sábado, 13 de dezembro de 2008

Esquerda

Bem que podia ser esquerdina. Curiosamente, faço muito pouca coisa com a mão direita. Para além de escrever, lavar os dentes, pegar nos talheres (na faca e colher) e mais uma ou outra coisa, não uso a mão direita para mais nada. Falta de jeito? Talvez. Nunca percebi esta dicotomia (nem se pode chamar assim mas enfim...). Acontece que uso a mão esquerda em muitas situações. E a mais improvável (?) ou inimaginável de todas é no que toca à fruta, especialmente à maçã. Se é coisa que não consigo fazer, é comer maçã com a mão direita. É completamente impossível, para mim, fazê-lo. Parece que não sei dar um trinca. Tem mesmo que ser com a mão esquerda. Também não consigo escrever mensagens com a mão direita, e quando falo ao telefone é sempre no lado esquerdo, com a mão esquerda. A mala fica sempre no ombro esquerdo porque no direito tenho a sensação de que me vai cair. Quando pego num copo faço-o com a esquerda e escovo o cabelo também com a mão esquerda. O mesmo acontece com os livros, ou seja, os livros que habitualmente levo nos braços ficam sempre (mas sempre) apoiados no lado esquerdo. Amarro o cabelo, pego num livro e folheio o jornal com a mão que pega no garfo. Para mim não há confusão nenhuma em pintar as unhas da mão direita. E agora estou a escrever este post com a mão esquerda e uso a direita muito poucas vezes. Estranho? Não sei. Mas para mim, tudo o que consigo fazer com a esquerda raramente (ou nunca) faço com a direita. Até acho que se me dedicasse a escrever com a esquerda (santa paciência), conseguia me "converter" numa esquerdina...

3 comentários:

João Roque disse...

Martinha
eu de esquerda...só o pensamento!
Beijinhos.

Sandra disse...

Em alguns aspectos sou igual a ti :D no caso dos livros, do telefone, dos talheres e das unhas :D


lyyy *

Benjamim disse...

Olá Marta!
Preciso de um favor teu, ensina-me como por leitor de mp3 no blogue sff.
Tudo de bom.
Obrigado.