sábado, 25 de abril de 2009

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«Mankind is no island»

A crueldade que reside nas esquinas da cidade. Os segredos que deixam de o ser, pois à nossa volta tudo nos é revelado de uma maneira ímpar: fria e crua. Os preconceitos que se ganham; as irrelevâncias que cada um assume como indiscutíveis chegando a banalizá-las; a venda invisível que cobre os olhos de todos; a indiferença instalada. A cidade. As pessoas da cidade. E novamente, a realidade que nos escapa por entre os dedos!
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Abril, 1974


«Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir», George Orwell
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«Ao Vivo e a Soro 3» (o regresso)

Mais uma vez, imperdível! Mais uma vez, e já conhecendo o rumo que este stand-up comedy ia tomar, não foi possível controlar as gargalhadas! Mais uma vez foi espectacular!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

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Pinturas


«Onde se diz espiga leia-se narciso. Ou leia-se jacinto. Ou leia-se outra flor. Que pode ser a mesma. As flores são formas de que a pintura se serve para disfarçar a natureza. Por isso é que no perfil duma flor está também pintado o seu perfume.»

Albano Martins
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«Não vás por aí sozinho. Quero ir contigo»

Quando se fala nos tempos de infância, falamos, inevitavelmente, de algo que ainda está em nós e que queremos conservar até ao fim. Falamos, forçosamente das nossas brincadeiras de miúdos reguilhas e de todas as vezes que os adultos nos ponham de castigo (merecido - agora, injusto - outrora). Falamos indirectamente de saudades. Do que queríamos recuperar mas não o fazemos porque «já somos demasiado crescidos para voltar a fazer as mesmas coisas», no entanto não «demasiado crescidos» para fazer outras adequadas à nossa idade. De quando corríamos pelos jardins daquela casa de bonecas e acábavamos sempre no chão, todos arranhados e com a roupa num belo trapo, de quando fazíamos competições para ver quem é que acabava de beber o sumo de laranja - ao lanche - primeiro, de quando riscávamos o chão com giz para jogar à macaca ou mesmo quando pegávamos num lençol e amarrávamos às duas árvores que se encontram à entrada da casa e, mal nos sentávamos, o lençol ia bater ao chão ficando apenas uma ponta semi-presa. Falamos das nossas «exposições» (com bilhetes e hora marcada!), e dos jogos da forca ou das nossas tardes dormidas no sofá, enquanto eu apoiava a minha cabeça no teu ombro e tu pousavas a tua na minha. Bonito quadro, bonita manifestação de amizade e carinho.
É impossível recuar uns nove ou dez anos sem referir os momentos em que nos deitávamos no jardim e começávamos o nosso e tão nosso «Era uma vez...» ou simplesmente queixávamo-nos das injustiças de que éramos vítimas, ou - e o melhor de tudo - quando partilhávamos segredos de crianças, puramente inocentes, apaixonantemente ingénuos e simultaneamente especiais para ficar dentro das «quatro paredes da nossa amizade.»
Hoje podemos dizer que não perdemos, de todo, esta cumplicidade que nos unia, muito menos o carinho que ainda sentimos um pelo outro, mas será que ainda podemos recuperar um pouco da nossa inocência e marcar, desta vez sem espaços, os caminhos que prometemos traçar juntos?

«Não vás por aí sozinho. Quero ir contigo.»

sexta-feira, 17 de abril de 2009

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Elaine Paige 2?

Esta é uma das minhas músicas preferidas e ainda estou completamente arrepiada com este vídeo! (Há coisas fantásticas, não há?)

http://www.youtube.com/watch?v=iFSqD3BVxSA

- peço desculpa, mas o embed não está activo
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«É o poema de quem rasga os versos
porque os sentiu demais para os dizer
e os ouve nas ondas tão dispersos
como os sonhos que teve e viu morrer.»

(António Patrício)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

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Somewhere over the rainbow

Eva Cassidy

domingo, 12 de abril de 2009

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a Lisboa

Lisboa.
«Primeiro estranha-se, depois entrenha-se»
Lisboa não muda. Nós é que mudamos.

«Todos os caminhos vão dar ao Tejo»