sábado, 31 de maio de 2008

Escrever é gritar sem ruído

Escrever histórias pode tornar-se um vício. E publicá-las também. Mas as palavras vêm ter comigo e embrenham-se nas minhas entranhas. Teimam em não sair. E nesse instante envolvo-me tão profundamente que me esqueço dos mais pequenos pormenores e deixo-me levar pela magia da sonoridade e do sentido. Amo cada vírgula e cada ponto. Danço com as palavras. Vivo o que escrevo e nesses momentos sou tão transparente como a água. O mundo da escrita é um mundo meu. Onde pertenço, aliada à minha imaginação, aos meus sonhos e às minhas ilusões. Um mundo onde transformo-me no mais belo e venero o excêntrico. E entram. Entram todos os amantes da minha vida, ainda curta mas já tão recheada. Palavras não chegam, na verdade.

4 comentários:

João Roque disse...

Ser transparente é algo que prezo ser, também...
Beijinhos.

Anónimo disse...

A quem o dizes.. tu nasceste para as palvras Martinha :')

isabel disse...

Vejo a dança das palavras, aqui. Em harmonia.

E a transparência.

Beijinho, Marta e bom fim de semana

Sandra disse...

realmente as palavras nao chegam..