
«Tal como o Daniel Oliveira começou com o jornal Penalty, criado pelo próprio, eu começo não com o jornal mas com algo semelhante: o blog Apontamentos.
O meu objectivo é que seja um blog diferente, um blog nunca antes visto! Pretendo que seja como um verdadeiro pedaço de papel lido por todos. Para além de contos, publicarei poemas, entrevistas, revelarei um pouco de mim e para tornar o blog ainda mais aprazível, publicarei músicas - com as respectivas letras - que me marcam! Claro que isto é só algumas coisas pois cada publicação será uma surpresa. Organizarei as publicações em categorias para facilitar a vizualização das mesmas.
Com sondagens, contarei com a participação de todos os que por aqui passam e os comentários darão aos textos outro sentido. Por isso conto com vocês. Têm também, um e-mail há vossa disposição, onde poderão enviar o que quiserem. E para os mais tímidos é uma óptima maneira de participarem neste meu projecto.
Não sou profissional mas tentarei realizar um bom trabalho que seja do agrado de todos.
Espero que gostem.
O meu objectivo é que seja um blog diferente, um blog nunca antes visto! Pretendo que seja como um verdadeiro pedaço de papel lido por todos. Para além de contos, publicarei poemas, entrevistas, revelarei um pouco de mim e para tornar o blog ainda mais aprazível, publicarei músicas - com as respectivas letras - que me marcam! Claro que isto é só algumas coisas pois cada publicação será uma surpresa. Organizarei as publicações em categorias para facilitar a vizualização das mesmas.
Com sondagens, contarei com a participação de todos os que por aqui passam e os comentários darão aos textos outro sentido. Por isso conto com vocês. Têm também, um e-mail há vossa disposição, onde poderão enviar o que quiserem. E para os mais tímidos é uma óptima maneira de participarem neste meu projecto.
Não sou profissional mas tentarei realizar um bom trabalho que seja do agrado de todos.
Espero que gostem.
"Espero escrever neste poço de folhas com as mãos entre as árvores,
tudo vem devagar em labirintos negros
ou em sequências de uma confusa caligrafia branca.
Amo este esconderijo suave e as paisagens fatigadas.
Eis que o texto principia com lábios, dentes e língua
e o rumor das vespas no seu sono esguio.
O que oscila na obscuridade é o meu árido alimento.
As minhas frases têm o aroma da água e o calor de uma chama silenciosa.
Dentro da face incerta aprendo as pétalas solares
e entre as sombras claras sou o chão amarelo, sou o vinho e a pedra,
sou a língua da árvore. "
António Ramos Rosa, in Num poço de folhas»
tudo vem devagar em labirintos negros
ou em sequências de uma confusa caligrafia branca.
Amo este esconderijo suave e as paisagens fatigadas.
Eis que o texto principia com lábios, dentes e língua
e o rumor das vespas no seu sono esguio.
O que oscila na obscuridade é o meu árido alimento.
As minhas frases têm o aroma da água e o calor de uma chama silenciosa.
Dentro da face incerta aprendo as pétalas solares
e entre as sombras claras sou o chão amarelo, sou o vinho e a pedra,
sou a língua da árvore. "
António Ramos Rosa, in Num poço de folhas»
Foi desta maneira que, há um ano, decidi “escrever neste poço de folhas” no qual “as minhas frases têm o aroma da água e o calor de uma chama silenciosa”, onde “sou a língua da árvore”, e denominado por mim de "esconderijo", encontrei um local onde eu posso ser só eu. Com todos os defeitos e qualidades.
Quando um dia abri uma página da Internet e comecei a criar um blog, nunca me passou pela cabeça o que queria fazer realmente com ela, onde iria tatuar as minhas palavras e principalmente sentimentos, até o dia em que eu clicaria no “delete” e tudo se assemelhasse a um dia frio de Outono onde as folhas secas que desmaiavam no chão eram levadas de mãos dadas com a leve brisa, para bem longe, para um sítio que eu não sei qual é nem onde fica. Nunca pensei no que poderia ganhar (ou eventualmente perder) quando criei o blog. Nunca pensei na importância nem no peso das palavras, na forma como exponho os meus sentimentos, nunca pensei que essas mesmas palavras por vezes seriam bastante importantes para alguém que se identifica comigo e sobretudo… nunca pensei na possibilidade de, através dos meus textos, chegar a diversas pessoas espalhadas pelo país e quem sabe, um dia, pelo mundo. Sinceramente nem sei o que tinha na cabeça quando me meti nisto! Não, não estava na moda ter blogspot e nem eu ia por aí porque gosto muito de definir os meus próprios padrões e aprecio muito a singularidade. Muito menos foi influência de amigos porque quem incentivou o pessoal a aderir ao novo caderno do século (apesar de virtual) fui eu – isto quando eu já tinha o ‘’terreno todo apalpado’’. Também não foi porque disseram que tinha de experimentar. Não sei, aliás, “Só sei que nada sei”. É isto mesmo que resume a resposta à típica pergunta “Porque é que criaste um blog?”. Se tentar encontrar respostas, o assunto toma outro rumo e deixa-se ficar a ouvir o tão já habitual “talvez”. Talvez foi o poder que as palavras têm em mim, que me amarraram às letras e ao ruído quase silencioso das unhas pintadas a bater nas teclas no computador. Talvez a adrenalina de dar ao dedo coisas que muitas vezes são ilógicas ou então orgulhar-me de mim mesma por ter criado um texto ou uma publicação que me deu imenso trabalho, mas que apesar de tudo, consegue superar as expectativas, especialmente as minhas. Talvez (e esta é a que me parece ser a razão mais plausível) porque eu tenho um baú de sonhos e quanto mais eu os for desenvolvendo, mais “jeito” e mais “prática” vou ganhando. Por gostar de ouvir/ler críticas sejam elas boas ou más, construtivas ou aquelas que são ditas só para picar. Nestas linhas está dito o porquê de entrar com os dois pés, de alma e de coração, num mundo desconhecido onde não usamos máscaras porque ninguém sabe quem somos e então não temos que fingir, num mundo que posso deixar aberto a todos os que quiserem entrar e onde posso dar asas à minha imaginação.
Apontamentos. Não sei explicar o porquê deste nome. Quer dizer, até consigo (apesar de ser uma explicação pouco aceitável, para alguns). O primeiro blog que eu tive não foi este, agora actual, mas sim o que a Sandra está a usar agora (presentemente com outro nome). Quando criei o primeiro “Apontamentos” (curiosamente no dia 9 de Dezembro de 2006 – e já explico porque é que é curioso) acreditava (e acredito), que a nossa vida é um bloco de apontamentos, onde vamos desenhando, dia após dia, a nossa alma, o nosso coração e a nossa mente. É assim uma das formas que tenho de ver a vida. No entanto, esse blog baseava-se apenas em textos e ficava alguns dias (diria semanas) sem publicar nada. Fartei-me. Apaguei-o e criei o Factor M, nome vindo de um programa que a Merche Romero apresentava na altura. Também me fartei. Apaguei. E lembro-me que fui para Lisboa sem blog, talvez à espera que a capital me inspirasse nem que fosse por muito pouco. E inspirou. Quando regressei, voltei a dar ao dedo, e não voltei para o primeiro Apontamentos (porque tinha-o dado à Sandra que queria um blog, mas que não tinha paciência para criar) mas sim para este que agora faz um ano, curiosamente com o mesmo nome que o primeiro por duas razões: primeiro, porque dar um nome a um blog não é nada fácil, segundo porque continuava crente da minha teoria, de que a vida é um bloco de apontamentos.
Tal como faço em tudo o que me meto, dei (e dou) o melhor de mim. Este blog é um total espelho da minha pessoa e nunca me arrependi de o ter criado. No início a "febre" era pouca, publicava mas não com muito gosto. O meu melhor texto era o da mensagem com flores (inspirado no livro Marley e Eu) e recebi muitos elogios e críticas acerca dele. Estava orgulhosa. Decidi dar outro destino ao blog, muito diferente do Apontamentos 1 e do Factor M. Quis fazer deste blog a minha total essência (e sei que ainda não é possível mas para lá caminho), e passei a publicar com muito mais frequência e não falava apenas do meu imaginário, mas também de coisas reais, os meus gostos, algumas brincadeiras como “Marta a brincar aos jornalistas” e outras coisas mais que vocês bem podem ver. Digo que sou muito fiel a este blog uma vez que faz parte da minha personalidade não desabafar muito, então, refugio-me numa página da Internet, em meia dúzia de palavras, uma musiquinha assim-assim e já está. Sinto-me aliviada. Já escrevi a chorar e a soluçar, já me deixei envolver nas minhas próprias histórias e acabar numa lástima, já me desmanchei a rir, já escrevi e depois fiquei com remorsos, já escrevi o que não devia, já escrevi com ironias (uii)… já escrevi de todas as maneiras possíveis e imaginárias. Muitas vezes não sei o que escrevo, nem porque escrevo mas sei sempre para quem escrevo.
Quando há pouco disse que tinha criado o primeiro blog Apontamentos no dia 9 de Dezembro de 2006, e que era curioso, disse isto porque primeiro não acredito em coincidências nem em acasos, e segundo porque uma das pessoas que agora comenta o meu blog com regularidade e que, tal como os outros, fez com que existisse aqui algum tipo de relação, ainda que virtual, foi o Kokas. Tinha escrito um texto complicado, diria, e com poucas palavras conseguiu animar-me um bocadinho. Antes do Kokas, veio a Mary Mary, blog que eu já comentava com muita frequência e cujo comentário achei um piadão e não sei explicar porquê! Achei a última parte deste mesmo querida! A LunaTic, penso que chegou ao Apontamentos no mesmo dia que o Kokas, (apesar de agora estar a ver e ter um comentário de agradecimento no teu blog no dia 6 de Dezembro, mas no meu só estar um comentário teu a 9… não sei, se calhar apaguei o post sem querer). Já tinha esta pequena “família” constituída pela Joana, Sandra, Luísa, Heloísa, Carolina, Marco, Margarida, Bia, Mariana, Sofia, Mónica, Catarina, Pedro, Andreia, Xanda, Mary, Kokas e Luna quando já em 2008 aparecem os outros todos: Algbiboy (que adora a Madeira e os madeirenses “LINDAAAA” hehehehe :P), Comyxtura (é o “membro” no apontamentos, mais recente), Lúcia (minha prima!), Ideias Fixas -Élio e Filomena (que sem saber conheço a namorada do irmão e o irmão - soube há uns dias), Luís Galego (que tem um blog cultural como eu nunca vi. Já agora, parabéns por isso), Numerus Clausus (o chicken massala e o comentário sobre trás-os-montes, em que não percebi uma!), Oco céu alto (Joaninha que lança o livro amanhã), Fiúza (tem sempre uma palavra querida a dizer), Poemario e Take.it.isa (dois blogs que merecem serem acompanhados), Roads to (para além de envolver quem lá passa, até manda convites para concertos e emails a falar dos low costs, hahaha), e claro, o último mas não menos importante, o Pinguim (cujo blog é pessoal e transmissível e que, talvez por ser o mais velho desta “família e tu a mais nova” – como uma vez disse-me o Algbiboy - tem outra maneira de viver a vida e tem sempre palavras sábias sobre ela). De certo que faltam mais pessoas, para as quais mando um beijinho
Quando um dia abri uma página da Internet e comecei a criar um blog, nunca me passou pela cabeça o que queria fazer realmente com ela, onde iria tatuar as minhas palavras e principalmente sentimentos, até o dia em que eu clicaria no “delete” e tudo se assemelhasse a um dia frio de Outono onde as folhas secas que desmaiavam no chão eram levadas de mãos dadas com a leve brisa, para bem longe, para um sítio que eu não sei qual é nem onde fica. Nunca pensei no que poderia ganhar (ou eventualmente perder) quando criei o blog. Nunca pensei na importância nem no peso das palavras, na forma como exponho os meus sentimentos, nunca pensei que essas mesmas palavras por vezes seriam bastante importantes para alguém que se identifica comigo e sobretudo… nunca pensei na possibilidade de, através dos meus textos, chegar a diversas pessoas espalhadas pelo país e quem sabe, um dia, pelo mundo. Sinceramente nem sei o que tinha na cabeça quando me meti nisto! Não, não estava na moda ter blogspot e nem eu ia por aí porque gosto muito de definir os meus próprios padrões e aprecio muito a singularidade. Muito menos foi influência de amigos porque quem incentivou o pessoal a aderir ao novo caderno do século (apesar de virtual) fui eu – isto quando eu já tinha o ‘’terreno todo apalpado’’. Também não foi porque disseram que tinha de experimentar. Não sei, aliás, “Só sei que nada sei”. É isto mesmo que resume a resposta à típica pergunta “Porque é que criaste um blog?”. Se tentar encontrar respostas, o assunto toma outro rumo e deixa-se ficar a ouvir o tão já habitual “talvez”. Talvez foi o poder que as palavras têm em mim, que me amarraram às letras e ao ruído quase silencioso das unhas pintadas a bater nas teclas no computador. Talvez a adrenalina de dar ao dedo coisas que muitas vezes são ilógicas ou então orgulhar-me de mim mesma por ter criado um texto ou uma publicação que me deu imenso trabalho, mas que apesar de tudo, consegue superar as expectativas, especialmente as minhas. Talvez (e esta é a que me parece ser a razão mais plausível) porque eu tenho um baú de sonhos e quanto mais eu os for desenvolvendo, mais “jeito” e mais “prática” vou ganhando. Por gostar de ouvir/ler críticas sejam elas boas ou más, construtivas ou aquelas que são ditas só para picar. Nestas linhas está dito o porquê de entrar com os dois pés, de alma e de coração, num mundo desconhecido onde não usamos máscaras porque ninguém sabe quem somos e então não temos que fingir, num mundo que posso deixar aberto a todos os que quiserem entrar e onde posso dar asas à minha imaginação.
Apontamentos. Não sei explicar o porquê deste nome. Quer dizer, até consigo (apesar de ser uma explicação pouco aceitável, para alguns). O primeiro blog que eu tive não foi este, agora actual, mas sim o que a Sandra está a usar agora (presentemente com outro nome). Quando criei o primeiro “Apontamentos” (curiosamente no dia 9 de Dezembro de 2006 – e já explico porque é que é curioso) acreditava (e acredito), que a nossa vida é um bloco de apontamentos, onde vamos desenhando, dia após dia, a nossa alma, o nosso coração e a nossa mente. É assim uma das formas que tenho de ver a vida. No entanto, esse blog baseava-se apenas em textos e ficava alguns dias (diria semanas) sem publicar nada. Fartei-me. Apaguei-o e criei o Factor M, nome vindo de um programa que a Merche Romero apresentava na altura. Também me fartei. Apaguei. E lembro-me que fui para Lisboa sem blog, talvez à espera que a capital me inspirasse nem que fosse por muito pouco. E inspirou. Quando regressei, voltei a dar ao dedo, e não voltei para o primeiro Apontamentos (porque tinha-o dado à Sandra que queria um blog, mas que não tinha paciência para criar) mas sim para este que agora faz um ano, curiosamente com o mesmo nome que o primeiro por duas razões: primeiro, porque dar um nome a um blog não é nada fácil, segundo porque continuava crente da minha teoria, de que a vida é um bloco de apontamentos.
Tal como faço em tudo o que me meto, dei (e dou) o melhor de mim. Este blog é um total espelho da minha pessoa e nunca me arrependi de o ter criado. No início a "febre" era pouca, publicava mas não com muito gosto. O meu melhor texto era o da mensagem com flores (inspirado no livro Marley e Eu) e recebi muitos elogios e críticas acerca dele. Estava orgulhosa. Decidi dar outro destino ao blog, muito diferente do Apontamentos 1 e do Factor M. Quis fazer deste blog a minha total essência (e sei que ainda não é possível mas para lá caminho), e passei a publicar com muito mais frequência e não falava apenas do meu imaginário, mas também de coisas reais, os meus gostos, algumas brincadeiras como “Marta a brincar aos jornalistas” e outras coisas mais que vocês bem podem ver. Digo que sou muito fiel a este blog uma vez que faz parte da minha personalidade não desabafar muito, então, refugio-me numa página da Internet, em meia dúzia de palavras, uma musiquinha assim-assim e já está. Sinto-me aliviada. Já escrevi a chorar e a soluçar, já me deixei envolver nas minhas próprias histórias e acabar numa lástima, já me desmanchei a rir, já escrevi e depois fiquei com remorsos, já escrevi o que não devia, já escrevi com ironias (uii)… já escrevi de todas as maneiras possíveis e imaginárias. Muitas vezes não sei o que escrevo, nem porque escrevo mas sei sempre para quem escrevo.
Quando há pouco disse que tinha criado o primeiro blog Apontamentos no dia 9 de Dezembro de 2006, e que era curioso, disse isto porque primeiro não acredito em coincidências nem em acasos, e segundo porque uma das pessoas que agora comenta o meu blog com regularidade e que, tal como os outros, fez com que existisse aqui algum tipo de relação, ainda que virtual, foi o Kokas. Tinha escrito um texto complicado, diria, e com poucas palavras conseguiu animar-me um bocadinho. Antes do Kokas, veio a Mary Mary, blog que eu já comentava com muita frequência e cujo comentário achei um piadão e não sei explicar porquê! Achei a última parte deste mesmo querida! A LunaTic, penso que chegou ao Apontamentos no mesmo dia que o Kokas, (apesar de agora estar a ver e ter um comentário de agradecimento no teu blog no dia 6 de Dezembro, mas no meu só estar um comentário teu a 9… não sei, se calhar apaguei o post sem querer). Já tinha esta pequena “família” constituída pela Joana, Sandra, Luísa, Heloísa, Carolina, Marco, Margarida, Bia, Mariana, Sofia, Mónica, Catarina, Pedro, Andreia, Xanda, Mary, Kokas e Luna quando já em 2008 aparecem os outros todos: Algbiboy (que adora a Madeira e os madeirenses “LINDAAAA” hehehehe :P), Comyxtura (é o “membro” no apontamentos, mais recente), Lúcia (minha prima!), Ideias Fixas -Élio e Filomena (que sem saber conheço a namorada do irmão e o irmão - soube há uns dias), Luís Galego (que tem um blog cultural como eu nunca vi. Já agora, parabéns por isso), Numerus Clausus (o chicken massala e o comentário sobre trás-os-montes, em que não percebi uma!), Oco céu alto (Joaninha que lança o livro amanhã), Fiúza (tem sempre uma palavra querida a dizer), Poemario e Take.it.isa (dois blogs que merecem serem acompanhados), Roads to (para além de envolver quem lá passa, até manda convites para concertos e emails a falar dos low costs, hahaha), e claro, o último mas não menos importante, o Pinguim (cujo blog é pessoal e transmissível e que, talvez por ser o mais velho desta “família e tu a mais nova” – como uma vez disse-me o Algbiboy - tem outra maneira de viver a vida e tem sempre palavras sábias sobre ela). De certo que faltam mais pessoas, para as quais mando um beijinho
São todas estas pessoas que fazem com que o blog Apontamentos funcione e funcione bem. São estas pessoas que fazem com que não seja apenas mais um blog, mas sim UM blog. Como diz o Pinguim e com muita razão, os comentários são fundamentais na blogosfera e os VOSSOS comentários são super importantes. Até os anónimos sabem (ou não) o que dizem! Apontame-ntos.blogspot.com, com apenas um ano de vida conta já com 1304 visitas e 169 publicações.
Para este dia, tinha programado outra publicação mas os programas decidiram não gravar, o que me deixou completamente passada, por ter que escrever isto tudo (peço desculpa pelo testamento), mas afinal de que é que é feito o Apontamentos? De letras e mais letras e mais letras. Por isso, fui, mais uma vez, fiel a mim mesma.
Parabéns ao Apontamentos e Parabéns a vocês, por darem outra cor a este meu projecto
Obrigada!

14 comentários:
Um aninho que tu deixas-me de boca aberta com os teus textos.. :o
Quero q se repita por vários anos, de certeza que jamais nos irás desiludir :D
Beijão, obrigada por tudo :') *
P.S- O meu nome não devia estar ai, porque eu só ajudo a te chatear xD
Ah que bom ter o meu nome escrito por ti, num blog que já se tornou "da casa", criado por uma pessoa que já faz parte do meu círculo de amigos apesar da amizade ser (ainda) virtual). Que venham muitos mais anos, para eu poder apreciar a evolução das tuas lindas palavras =D
Beijo!
Parabéns Apontamentos! Parabéns Marta por este magnífico blogue!
Apesar de conhecer este blogue à relativamente pouco tempo é sem dúvida o melhor blogue que conheço, sempre com publicações muito boas, por vezes fico ansioso para ver a próxima publicação.
Obrigada por escreveres o meu nome, gostei ;)
Beijos..
“ (...) Simplesmente persegue a sua visão de excelência em tudo o que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas em simultâneo."
Xxiii, até fiquei com o coração pequenino! E não me lembro quando comecei a comentar o teu blog.. AHAHAHAHA! Só me lembro de um dia aparecer no meu a MARTA, e eu pensar "Mas quem é esta Marta?", quando vi a tua idade pensei "Xi, uma pirralha, deixa cá ver o blog dela a falar sobre amores e desamores de adolescente!"... AHAHAHAHAHAHAHA! Lindo, as coisas que a pessoa pensa... Mas...
Estava redondamente enganada pois claro! Encontrei um blog de uma pirralha com cabeça grande, que escreve LINDAMENTE, que me põe o coração pequeno e cheio muitas vezes com as suas palavras. Que é tão parecida comigo que às vezes arrepia. Que descreveu as razões sobre ter um blog em que eu assino completamente por baixo.
Vais ser uma grande jornalista, já és uma grande míuda e extraordinária! Nunca deixes de escrever, nunca deixes de sonhar, afunda-te em palavras e sentimentos.
Parabéns a este blog e sobretudo parabéns a ti que consegues cativar tantas pessoas por seres apenas a Marta, a nossa Madeirense preferida!
Um beijinho do tamanho do mundo para ti... E cá te esperamos um dia...
P.S. - Apesar de não comentar quase nunca ninguém é só para que fique registado que eu leio TODOS os dias o que escrevem! Ando apenas preguiçosa... Eheheheheh!
Parabéns! É para continuar sempre, Marta! :) Beijo
parabéns a ti, por seres quem és
PARABENS :D foi um privilegio acompanhar dia apos dia os teus textos, os teus nervos por nao conseguires postar o que queria (:P), as tuas indecisoes, as tuas alegrias quando recebias um comentario mesmo importante .. enfim, foi um ano em que vi o teu sonho a ser cada vez melhor representado :D
Para o ano, há mais ! ^^
Maaaartha, muitos parabéns pelo teu belo trabalho e pelo fantástico blog que tens! :D
Eu vejo todos os teus posts, embora não os comente todos porque eu e isto não nos entendemos bem (vamos lá ver se desta vez dá :P)
Mais uma vez, mtos parabéns e continua com o magnifico trabalho :D:D*
Martinha
penso ser o único a tratar-te assim e nunca te pedi autorização para isso, mas penso que não ficaste aborrecida...
Um ano de post é sempre uma data mais marcante para nós próprios do que para os outros, pois "depositámos" ali muito de nós mesmos, até coisas que só nós percebemos bem...
Mas, os outros, os que estamos aqui e aqui vimos com maior ou menor frequência, dizemos quase sempre: "Caramba, já um ano!"
Gosto do que escreves e da forma como o fazes, por isso me tornei "sócio" e vou continuar a assistir aos "jogos"...
Parabéns, Martinha!
Beijinhos.
Já lá vai um ano? Agora era a parte em que eu dizia o típico: "como o tempo passa". Mas não vou dizer. Aqui o tempo tem outro peso, não é? E outro sabor também. Parece uma eternidade este ano. É com continuar a ler-te, a ter acesso ao teu mundo... a partilhar contigo apontamento atrás de apontamento.
E tu? Uma visitante assídua do meu blog. Sempre com o mesmo sorriso. O mesmo sentido de admiração. O mesmo orgulho em seres uma das minhas! :) Obrigado!
O blog está reservado agora porque há quem ande a tentar utilizá-lo contra mim. Se o objectivo era obrigar-me a parar de escrever... essa pessoa que esqueça! Não o farei! Preciso do teu e-mail para enviar o convite!
PARABÉNSSSSS
BJS GRANDES!
O tempo passa lindaaaaaaa e um ano já está e outros estão já prontinhos para chegar, mas acima de tudo o que deves tirar deste ano que passou são as amizades que tinhas, que fizeste e que irás fazer... Jokas grandes nesta data especial para o teu blog... eu estou preparado para os próximos anos...
e que venham mais, muitos mais..!
Parabens lá lá láááá! :D
Beijooo
Querida Ilhé Bloguista
Virão dias em que te farei um pratito de comida indiana de Trás-os-Montes sem ter que ser por sharing folder ehehe. Obrigado por te teres lembrado de mim, um ingrato que ainda anda com preguiça para se dedicar a escrever mais e melhor. Ninguém te dá a tua idade e vai-se lá a ver se é verdade: cá pa mim és uma loiraça quarentona doutorada psicoterapeuta com um alter-ego imaginário eheh.
Beijinhos
NC
Numerus
Eu nem sou loira, nem quarentona (ainda falta para atingir essa idade) e muito menos psicoterapeuta! Doutorada espero ser, um dia. Quanto ao ego, isso já depende muito do ponto de vista de quem me lê/conhece! hehehehe
:D
beijinhos
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