segunda-feira, 14 de setembro de 2009

2

To a stranger

Passing stranger! you do not know how longingly I look upon you,
You must be he I was seeking, or she I was seeking, (it comes to me as of a dream,)
I have somewhere surely lived a life of joy with you,
All is recall'd as we flit by each other, fluid, affectionate, chaste, matured,
You grew up with me, were a boy with me or a girl with me,
I ate with you and slept with you, your body has become not yours only nor left my body mine only,
You give me the pleasure of your eyes, face, flesh, as we pass, you take of my beard, breast, hands, in return,
I am not to speak to you, I am to think of you when I sit alone or wake at night alone,
I am to wait, I do not doubt I am to meet you again,
I am to see to it that I do not lose you.
Walt Whitman

sábado, 12 de setembro de 2009

10

:D

LLLLLLLLIIIIIIIIIIIIIIIISSSSSSSSSSSSSSSBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

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A deambular

Vulgaríssimo, meus caros, vulgaríssimo.

(e aborrecidíssimo também)

domingo, 6 de setembro de 2009

2

A Cidade Queimada


sábado, 5 de setembro de 2009

5

Das

Tenho medo. É essa a minha mais recente constatação. Costumava acreditar em coisas extremamente puras. Costumava reger-me consoante as regras que nós mesmos impúnhamos. Costumava admirar as pessoas mais improváveis. Costumava perder-me a todas as horas e encontrar-me no minuto a seguir. Gostava disso. Ou pelo menos achava que gostava… ou queria gostar. Queria gostar desse deambular frenético, desse desequilíbrio entre o sonho e a realidade, desse carrossel que me deixava tocar no céu e, no minuto seguinte, ter os pés bem assentes na terra. Talvez por isso me levar a crer que a melhor maneira que eu tinha de sobreviver a toda esta anarquia era remar contra a maré e «não me juntar a eles».
Não sei muito bem se me orgulhava disso, mas sentia-me bem. Não sei muito bem se esses eram os meus princípios. Na verdade desconheço-os, por completo. Não os procuro, na verdade. Não os quero, por agora. Porque ainda existe nas minhas entranhas uma força qualquer que me puxa para um remoinho de emoções que nem eu própria sei descrever. Por mais que tente, por mais que esqueça, por mais que se repita. Há qualquer coisa de misterioso por detrás de cada gesto teu… e nosso. Há qualquer coisa que teme em não se revelar ao som de cada nota tocada, ao ritmo de cada palavra dita. É como aquela sensação de estarmos numa casa assombrada.
Imaginemos. Cada pequeno passo que damos faz com que a madeira ranja, com que toda a estrutura da casa estremeça e com que o nosso coração bata muito mais rápido e fortemente. Estamos alagados, da cabeça aos pés. Os nossos olhos esbugalham-se cada vez mais e sentimo-nos suspensos num ar inclassificável. Depois, quando a única coisa que se ouve é a nossa respiração bastante acelerada e estamos prestes a gritar, uma mão suficientemente forte para calar um grito de um inocente, abafa a nossa voz e soltam-se pequenos guinchos que se escapam por entre os dedos daquele que nos impediu de expressar os nossos sentimentos. O que fazemos? Desistimos. Saímos da casa o mais rápido que conseguimos e não queremos nunca mais lá pôr os pés. Ignoramos, portanto, as marcas que ficaram no nosso interior e declaramos ao mundo que «estamos prontos para outra». Asneira. Não estamos nem nunca estaremos. Existe um fio invisível que nos liga ao que ainda está preso a nós por outro fio invisível. No fundo estão interligados por algo suficientemente resistente e que nós, por mais que tentemos, não conseguimos desfazer.
Pergunto-me se queremos. Tenho dúvidas. Por mais que digam que «querer é poder», existem momentos da nossa vida em que a única coisa em que acreditamos é no que sentimos relativamente a determinada situação e tudo o resto é isso mesmo, resto. Mesmo que não saibamos muito bem do que falamos (como é o meu caso). Apenas sabemos que está lá e que nos perturba. Que nos desacredita a todo o instante e nos consome num ápice. Não sabemos muito bem o que haveremos de fazer.
Por isso estagnamos. Pensamos que um dia teremos a resposta a todas as nossas perguntas ou ansiamos que alguém perceba as nossas entrelinhas que estão em todo o lado. Numa troca de olhares. Num gesto feito propositadamente. Até nos que não planeamos. Num jogo de palavras. Num sorriso. Numa lágrima. Num texto mal escrito e pontuado. Numa gargalhada. Num suspiro. Esperamos sempre que surja quem nos olhe nos olhos e desbobine tudo aquilo que não queremos ouvir. Mas que precisamos. Porque nesse momento ganharemos coragem para aceitar a realidade tal e qual como ela é. Mesmo que isso implique mais um erro em breve. Mesmo que o carrossel ainda funcione. Mesmo que voltemos a admirar as pessoas mais imprevisíveis. Mesmo que nos percamos a todas as horas e nos encontremos nos instantes seguintes. Mesmo assim.

Há coisas que não sabemos explicar muito menos compreender.
Tenho medo. Continuo a ter medo. Tenho medo que o nós construímos seja como um castelo feito de cartas. Já chegámos ao topo? Não sei. Não costumo colocar um topo naquilo que faço, mas não te conheço nesse aspecto. Provavelmente já passei os limites que tínhamos imposto inicialmente. Provavelmente estou perto e o melhor é começar a descer, devagarinho, para a queda não se fazer sentir tanto. Mas faz-se sentir! Porra. Na melhor das hipóteses, tudo isto funciona como as estações do ano e neste momento encontro-me na transição. Estúpida transição pela qual passamos apenas porque queremos. Sim, porque queremos. Ninguém nos obriga a isso. São outra vez as regras que impusemos que bem que podiam ser apagadas. Não teria piada assim, dizes tu. A mim pouco me importa o humor da questão. Não tenho esse espírito agora.
Tenho sim medo, mais uma vez. E terei sempre, enquanto tudo funcionar assim. Enquanto olhar para o espelho e não conseguir decifrar o que estou a ver. Enquanto as recordações se forem esbatendo, pouco e pouco e cada vez mais depressa. Nada pode parar isso. Ou pode? Serás tu? Serei eu? Seremos apenas nós? Um nós invencível, como classificámos desde o início. Desde o primeiro momento em que te cruzaste comigo.
E foste entrando na minha vida, sem sequer pedires. E eu, sem me importar.
Tenho medo. Tenho medo do que está para vir. Penso que te conheço. Sei que não. Acho que ainda espero pelo dia em tudo ficará claro como a água e consigamos ver o nosso reflexo para onde quer que olhemos. Poderá ser tudo utópico. É provável que seja. (Já acreditei menos...). Mas penso que sei lidar com isso. Aliás, penso que sei tudo. Uma mania. Ou se calhar até sei e não quero aceitar. É mais provável. Ainda estremeço de cada vez que alguma coisa que me lembre x situação se pareça com outra x situação que me fez sentir de x maneira. Juntemos tudo numa equação. Ou talvez não. Deixemos assim: solto. Como sempre quisemos. Não condeno ninguém por isso. Sabes muito bem. Sabes demais até. Saberás sempre. Orgulho-me. Acho que é por isso que ainda continuo a mesma pessoa de há uns anos.
Alguma vez mudarei? Há uma parte em mim que desconhece o que quer que seja. Ou seja, que desconhece-me por completo. Não sou a melhor pessoa para me definir, na verdade. Nem a mim nem aos outros. Por isso limito-me a não me pronunciar. Ou então escrevo. Sobre mim, ou o que eu aspiro a ser. Sobre ti, ou o que significas para mim. Mesmo que à primeira vista não o/te reconheças. Bem, as coisas funcionam mais ou menos assim comigo. Um misto de interrogações e exclamações. Vírgulas. Muitas vírgulas. E hesitações também...
De qualquer maneira lembro-me de te escrever, secretamente, estes versos:
Recordarei em ti
O silêncio das palavras
Que outrora navegaram
Nos mares do tempo
E agora desmaiam na praia.
Muito romântico. Nada o meu estilo. Actualmente. Não importa. Aliás, nada importa. Porquê? Porque cada dia que passa, sei que os momentos podem enveredar por dois caminhos: ou são como os sopros e esvaem-se num abrir e fechar de olhos, ou permanecem para sempre. Melhor, eternamente. (Só porque me parece mais longínquo).
Sempre gostei de rodeios. Pelo menos de os contar e por vezes de os ouvir. É como se juntássemos o possível e o impossível numa pequena taça de vidro e misturássemos tudo com uma pequeníssima colher de pau e no fim obtinhamos uma papa esquisita, à primeira vista, deliciosa após a primeira tentativa. Penso que gosto disso, visto que nunca sei do que gosto. Ou pelo menos devia de gostar. Ou querer gostar.
Enfim.
Tenho medo. Ainda estou com medo.
Desculpa.
10

OOOOIIII??????!!!!!!!!!!!

«Miuda...és e seras sempre aqela base!
MULHER!...Com um "M" muito maior qe grande... maravilhosa!!
Ela está feliz...bem qe merece!
existiram coisas no passado qe...maguaram-te e eu sei disso, entraram sem pedir licença e permaneceram, deixando uma marca...
Por vezes aqela qe fica nem sempr é a qe desejamos qe ficasse, e ela saiu com a merda das lagrimas, fez ferida nao fez?!
Eu sei qe fez, eu vi... mas... a verdade foi qe ouve qem nao aproveitasse...e nem é hoje...nem amanha qe irá dar o valor e sentir realmenre a falta...
Irá duer no coraçao tal como dueu aqi no teu...mas o jogo nao para...bola para a frente... o passado passa para o banco de supelentes e tu passas a avançada...
Nao te vais a baixo...nao nao vais porque nós (todos) nao deixamos iremus estar sempre aqi do teu lado para o qe der e vier...isto xeira a muita lamexisse yah eu sei ...ms dixem qem dix a verdade nao merece crime...
Por seres qem és é qe nunca iras estar so!
Iras verte au espelho e sorrir pensares qe és superior a tudo e tds...nunca iras ver te au espelho sozinha iras ter sempre alguem do teu lado!!...
E agora mais qe nunca mereçes tar feliz como tas ...
Xegou alguem qe finalmente conseguiu puxar te do fundo do poço e reactivar esse sorriso qe todos tinham saudades de voltar a ver!
E ainda bem! Precisamus de ti assim com força e vontade para enfentar um mundo de obstaculos!
O qe vem de baixo nao te atinge nada nem ngm alguma vez ira ser capaz de xegar seker au teu xulé



algures num hi5

Morremos.