Uma caneta e
Um pedaço de papel.
Uma mão a tremer
E o desejo de soltar as palavras
Que estão sufocadas na garganta.
Amor, amor.
Um rabisco
Uma vírgula
E por fim...
Um ponto.
Final.
Não consigo,
Não sou capaz de cartear
O que quer que seja.
Parece até!, que a ponta
Da azul caneta... secou!
Ao longe vê-se o mar,
Calmo, sereno, tranquilo...
Poderei algum dia
Exprimir os meus sentimentos
Exprimir as minhas mágoas
Exprimir... - me
A este pedaço inútil!
Inútil de papel?
Tal como o mar
Desafaba com a areia
Eu quero desabafar
Contigo.
Só que...
Só que não passa tudo
De meras descrições.
E.
Eu não gosto de
Descrições.
Fazem com que algo
Irrevelante
Se assuma como
Belo,
Bonito,
Vistoso.
Ou,
Feio
Disforme
Vergonhoso.
Fazem com que algo
Seja aquilo
E somente
Aquilo.
E eu...
Eu não
Te sei
Descrever
Meu amor.

5 comentários:
Tão bonito :) *
Um beijinho.
Heloísa
uauuuuu :)
eu ach q os meus coments aqui estao a ficar demasiado nem sei q palavra arranjar, é pq e smpre a mesma coisa.
Mas eu nao consigo dizer mais nada, quando me deparo com textos como os teus :)
Sao fantasticos.
Escreves muito bem :)
Parabens,
Beijinhos*
ta fixe... tu a escreveres... vais dar escritora.. LOL alto poema.. mto bem ;)
bjx continua..
Gosto*
bjinhu minha poeta
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