma pequena caneta que, ao pousares a sua leve ponta numa folha de papel branca, começa a escrever de forma estranha, da direita para a esquerda apagando tudo o que fora tatuado antes. Não consegues controlar isso. Imagina que ao teres entrado no café do costume naquele dia tinhas feito com a que a tua presença se fizesse sentir de maneira diferente. Mais discreta. Ou então teria sido impossível não reparar em ti. Imagina os olhares, as conversas, os silêncios e as gargalhadas. Noutro contexto. Noutro espaço. Com outra pessoa qualquer. Imagina isto tudo em câmara lenta.
Os sopros das palavras inacabadas levam-me às profundezas dos sentidos do Tempo.
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De génio! 4 Globos de Ouro, 8 Óscares (incluindo melhor filme), excelente banda sonora, história fascinante...
...já o vi muitas vezes e nunca é demais! LINDO!
Slumdog Millionaire
De génio! 4 Globos de Ouro, 8 Óscares (incluindo melhor filme), excelente banda sonora, história fascinante...
...já o vi muitas vezes e nunca é demais! LINDO!
sexta-feira, 20 de março de 2009
2
Finalmente!
Pasmaceira desejada
Não é que seja oficial, mas já me posso considerar de férias. Por isso, só pego nos livros no dia 14 de Abril e até lá será dormir, dormir, dormir, dormir (...) dormir e ter mais tardes como a de hoje. (sem esquecer a viagem e outras coisas que tais)
Finalmente!
terça-feira, 17 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
3
Rifas
Felizmente, e falo por experiência própria, não existe assim tanta gente forreta como se pensa - constatei isso esta tarde. É que até os bêbedos aderem às rifas. Ou melhor, é mesmo bom que se mantenham bêbedos porque assim acabam com um bloco num instante e nem se dão conta da quantidade de dinheiro que gastam em menos de 5 minutos (o que é óptimo, diga-se de passagem).
Resumindo: tarde de trabalho + gargalhadas + vontade de vender mais rifas = felicidade por ter conseguido, em mais ou menos 5 horas de tempo, vender 100 rifas, ou seja, angariar 100 euros! Balanço positivo :D
quarta-feira, 11 de março de 2009
9
18!!!!!!!!!!
Obrigada a todos aqueles que contribuíram para que este dia fosse um dos dias mais importantes da minha vida e para que fosse o melhor dia de anos de sempre!
:D
Mil vezes obrigada!!!
ps: parabéns Maria
:D
Mil vezes obrigada!!!
ps: parabéns Maria
domingo, 8 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
5
Sei que não podemos travar a queda das folhas no Outono, nem impedir que uma onda desmaie na areia, como também não podemos prolongar o céu escuro, bonito e estrelado para que a magia da noite nunca se perca. Não podemos contrariar nada desta natureza. Mas temos mesmo que ficar a assistir à criação de um possível espaço entre nós que, segundo percebi, é inevitável e acontecerá um dia -mais depressa do que imaginamos, suponho-? Porque é que tu me irás fazer falta e eu também te irei faltar? É demasiado doloroso pensar assim, sabes. Prefiro mergulhar na ingenuidade e deixar me iludir. Pelo menos consigo adiar esse «fim», ainda que hipoteticamente. Caso contrário, é como ter uma sensação de vazio e de estranheza. É como colocar as mãos em forma de concha, conseguir manter a água por escassos momentos e depois assistir à sua impiedosa queda no chão...
Y*
Sei que não podemos travar a queda das folhas no Outono, nem impedir que uma onda desmaie na areia, como também não podemos prolongar o céu escuro, bonito e estrelado para que a magia da noite nunca se perca. Não podemos contrariar nada desta natureza. Mas temos mesmo que ficar a assistir à criação de um possível espaço entre nós que, segundo percebi, é inevitável e acontecerá um dia -mais depressa do que imaginamos, suponho-? Porque é que tu me irás fazer falta e eu também te irei faltar? É demasiado doloroso pensar assim, sabes. Prefiro mergulhar na ingenuidade e deixar me iludir. Pelo menos consigo adiar esse «fim», ainda que hipoteticamente. Caso contrário, é como ter uma sensação de vazio e de estranheza. É como colocar as mãos em forma de concha, conseguir manter a água por escassos momentos e depois assistir à sua impiedosa queda no chão... segunda-feira, 2 de março de 2009
9

Tipicamente adolescente

Sabem aquelas coisas um bocado (ou totalmente) extravagantes que (quase) ninguém compreende e acha uma ideia totalmente absurda, sem tronco nem membros, ou como eu diria: «sem lógica nenhuma»? Aquelas coisas que faz com que o avô abane a cabeça em sinal de desaprovação, com que a avó reze a todos os santos, com que o pai se limite a ler o jornal e com que a mãe nos diga que estamos «completamente loucos!»? Isto para não falar nos tios que nem se pronunciam, nos primos que ficam tão esbabacados que é preciso ir lá lhes fechar a boca e nos amigos... bom, mas os amigos é uma história diferente...
Pois bem, hoje passou-me uma coisa qualquer na cabeça e apetece-me fazer uma extravagância desse tipo. Então, para começar, quero ir a Itália! :D
Andiamo
2
B.
«(...) Here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life;
which grows higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
I carry your heart (I carry it in my heart)»
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life;
which grows higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
I carry your heart (I carry it in my heart)»
domingo, 1 de março de 2009
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*
Há qualquer coisa de mágico na forma como dois olhares se cruzam, como duas mãos se entrelaçam, como meia dúzia de palavras nos beijam...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
5
«Boa noite, boneca!»
Dos tempos de infância não guardo imagens muito precisas e detalhadas, mas sim pinturas a óleo um pouco para o abstracto, sendo que algumas parecem banda desenhada com todos os balõezinhos com as respectivas falas, que ainda sei de cor e salteado. Não é fácil me lembrar de algumas caras, principalmente daquelas que não me eram tão familiares provavelmente devido à futilidade (?) que lhes atribuía. Contudo não esqueço vozes. Muito menos esqueço locais. Lembro-me perfeitamente da sala de jantar da casa da avó. Impossível não me lembrar. Pequenina e acolhedora, talvez um pouco antiquada e com quadros nas paredes com fotografias que retratavam tempos idos, felizes ou não, fantochada ou não, mas que qualquer das formas tinham que transmitir a ideia que mais reinava naquela casa (ou era essa a ideia que os avós nos queriam dar): felicidade e tranquilidade. - Hoje sei perfeitamente como a minha ingenuidade me tramou - . A sala era, como já referi, pequena. Talvez podia ser comparada a uma casinha de bonecas, com os seus biblôs e as cortinas branquinhas que esvoaçavam sempre que uma brisa suave passava por entre a vidraça. Um mimo. Passava lá horas, sentada na cadeira do avô, castanha e almofadada, a folhear os meus livros de criança ou a rabiscar alguma coisa numa folha branca de papel. Outras vezes ficava de pernas cruzadas na cadeira de baloiço da avó, a cantar todas as músicas que aprendia na escola e que fazia questão de ensinar a quem quisesse e mesmo a quem não quisesse ouvir. Mas do que mais me lembro é da mesa grande que ficava no centro da sala. Contavam-se catorze cadeiras à sua volta. Aos domingos, todas ocupadas; nos dias de semana, ou nos dias em que decidia acampar lá em casa, tinha uma cadeira só para mim que ficava ao lado da do avô. Orgulhava-me por isso. Não sei porquê e também não sei explicar porque é que gostava de me sentar a seu lado. Imaginem que estão ao pé do vosso ídolo... é mais ou menos a mesma coisa. Muitas vezes, quando tinha a mesa por minha conta, ele olhava para mim, passava a sua mão grande, bonita e pesada pelos meus cabelos e sussurava: «És a alegria desta casa.» Não compreendia as suas palavras e limitava-me a sorrir. Dizem que a ingenuidade de uma criança é a coisa mais doce que há. No entanto, agora apercebo-me da frieza de muitas das minhas atitudes. Noutras vezes, quando afundava a colher na enorme taça de cereais logo pela manhã, e a avó quase que me obrigava a engolir tudo inteiro porque estava atrasada para a escola, o avô observava-me por entre os seus óculos pequenos que lhe assentavam na pontinha do nariz pontiagudo, esboçava um sorriso ténue e dizia: «Vamos lá a despachar boneca».
Ainda no outro dia vi uma imagem que dava um quadro daqueles mesmo amorosos. Deve ter sido das coisas mais queridas que alguma vez vi; um senhor levava pela sua mão a «sua menina», e a sua cumplicidade era bem evidente. Hoje pergunto-me, haverá amor mais sincero que o dos avós pelos netos, e vice-versa? Haverá alguma coisa mais querida do que este suposto choque de gerações, mas que acaba por ser uma complementaridade para ambas as partes? Não acredito. Ainda hoje recordo a voz do avô a me dar as boas noites enquanto me dava um beijo carinhoso na bochecha. Ainda hoje recordo as noites em que adormecia no sofá e sentia a sua mão a me passar no cabelo. Ainda hoje recordo quando lia o jornal à mesma hora que eu fazia os trabalhos de casa e uma vez acabados, agarrava-me pela mão e íamos dar um passeio. Ainda hoje recordo os melhores momentos que passei com ele, os melhores momentos que passei com alguém (e disso não duvido). Sei de cor e salteado algumas das suas histórias. Ainda hoje sinto-o. Quando digo que amei (e amo!) o meu avô, por mais inexplicável que isso possa ser - ou mesmo incompreensível, sinto-o. Acho que não poderei amar alguém da mesma forma.
Tenho saudades.
Ainda hoje recordo a voz do avô a me dar as boas noites enquanto me dava um beijo carinhoso na bochecha.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
5
Oscars 2009
Best Picture: Slumdog Millionaire
Actor in a leading role: Sean Penn (Milk)
Actress in a leading role: Kate Winslet (The Reader)
Directing: Slumdog Millionaire
Foreign Language Film: Departures
Music (song): Slumdog Millionaire
Music (score): Slumdog Millionaire
Film editing: Slumdog Millionaire
Sound mixing: Slumdog Millionaire
Sound editing: The Dark Knight
Visual Effects: The Curious Case of Benjamin Button
Documentary Short: Smile Pinki
Documentary Feature: Man on Wire
Actor in a supporting role: Heath Ledger (The Dark Knight)
Short Filme (live action): Spielzeugland (Toyland)
Cinematography: Slumdog Millionaire
Make up: The Curious Case of Benjamin Button
Costume Design: The Duchess
Art Direction: The Curious Case of Benjamin Button
Short Film (animated): La maison en petits cubes
Animated Feature Film: Wall-E
Writing (Adapted Screenplay): Slumdog Millionaire
Writing (Original Screenplay): Milk
Actress in a supporting role: Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona)
Actor in a leading role: Sean Penn (Milk)
Actress in a leading role: Kate Winslet (The Reader)
Directing: Slumdog Millionaire
Foreign Language Film: Departures
Music (song): Slumdog Millionaire
Music (score): Slumdog Millionaire
Film editing: Slumdog Millionaire
Sound mixing: Slumdog Millionaire
Sound editing: The Dark Knight
Visual Effects: The Curious Case of Benjamin Button
Documentary Short: Smile Pinki
Documentary Feature: Man on Wire
Actor in a supporting role: Heath Ledger (The Dark Knight)
Short Filme (live action): Spielzeugland (Toyland)
Cinematography: Slumdog Millionaire
Make up: The Curious Case of Benjamin Button
Costume Design: The Duchess
Art Direction: The Curious Case of Benjamin Button
Short Film (animated): La maison en petits cubes
Animated Feature Film: Wall-E
Writing (Adapted Screenplay): Slumdog Millionaire
Writing (Original Screenplay): Milk
Actress in a supporting role: Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona)
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
6
Desafio
Desafio proposto pela Maria
Regras:
1. Pegar no livro mais próximo
2. Abri-lo na página 161
3. Procurar a 5ª frase completa
4. Copiar a frase
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar o mais próximo)
6. Passar o desafio a cinco pessoas
Livro: A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Záfon
Frase: «Agradeci ao senhor Remigio a informação e dispus-me a descer a avenida da volta a San Gervasio.»
Passo a todos os que quiserem alinhar. Isto até tem piada...
Regras:
1. Pegar no livro mais próximo
2. Abri-lo na página 161
3. Procurar a 5ª frase completa
4. Copiar a frase
5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar o mais próximo)
6. Passar o desafio a cinco pessoas
Livro: A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Záfon
Frase: «Agradeci ao senhor Remigio a informação e dispus-me a descer a avenida da volta a San Gervasio.»
Passo a todos os que quiserem alinhar. Isto até tem piada...
3
Conclusão
Hoje os deuses não conspiram a meu favor (independentemente do significado que isto possa ter)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
8
«A admiração é sempre um cansaço para a espécie humana», mas não para mim!
Há sempre uma série de coisas que tenho que fazer ou ter. É como uma chama para me manter viva. Uma necessidade extrema de sentir, ainda que estupidamente ou inutilmente, alguma coisa nas minhas mãos, se é que isso é possível. E entenda-se «nas minhas mãos» como algo... hipotético, digamos.
Costumo admirar as pessoas mais improváveis. As que por alguma razão a distância impede de estarem comigo. As que a vida trocaram (-nos) os passos. As que contribuem para que o meu mundo fique totalmente do avesso. As que falam por meias palavras, mas sabem que sou boa entendedora e que fico satisfeita pela metade. (Não sou ambiciosa, não a esse nível.) As que me transmitem o mais puro e bonito dos sentimentos: a amizade. (No matter what!) As que sentem o que sinto, que pressentem o que eu pressinto e que criam um fio invisível que nos liga quase a toda a hora. Que percebem esta coisa do «querer é poder!». Costumo admirar essas pessoas. E gosto de o dizer. O melhor delas está nas coisas mais elementares. Adoro-as por isso. Por conseguirem se encaixar perfeitamente neste mundo de marionetas, tendo sempre «um pé no conto de fadas e outro no abismo». Apesar de parecer contraditório, acho que não há melhor sensação que essa. E elas sabem-no. Erram, perdem o norte vezes e vezes e vezes sem conta, temem, esperneiam, gritam, ficam entre a espada e a parede mais meia dúzia de vezes, o chão foge-lhes outras tantas e no fim... estão firmes. Com o mesmo objectivo (e às tantas com um outro que surgiu nos entretantos) e com o mesmo lema: «o importante é não desistir!» Partilham não só esta, como também a outra vertente. A dos momentos eufóricos, das vitórias e dos largos sorrisos. São autênticos cristais. E não os troco por nada.
Costumo admirar essas pessoas que apesar de sábias ignoram esse pequeno elemento que têm dentro de si e procuram sempre mais e melhor. Não se contentam com (tão) pouco e sonham chegar mais alto. Melhor, percebem - na totalidade - o que é esta coisa a que chamamos sonho. Debruçam-se e orientam-se por isso. Não vêem outra coisa à frente, exageradamente. Apaixonam-se pelo simples e tendem a tornar tudo muito complexo só para dizerem «Gosto de desafios. Gosto de me pôr à prova!». Irrealistas! Não interessa! Desesperadamente esperam pelo que ainda está para chegar. Não sabem o que é ou quem é, mas sinceramente estão a se lixar para isso. Dizem a e depois dizem b. Inconstantes! Não importa! Estranhos e extremamente confusos. Deixá-los! Ao menos têm algo que os move! Não há nada de mais enervante do que a preguiça voluntária. Não sabem onde irão parar; apenas têm a certeza que um dia terão o mundo nas suas mãos. Há melhor pensamento que este?
Costumo admirar estas pessoas que não sabem o que dizem ou o que escrevem. Apenas dizem-no e escrevem-no porque se sentem bem ao fazê-lo. Não têm limites estúpidos e irracionais. E odeiam aquela coisa do sim-porque-sim-e-porque-soa-bem. Grande treta! Não há coincidências! Nem há desencontros eternos! Chamem-lhes ingénuos. Também não interessa! Não conhecem nada do que a sociedade forçosamente lhes impõe e estão-se completamente nas tintas para isso. Regem-se pelas suas próprias regras e precisam de estrelas para os guiar a toda a hora. Não! Não é egoísmo! É algo muito mais forte que isso. Talvez alguma coisa que não tem designação. Querem, por vezes, que os outros sejam os seus espelhos. Só assim conseguem ver como tudo realmente funciona. «A verdade verdadinha» é que sem isso não se sentem realizados. É mais ou menos a história do «Uma mão cheia de nada, outra de coisa nenhuma». Pouco são sem essa coisa de dar aos outros e nada, ou quase nada, receber. Sabem o que perdem. Têm consciência de tudo isso, mas são incapazes de contrariar a sua própria natureza. E é aí que tudo assenta. É esse o ponto. É isso que é absolutamente apaixonante nelas. Esse misto de tudo com nada ou de nada com tudo. Esse género de diletantismo. Essa maneira estapafúrdia de viver!
Admiro estas pessoas, porra! E para mim não há nada de maior valor do que olhar nos olhos delas e ver que há um castelo em construção; que tanto está forte como depois está todo arruinado, mas que no fim de toda esta cena não haverá bala que o derrube! Que assim seja!
(As cortinas fecham-se.)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
4
Let it be
Já dizia a outra «Existe o correcto e o necessariamente correcto». Não sei distinguir um do outro o que, curiosamente, não me aborrece. Também não sei o significado de «errado» nem de «outra coisa qualquer». Não sei nada. Pura e simplesmente. Não me chateio, não comento e não questiono. Continuo a reparar e a absorver. Isso basta-me. Pelo menos por agora.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
6
A propósito dos Lusíadas...
Credo!
«Receita para fazer um Herói
Tome-se um homem,
Feito de nada, como nós,
E em tamanho natural.
Embeba-se-lhe a carne,
Lentamente,
Duma certeza aguda, irracional,
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois, perto do fim,
Agite-se um pendão,
E toque-se um clarim.
Serve-se morto.»
«Receita para fazer um Herói
Tome-se um homem,
Feito de nada, como nós,
E em tamanho natural.
Embeba-se-lhe a carne,
Lentamente,
Duma certeza aguda, irracional,
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois, perto do fim,
Agite-se um pendão,
E toque-se um clarim.
Serve-se morto.»
Reinaldo Ferreira
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
10
ps: parabéns Luna e Kokas!!! :D
«Se puderes olhar vê, se puderes ver repara» (JSaramago)
Estou a aprender a olhar para lá do que se vê. E parece que é uma boa terapia porque, segundo a minha mãe, estou a me tornar numa pessoa mais crítica em relação às atitudes das pessoas e ao desenrolar de certos casos. «Finalmente, filha!». O problema é que não sei se gosto disso... Hmmm
ps: parabéns Luna e Kokas!!! :D
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
8
Taça da Liga
Benfica - Sporting ou Sporting - Benfica. Não interessa. Mas depois de tanta polémica e de tanta insegurança e todas as energias negativas por parte de algumas pessoas, a verdade é que - pasmem-se os que nunca acreditam na verdadeira capacidade do glorioso - chegamos lá, conseguimos alcançar o objectivo desta noite: passar à final. Sim, certo, pode não ser uma coisa muito importante (o pessoal está mais preocupado com o jogo de domingo. ora essa, também eu!), mas como dizia a Teresa Guilherme «isso agora não interessa nada». O que interessa é que em Março nós vamos estar prontos para ganhar aos verduchos. E tenho dito
7
O que é nacional também é bom...
Ouvi esta música na rádio e achei piada. Completamente diferente do que costumo ouvir, mas muito boa. Quem sabe se não nasce aqui uma fã dos Mesa...
(...)
Onde estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fénix a arder
São só os meus erros, é toda a minha culpa
E é tudo o que faço
E é todo o meu cansaço
Por fim, por fim...
Sinto a vida que passa
Na boca do mundo, não se sabe quem é quem...
(Mesa - Boca do mundo)
ps: momento publicitário - novo blog na blogosfera: http://imortalmentefalando.blogspot.com/ recomendo vivamente! (hahah, vais-me pagar por esta!!! :P)
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
6
É isso
Há coisas que me tiram do sério. E quando digo que me tiram do sério, tiram-me mesmo do sério. Refiro-me, por exemplo, a tudo o que se pareça com o plágio e ao próprio plágio . E mais não digo.
Só me apetece citar o Manifesto Anti Dantas: «Morra o Dantas, morra! PIM!» - embora não haja nenhuma ligação, assim muuuuiiiiittttoooooo evidente, com o que pretendo dizer...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
9
...
«Se eu ainda for capaz de saborear a alheira a rebentar de sabor ou o bacalhau a nadar em azeite, direi que estou em PORTUGAL!»
...e ela diz isto com um orgulho imenso, a sentir cada palavra (pior, a falar mesmo a sério!)! Apesar de ser uma frase decorada e retirada da publicidade do galinho, o patriotismo de certas pessoas assusta-me!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
8
A pedido da L
O que fazer num dia não:
- fazer os possíveis para não se enervar ainda mais;
- manter-se ocupada com algo porreiro;
- sair de casa para arejar a cabeça;
- relaxar sempre que possível;
- não fazer o que não se gosta, como por exemplo arrumar a casa;
- falar ao telefone, mesmo que não haja nenhuma conversa em especial;
- comer chocolates e outras coisas doces;
- nunca ligar a televisão para ver o debate quinzenal, ou outro qualquer discurso do nosso querido primeiro ministro;
- ouvir a música preferida;
- ver o filme que anda há séculos para ver ou rever os preferidos;
- não pôr macaquinhos na cabeça nem fazer filmes dignos de óscares;
- se possível, ir ao café do costume com o pessoal do costume;
- não implicar com coisas banais porque amanhã, quando estiveres bem, verás que essa coisa nunca sairá da banalidade;
- não ver jogos do Sporting, nem do Porto, nem do Nacional;
- não abrir o albúm de recordações que é para não chorar rios por ter visto uma fotografia com uma pessoa que não fala há meses; isso só vai originar mais mau humor
- respirar fundo umas quantas vezes;
- continuar a respirar fundo;
- detectar a causa de tamanha irritação; se não houver causa, chegar a casa e dormir;
- mentalizar-se que amanhã o dia já não será tão cinzento;
- ligar à Martinha para uma boa dose de conversa - mesmo que a coisa se pareça com um monólogo (da minha parte, claro hehe)
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
5
Tem que ser visto porque:
Vicky Cristina Barcelona
Tem que ser visto porque:- apesar de não ir muito com Woody Allen, acho que o homem até fez um bom filme
- o Javier Bardem continua com o seu grande charme e, sou suspeita por dizer isto, fez um óptimo papel (ele é só o meu actor preferido)
- a ideia do filme está muito boa
- Barcelona é Barcelona e será sempre bela (fiquei com vontade de lá ir)
- a Penélope Cruz tem uma nomeação (para melhor actriz secundária) muito bem atribuída
- somos surpreendidos por coisas que não nos passam (de todo!!) pela cabeça
- ficamos curiosos quanto ao final desta história
Não sei se no cinema ficaria com a mesma impressão...
6
Se fosse um gelado seria...
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